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12 dicas para Lady Gaga bombar com seu próximo disco

por em 05/08/2015

“Hora de LG5.” Com essa legenda, postada no Instagram na segunda-feira (03/08), Lady Gaga deixou os Little Monsters novos e velhos ansiosos. Depois do álbum ARTPOP, de  2013 –- que teve um hit no Top 10, “Applause”, mas recebeu tanto críticas boas quanto ruins –, Gaga recuperou o seu prestígio ao fazer um álbum com Tony Bennett, Cheek To Cheek. No entanto, o seu quinto álbum (que provavelmente será lançado em 2016) ainda levanta muitas dúvidas. Como será o seu som? Como e quando ele será lançado? Será que ele fará com que Gaga retorne ao seu merecido lugar no topo da cadeia pop? As respostas para essas perguntas apenas Gaga tem, mas nós queremos oferecer alguns conselhos gratuitos.

Siga essas sugestões, Lady Gaga, e volte ao topo:

FAÇA referência ao sucesso de Cheek To Cheek. Há um motivo pelo qual Cheek To Cheek foi um grande sucesso para Gaga e Tony Bennett: o álbum de duetos retirou Gaga da fantasia eletrônica de ARTPOP e a colocou em um cenário musical mais tradicional, no qual ela poderia sobressair com a sua habilidade vocal e carisma natural (Gaga é bem engraçada quando não está fazendo a pose de artista séria!). O próximo disco de Lady Gaga não deve ser uma coleção de jazz tradicional, mas ela seria esperta em incluir alguns dos mesmos toques — e muita personalidade descontraída e receptiva — que fez de Cheek To Cheek um sucesso.

 

NÃO grave um novo dueto com Tony Bennett para seu novo álbum. Talvez Cheek To Cheek Part II  aconteça algum dia, mas Gaga deveria separar seu trabalho com a lenda da música da sua carreira solo. A não ser que Gaga esteja pensando em gravar um disco de jazz todo sozinha — ou fazer com que Bennett participe de um single dance, o que seria bem estranho —, fazer uma nova colaboração com Bennett no seu disco de retorno seria forçado e esquisito.

 

GRAVE um tipo de música triunfante sobre o amor. Antes que esqueçamos, Lady Gaga ficou noiva de Taylor Kinney há menos de seis meses! E todos nós adoraríamos outra balada animada e fofa como “You & I”. Lady Gaga saiu de “Bad Romance” para um belo romance na vida real e ela merece comemorar essa felicidade na vida pessoal na vida criativa. Imagina se Gaga presenteasse seus fãs com algo como “Bound 2”, de Kanye West!

NÃO sinta a necessidade de fazer outro disco com 15 músicas. The Fame Monster, o disco de Lady Gaga melhor recebido pelas críticas, tinha apenas oito músicas na track list, assim como a versão deluxe de Fame. Ainda assim, Gaga fez com que essas oito músicas — incluindo “Bad Romance”, “Telephone” e “Alejandro” — valessem e terminou recebendo uma indicação ao Grammy de álbum do ano por The Fame Monster. Por outro lado, Born This Way ARTPOP tiveram 14 e 15 faixas, respectivamente, e três ou quatro músicas pareciam dispensáveis. O que Gaga precisa no seu próximo álbum é uma compilação de dez ou 11 faixas coerentes e fortes, porque às vezes menos é mais.

 

FAÇA um dueto com outro artista R&B. “Do What U Want”, o segundo single de ARTPOP e uma parceria com R. Kelly, não conseguiu chegar ao Top 10 entre as notícias sobre os processos de Kelly por pornografia infantil e um desastroso clipe dirigido por Terry Richardson. Mas a questão é a seguinte: “Do What U Want” ainda é um dos maiores singles de Gaga. Por que não dar uma nova chance ao estilo com algum novo artista – e sem controvérsias – R&B? Gaga poderia trabalhar com Miguel, Frank Ocean ou até mesmo The Weeknd.

 

NÃO tente “chocar” a sua audiência. O maior choque que Cheek To Cheek causou foi justamente a falta de choque que ele causou. Nele, Gaga nos hipnotizou sem nenhum artifício, apenas ela.

TRABALHE com novos compositores. "Ela ainda insiste em escrever as próprias músicas, e ARTPOP foi um fiasco”, disse um ex-sócio de Gaga à Billboard em março. A crítica foi um pouco dura, mas o trabalho solo de Gaga poderia se beneficiar de um talento de fora para manter suas músicas mais variadas. Por que não entrar no pop estilo anos 1980 com as irmãs Haim ou Tegan & Sara? Talvez Charli XCX ou Jessie Ware ajudassem Gaga a encontrar o seu próximo hino pop.

