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20 anos de internet no Brasil! 8 formas de ouvir música em 1995

por em 04/05/2015
Nest
e mês de maio completamos 20 anos de internet comercial no Brasil. O serviço passou a ser oferecido aos usuários no dia 1º de maio de 1995. Veja o que era preciso fazer para ouvir música na era pré-internet (e também no comecinho da rede): 1 – RÁDIO – Uma das formas mais eficazes para se conhecer música era o rádio. As emissoras jovens bombavam com os hits do momento e as mais “adultas” tocavam os sucessos que todo mundo queria ouvir; 2 – TV – A TV tinha programas musicais que serviam apenas para mostrar as paradas de sucesso e os artistas que estavam bombando naquele momento. Um dos mais lembrados até hoje é o Clip Trip, apresentado por Beto Rivera na TV Gazeta. E já existia também a MTV Brasil, que nesse momento era quase que 100% destinado aos clipes – tinha menos programas de variedades e mais músicas; 3 – VINIL – Os bolachões – esses que estão com tudo agora, com fama de vintage – reinavam ainda em 1995. Nessa época, quase todas as casas tinham um aparelho de som chamado de 3 em 1, com toca-discos, rádio e toca-fitas; vinil 4 – FITA CASSETE – Pode parecer estranho hoje, mas fitas magnéticas também são capazes de reproduzir sons. A duração das fitas era, em média, de 60 minutos e elas tinham lado A e lado B (30 minutos de cada lado). Além das fitas dos artistas, também era possível comprar fitas virgens e gravar suas próprias coletâneas. Muita gente gravava músicas das rádios para poder ouvir depois – e não ficava nada contente quando a rádio metia uma vinheta bem no meio da música; 5 – CD – Já existia CD no Brasil desde a metade dos anos 1980, mas ainda era um artigo raro e caro. Ele só se popularizou na metade dos anos 1990; 6 – DOWNLOADS – Assim que a internet nasceu, claro que alguém já pensou em formas de compartilhar música. Só que os formatos de compressão que conhecemos hoje (mp3, wma, AAC etc) nem sonhavam em existir e a internet era lenta (bem mais que hoje!). Isso resultava em arquivos pesados. Para você ter uma ideia, uma música de quatro minutos tinha pelo menos 50 MB e levava cerca de uma hora para ser baixada. Detalhe: não existia Google e os sites de busca eram bem rudimentares. Pra achar essas músicas, só tendo o link correto ou uma boa referência; 7 – mIRC – O mIRC foi uma das primeiras formas de bate-papo na internet. Era um programa com vários grupos e milhares de pessoas dentro de cada um deles – você podia criar o seu também. A operação não era simples, dependia de alguns comandos e um conhecimento de nível médio em informática. Um desses comandos permitia trocar arquivos e, entre eles, música. A demora era mais ou menos a mesma dos downloads: em torno de uma hora para mandar aquela música legal para o seu amiguinho; 8 – LaserDisc – existiu um objeto estranho que parecia um vinil (tinha 30 centímetros de diâmetro) mas era lido em aparelhos digitais, o LaserDisc. Era bastante utilizado para filmes, mas também tinha diversos shows em seus catálogos. Desajeitado (por conta do tamanho), o LaserDisc foi totalmente esmagado pela praticidade do DVD, que chegou ao Brasil em 1997. laser-disc
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20 anos de internet no Brasil! 8 formas de ouvir música em 1995

por em 04/05/2015
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e mês de maio completamos 20 anos de internet comercial no Brasil. O serviço passou a ser oferecido aos usuários no dia 1º de maio de 1995. Veja o que era preciso fazer para ouvir música na era pré-internet (e também no comecinho da rede): 1 – RÁDIO – Uma das formas mais eficazes para se conhecer música era o rádio. As emissoras jovens bombavam com os hits do momento e as mais “adultas” tocavam os sucessos que todo mundo queria ouvir; 2 – TV – A TV tinha programas musicais que serviam apenas para mostrar as paradas de sucesso e os artistas que estavam bombando naquele momento. Um dos mais lembrados até hoje é o Clip Trip, apresentado por Beto Rivera na TV Gazeta. E já existia também a MTV Brasil, que nesse momento era quase que 100% destinado aos clipes – tinha menos programas de variedades e mais músicas; 3 – VINIL – Os bolachões – esses que estão com tudo agora, com fama de vintage – reinavam ainda em 1995. Nessa época, quase todas as casas tinham um aparelho de som chamado de 3 em 1, com toca-discos, rádio e toca-fitas; vinil 4 – FITA CASSETE – Pode parecer estranho hoje, mas fitas magnéticas também são capazes de reproduzir sons. A duração das fitas era, em média, de 60 minutos e elas tinham lado A e lado B (30 minutos de cada lado). Além das fitas dos artistas, também era possível comprar fitas virgens e gravar suas próprias coletâneas. Muita gente gravava músicas das rádios para poder ouvir depois – e não ficava nada contente quando a rádio metia uma vinheta bem no meio da música; 5 – CD – Já existia CD no Brasil desde a metade dos anos 1980, mas ainda era um artigo raro e caro. Ele só se popularizou na metade dos anos 1990; 6 – DOWNLOADS – Assim que a internet nasceu, claro que alguém já pensou em formas de compartilhar música. Só que os formatos de compressão que conhecemos hoje (mp3, wma, AAC etc) nem sonhavam em existir e a internet era lenta (bem mais que hoje!). Isso resultava em arquivos pesados. Para você ter uma ideia, uma música de quatro minutos tinha pelo menos 50 MB e levava cerca de uma hora para ser baixada. Detalhe: não existia Google e os sites de busca eram bem rudimentares. Pra achar essas músicas, só tendo o link correto ou uma boa referência; 7 – mIRC – O mIRC foi uma das primeiras formas de bate-papo na internet. Era um programa com vários grupos e milhares de pessoas dentro de cada um deles – você podia criar o seu também. A operação não era simples, dependia de alguns comandos e um conhecimento de nível médio em informática. Um desses comandos permitia trocar arquivos e, entre eles, música. A demora era mais ou menos a mesma dos downloads: em torno de uma hora para mandar aquela música legal para o seu amiguinho; 8 – LaserDisc – existiu um objeto estranho que parecia um vinil (tinha 30 centímetros de diâmetro) mas era lido em aparelhos digitais, o LaserDisc. Era bastante utilizado para filmes, mas também tinha diversos shows em seus catálogos. Desajeitado (por conta do tamanho), o LaserDisc foi totalmente esmagado pela praticidade do DVD, que chegou ao Brasil em 1997. laser-disc