NOTÍCIAS

11 hinos de empoderamento na música brasileira

Seleção de faixas que falam sobre o feminismo e direito das mulheres, de Chico Buarque a Anitta

por Redação em 29/11/2017

Depois da lista com músicas do pop internacional, fizemos a seleção com 11 faixas empoderadoras na música brasileira, de Chico Buarque a Anitta, passando por Valesca e Karol Conka.

As faixas escolhidas para essa lista têm uma coisa em comum: letras sobre feminismo e igualdade entre gêneros.

Veja:

Rita Lee – “Luz Del Fuego”

No clássico álbum Fruto Proibido, de 1975, Rita Lee homenageou a dançarina Luz Del Fuego, que causou escândalo na sociedade carioca nos anos 1950 e 1960 com seu modo de vida libertário – ela é considerada a primeira nudista brasileira. Chegou a fazer turnês internacionais com seu famoso número em que, praticamente nua, se enrolava em uma cobra.

MC Soffia – “Menina Pretinha”

“Menina pretinha, exótica não é linda/você não é “bonitinha”, você é uma rainha”. A ainda adolescente MC Soffia dá o seu recado na causa feminista negra.

MC Carol e Karol Conka – “100% Feminista”

Um grito pelo feminismo com direito a relatos de violência doméstica. MC Carol, mais conhecida pelos seus funks, surpreendeu com esse rap de batidas pesadas contra o machismo.

Flora Matos – “Preta de Quebrada”

Do trabalho mais recente da rapper, a música reforça a independência feminina. Os samplers da faixa foram retirados de uma palestra de Marcia Baja, uma das coordenadoras do Centro de Estudos Budistas Bodisatva.

Valesca Popozuda – “Tá pra nascer homem que vai mandar em mim”

As músicas de Valesca trazem temas feministas há um bom tempo, desde a época do Gaiola das Popozudas, de forma menos poética e mais dedo na cara, mais vida real. Nesta faixa, ela canta sobre a independência de ser e fazer o que bem entender.

Karol Conka , “Tombei”

Lançada em 2014, é uma das primeiras e mais conhecidas músicas da cantora e um hino de empoderamento para quem tem opinião própria e não tem medo de abrir a boca. A atitude de Karol no palco e nos clipes também ajudam a passar a mensagem de poder feminino.

Mallu Magalhães “Velha e louca”

A música conquistou até os críticos mais ferrenhos da cantora ao dar início de uma nova fase em sua carreira. “Nem vem tirar meu riso frouxo com algum conselho/Que hoje eu passei batom vermelho/Eu tenho tido a alegria como dom/Em cada canto eu vejo o lado bom”.

Anitta “Show das Poderosas”

Na música que fez com que a cantora estourasse em todo o país e deu início ao seu processo de dominação no pop brasileiro, Anitta empoderou mulheres que precisavam de uma dose de autoestima e colocou todo mundo para dançar.

Elza Soares – “Maria da Vila Matilde”

Faixa de seu disco mais recente, A Mulher Do Fim Do Mundo, em que Elza canta sobre um relacionamento abusivo em que a mulher é agredida fisicamente. “Você vai se arrepender de levantar a mão para mim”. Uma música marcante que retrata o cotidiano de muitas mulheres e serve como incentivo para denúncia.

“Desconstruindo Amélia” – Pitty

A faixa não virou single, mas fez sucesso nas redes. Pitty canta o cotidiano de muitas mulheres, educadas a servir aos outros e esquecerem de si mesmas, em uma crítica ao que se é esperado do feminino.

Chico Buarque – “Geni e o Zepelim”
O cantor que mais representou a alma feminina em sua obra escreveu sobre Geni para entregar a hipocrisia da sociedade que julgava (e ainda julga) o comportamento de uma mulher livre e sem pudores.

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11 hinos de empoderamento na música brasileira

Seleção de faixas que falam sobre o feminismo e direito das mulheres, de Chico Buarque a Anitta

por Redação em 29/11/2017

Depois da lista com músicas do pop internacional, fizemos a seleção com 11 faixas empoderadoras na música brasileira, de Chico Buarque a Anitta, passando por Valesca e Karol Conka.

As faixas escolhidas para essa lista têm uma coisa em comum: letras sobre feminismo e igualdade entre gêneros.

Veja:

Rita Lee – “Luz Del Fuego”

No clássico álbum Fruto Proibido, de 1975, Rita Lee homenageou a dançarina Luz Del Fuego, que causou escândalo na sociedade carioca nos anos 1950 e 1960 com seu modo de vida libertário – ela é considerada a primeira nudista brasileira. Chegou a fazer turnês internacionais com seu famoso número em que, praticamente nua, se enrolava em uma cobra.

MC Soffia – “Menina Pretinha”

“Menina pretinha, exótica não é linda/você não é “bonitinha”, você é uma rainha”. A ainda adolescente MC Soffia dá o seu recado na causa feminista negra.

MC Carol e Karol Conka – “100% Feminista”

Um grito pelo feminismo com direito a relatos de violência doméstica. MC Carol, mais conhecida pelos seus funks, surpreendeu com esse rap de batidas pesadas contra o machismo.

Flora Matos – “Preta de Quebrada”

Do trabalho mais recente da rapper, a música reforça a independência feminina. Os samplers da faixa foram retirados de uma palestra de Marcia Baja, uma das coordenadoras do Centro de Estudos Budistas Bodisatva.

Valesca Popozuda – “Tá pra nascer homem que vai mandar em mim”

As músicas de Valesca trazem temas feministas há um bom tempo, desde a época do Gaiola das Popozudas, de forma menos poética e mais dedo na cara, mais vida real. Nesta faixa, ela canta sobre a independência de ser e fazer o que bem entender.

Karol Conka , “Tombei”

Lançada em 2014, é uma das primeiras e mais conhecidas músicas da cantora e um hino de empoderamento para quem tem opinião própria e não tem medo de abrir a boca. A atitude de Karol no palco e nos clipes também ajudam a passar a mensagem de poder feminino.

Mallu Magalhães “Velha e louca”

A música conquistou até os críticos mais ferrenhos da cantora ao dar início de uma nova fase em sua carreira. “Nem vem tirar meu riso frouxo com algum conselho/Que hoje eu passei batom vermelho/Eu tenho tido a alegria como dom/Em cada canto eu vejo o lado bom”.

Anitta “Show das Poderosas”

Na música que fez com que a cantora estourasse em todo o país e deu início ao seu processo de dominação no pop brasileiro, Anitta empoderou mulheres que precisavam de uma dose de autoestima e colocou todo mundo para dançar.

Elza Soares – “Maria da Vila Matilde”

Faixa de seu disco mais recente, A Mulher Do Fim Do Mundo, em que Elza canta sobre um relacionamento abusivo em que a mulher é agredida fisicamente. “Você vai se arrepender de levantar a mão para mim”. Uma música marcante que retrata o cotidiano de muitas mulheres e serve como incentivo para denúncia.

“Desconstruindo Amélia” – Pitty

A faixa não virou single, mas fez sucesso nas redes. Pitty canta o cotidiano de muitas mulheres, educadas a servir aos outros e esquecerem de si mesmas, em uma crítica ao que se é esperado do feminino.

Chico Buarque – “Geni e o Zepelim”
O cantor que mais representou a alma feminina em sua obra escreveu sobre Geni para entregar a hipocrisia da sociedade que julgava (e ainda julga) o comportamento de uma mulher livre e sem pudores.