 

NÃO siga as atuais tendências pop. Com isso em mente, Lady Gaga não precisa necessariamente voltar a Max Martin ou algum dos seus produtores suecos para criar um hit. O estilo de Gaga nunca se tratou do que está na moda e, mesmo quando as suas ideias não colaram, ela não deixa de ser original.

 

GRAVE “Telephone Part II”. Gaga e Beyoncé juntando-se novamente para dar continuidade à parceria de cinco anos atrás? Não há dúvidas acerca do frenesi que causaria e a sua qualidade. O vídeo de nove minutos e meio de “Telephone” está entre os melhores de Gaga e tem mais de 234 milhões de visualizações no YouTube. Os fãs querem isso, quem não é fã ouvirá e assistirá ao clipe. Vamos tornar o sonho realizade!

 

NÃO se preocupe com o desempenho comercial. Lembra quando ARTPOP estreou na 1ª posição, em novembro de 2013, com 258 mil cópias vendidas na primeira semana – menos do que o esperado –,e Gaga se defendeu das críticas que chamavam o disco de “flop” (gíria americana para “desastre”) e apenas chamou mais atenção para a situação? Compare essa resposta com Cheek To Cheek, que chegou à 1ª posição com quase metade das cópias vendidas de ARTPOP na primeira semana, mas que foi recebido como um triunfo pelo Team Gaga. Tudo se resume a expectativa e percepção, e se o próximo álbum de Gaga não tiver o mesmo desempenho inicial de ARTPOP (ou Cheek To Cheek), ela pode ignorar o número e seguir em frente. Afinal de contas, ela ainda é um sucesso de turnês.

MOSTRE a sua voz. A maior lição da apresentação de Lady Gaga no Oscar deste ano foi que ela ainda consegue cantar MUITO. ARTPOP ofuscou o talento natural de Gaga, mas seus fãs souberam desde o momento em que ela cantou o refrão de “Poker Face” que a sua voz é um tsunami, capaz  de surpreender a todos.

NÃO complique o seu lançamento. O lançamento de ARTPOP foi acompanhado por uma escultura de Jeff Koons, um aplicativo de celular, uma apresentação de arte e muita nudez. Lady Gaga nunca deveria ser aconselhada a reduzir a sua natureza de ostentação e criatividade, mas o seu próximo projeto talvez se beneficiasse por ser inclusivo e simples. Sabe o que os Little Monsters gostariam mais do que uma representação avant-garde de Gaga? Um novo single dance incrível. Se Gaga mantiver as coisas simples e fizer a sua música pop altamente criativa de uma maneira mais acessível, ela estará no caminho certo.

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por em 05/08/2015

“Hora de LG5.” Com essa legenda, postada no Instagram na segunda-feira (03/08), Lady Gaga deixou os Little Monsters novos e velhos ansiosos. Depois do álbum ARTPOP, de  2013 –- que teve um hit no Top 10, “Applause”, mas recebeu tanto críticas boas quanto ruins –, Gaga recuperou o seu prestígio ao fazer um álbum com Tony Bennett, Cheek To Cheek. No entanto, o seu quinto álbum (que provavelmente será lançado em 2016) ainda levanta muitas dúvidas. Como será o seu som? Como e quando ele será lançado? Será que ele fará com que Gaga retorne ao seu merecido lugar no topo da cadeia pop? As respostas para essas perguntas apenas Gaga tem, mas nós queremos oferecer alguns conselhos gratuitos.

Siga essas sugestões, Lady Gaga, e volte ao topo:

FAÇA referência ao sucesso de Cheek To Cheek. Há um motivo pelo qual Cheek To Cheek foi um grande sucesso para Gaga e Tony Bennett: o álbum de duetos retirou Gaga da fantasia eletrônica de ARTPOP e a colocou em um cenário musical mais tradicional, no qual ela poderia sobressair com a sua habilidade vocal e carisma natural (Gaga é bem engraçada quando não está fazendo a pose de artista séria!). O próximo disco de Lady Gaga não deve ser uma coleção de jazz tradicional, mas ela seria esperta em incluir alguns dos mesmos toques — e muita personalidade descontraída e receptiva — que fez de Cheek To Cheek um sucesso.

 

NÃO grave um novo dueto com Tony Bennett para seu novo álbum. Talvez Cheek To Cheek Part II  aconteça algum dia, mas Gaga deveria separar seu trabalho com a lenda da música da sua carreira solo. A não ser que Gaga esteja pensando em gravar um disco de jazz todo sozinha — ou fazer com que Bennett participe de um single dance, o que seria bem estranho —, fazer uma nova colaboração com Bennett no seu disco de retorno seria forçado e esquisito.

 

GRAVE um tipo de música triunfante sobre o amor. Antes que esqueçamos, Lady Gaga ficou noiva de Taylor Kinney há menos de seis meses! E todos nós adoraríamos outra balada animada e fofa como “You & I”. Lady Gaga saiu de “Bad Romance” para um belo romance na vida real e ela merece comemorar essa felicidade na vida pessoal na vida criativa. Imagina se Gaga presenteasse seus fãs com algo como “Bound 2”, de Kanye West!

NÃO sinta a necessidade de fazer outro disco com 15 músicas. The Fame Monster, o disco de Lady Gaga melhor recebido pelas críticas, tinha apenas oito músicas na track list, assim como a versão deluxe de Fame. Ainda assim, Gaga fez com que essas oito músicas — incluindo “Bad Romance”, “Telephone” e “Alejandro” — valessem e terminou recebendo uma indicação ao Grammy de álbum do ano por The Fame Monster. Por outro lado, Born This Way ARTPOP tiveram 14 e 15 faixas, respectivamente, e três ou quatro músicas pareciam dispensáveis. O que Gaga precisa no seu próximo álbum é uma compilação de dez ou 11 faixas coerentes e fortes, porque às vezes menos é mais.

 

FAÇA um dueto com outro artista R&B. “Do What U Want”, o segundo single de ARTPOP e uma parceria com R. Kelly, não conseguiu chegar ao Top 10 entre as notícias sobre os processos de Kelly por pornografia infantil e um desastroso clipe dirigido por Terry Richardson. Mas a questão é a seguinte: “Do What U Want” ainda é um dos maiores singles de Gaga. Por que não dar uma nova chance ao estilo com algum novo artista – e sem controvérsias – R&B? Gaga poderia trabalhar com Miguel, Frank Ocean ou até mesmo The Weeknd.

 

NÃO tente “chocar” a sua audiência. O maior choque que Cheek To Cheek causou foi justamente a falta de choque que ele causou. Nele, Gaga nos hipnotizou sem nenhum artifício, apenas ela.

TRABALHE com novos compositores. "Ela ainda insiste em escrever as próprias músicas, e ARTPOP foi um fiasco”, disse um ex-sócio de Gaga à Billboard em março. A crítica foi um pouco dura, mas o trabalho solo de Gaga poderia se beneficiar de um talento de fora para manter suas músicas mais variadas. Por que não entrar no pop estilo anos 1980 com as irmãs Haim ou Tegan & Sara? Talvez Charli XCX ou Jessie Ware ajudassem Gaga a encontrar o seu próximo hino pop.

 

NÃO siga as atuais tendências pop. Com isso em mente, Lady Gaga não precisa necessariamente voltar a Max Martin ou algum dos seus produtores suecos para criar um hit. O estilo de Gaga nunca se tratou do que está na moda e, mesmo quando as suas ideias não colaram, ela não deixa de ser original.

 

GRAVE “Telephone Part II”. Gaga e Beyoncé juntando-se novamente para dar continuidade à parceria de cinco anos atrás? Não há dúvidas acerca do frenesi que causaria e a sua qualidade. O vídeo de nove minutos e meio de “Telephone” está entre os melhores de Gaga e tem mais de 234 milhões de visualizações no YouTube. Os fãs querem isso, quem não é fã ouvirá e assistirá ao clipe. Vamos tornar o sonho realizade!

 

NÃO se preocupe com o desempenho comercial. Lembra quando ARTPOP estreou na 1ª posição, em novembro de 2013, com 258 mil cópias vendidas na primeira semana – menos do que o esperado –,e Gaga se defendeu das críticas que chamavam o disco de “flop” (gíria americana para “desastre”) e apenas chamou mais atenção para a situação? Compare essa resposta com Cheek To Cheek, que chegou à 1ª posição com quase metade das cópias vendidas de ARTPOP na primeira semana, mas que foi recebido como um triunfo pelo Team Gaga. Tudo se resume a expectativa e percepção, e se o próximo álbum de Gaga não tiver o mesmo desempenho inicial de ARTPOP (ou Cheek To Cheek), ela pode ignorar o número e seguir em frente. Afinal de contas, ela ainda é um sucesso de turnês.

MOSTRE a sua voz. A maior lição da apresentação de Lady Gaga no Oscar deste ano foi que ela ainda consegue cantar MUITO. ARTPOP ofuscou o talento natural de Gaga, mas seus fãs souberam desde o momento em que ela cantou o refrão de “Poker Face” que a sua voz é um tsunami, capaz  de surpreender a todos.

NÃO complique o seu lançamento. O lançamento de ARTPOP foi acompanhado por uma escultura de Jeff Koons, um aplicativo de celular, uma apresentação de arte e muita nudez. Lady Gaga nunca deveria ser aconselhada a reduzir a sua natureza de ostentação e criatividade, mas o seu próximo projeto talvez se beneficiasse por ser inclusivo e simples. Sabe o que os Little Monsters gostariam mais do que uma representação avant-garde de Gaga? Um novo single dance incrível. Se Gaga mantiver as coisas simples e fizer a sua música pop altamente criativa de uma maneira mais acessível, ela estará no caminho certo.