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20 vezes em que Renato Russo foi extremamente sincero

Líder da Legião Urbana não tinha problemas em expor suas opiniões e modo de ver o mundo em entrevistas

Se há uma coisa que não se pode reclamar de Renato Russo era o seu jeito autêntico e honesto. Conhecido por dar boas e sinceras entrevistas, o líder da Legião Urbana era autêntico até na hora de admitir que “Tempo Perdido” ficou igualzinha ao som dos ingleses dos Smiths.

9 ARTISTAS QUE INFLUENCIARAM RENATO RUSSO

“Ele era a pessoa mais instável do mundo, apresentava sinais de… loucura até. Mas em momento algum foi incoerente”, afirmou o guitarrista Dado Villa-Lobos ao jornalista Ricardo Alexandre para o livro Dias De Luta - O Rock E O Brasil Dos Anos 80 (Editora Arquipélago). Não há quase nada que o roqueiro se recusasse a falar: de sua vida amorosa e descoberta da sexualidade a bandas contemporâneas e posições políticas.

COMO ERA O MUNDO QUANDO RENATO RUSSO MORREU

12 COVERS DA LEGIÃO URBANA

A mesma contundência que marcou suas letras também marcava seu posicionamento na frente das câmeras e em cima dos palcos. Para relembrar um dos maiores representantes do rock no Brasil no dia que marca 20 anos de sua morte, Billboard Brasil reuniu 20 momentos em que Renato Russo foi mais sincero que qualquer um. Veja a seguir:

15 MÚSICAS DA LEGIÃO URBANA QUE TALVEZ VOCÊ NÃO CONHEÇA, MAS DEVERIA

Quando falava positivamente sobre a própria obra

“Me desculpem a modéstia, mas todos os LPs da Legião Urbana têm clássicos. Mas o que é que eu posso fazer? É verdade. Alguns têm mais, outros têm menos, mas vmaos parar com essa coisa de primeiro disco, segundo disco. É a discografia toda”, declarou em uma entrevista em 1993.

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Ou negativamente sobre a própria obra

“Quando terminamos de gravar ‘Tempo Perdido’, fiquei com vergonha de tanto que a música lembrava os Smiths”, revelou em uma entrevista em 1991.

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Quando falava sobre o problema com álcool e drogas

“Não sou viciado. Eu não posso tomar drogas. Sou alcoólatra e dependente químico. Fequento um grupo de apoio, de autoajuda, de pessoas que têm o mesmo problema, que se reúnem para se dar força”, contou em entrevista em 1994.

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Quando contava sobre perder a BV

“Meu primeiro beijo foi aos 9 anos, com minha namorada nos Estados Unidos. Achei a coisa mais nojenta”, afirmou em uma entrevista em 1994.

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E também sobre descoberta da sexualidade

“Aos quatro anos, eu não brincava de médico com meninas. Para mim, não tinha graça nenhuma. Eu sabia que sexo era proibido. Sou de família católica, italiana. Sabia que tinham as brincadeiras com as meninas, mas eu queria era ver como eram os peruzinhos dos meninos”, declarou em entrevista em 1995.

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Ou da sexualidade do brasileiro

“No Brasil, não dá mesmo para separar homo de hetero, porque todo mundo sabe que o brasileiro adora bunda, sexo anal”, declarou eme entrevista em 1994.

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Quando falava sobre seus conhecimentos sobre moda

“Uso jeans e camiseta. Quando é uma roupa mais sofisticada, peço ajuda às minhas amigas”, revelou em entrevista em 1994.

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Quando falava sobre rock n’ roll

“Aí o cara chega e fala: ‘pô rock n’ roll é um barra, é um trabalho’. Trabalho o cu! No dia em que o rock n’ roll for trabalho, então não é mais rock n’ roll”, afirmou em entrevista em 1987.

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Ou de algumas bandas contemporâneas

“Se eu desconfiar que tem um garoto que não sabe a diferença entre Legião Urbana e Uns e Outros, aí eu vou fica realmente preocupado. (…) As pessoas não percebem que estamos trabalhando para caramba e acham que rock ’n’ roll é fazer versão de David Bowie e aparecer no Globo de Ouro [programa da Globo]. Ou fazer copiazinha de música de generais, como aquela horrorosa do Uns e Outros. Não tenho nada a ver com aquilo”, declarou em entrevista em 1989.

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Piorava quando chegava nos próprios videoclipes

“A Legião Urbana só tem três ou quatro videoclipes, todos horriveizinhos”, afirmou em 1996.

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Também fazia considerações sobre as, na época novidades, internacionais

“Existem bandas muito boas - Soundgarden, por exemplo - que todo mundo me diz: ‘cara, você tem que ouvir que eles são o máximo’. Mas aí eu vejo o clip na TV e eu não gosto muito. É bom, mas eu não gosto muito”, afirmou em uma entrevista à MTV em 1993.

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Quando falava sobre fazer sucesso

“Quando você faz sucesso com uma banda de rock ’n’ roll, você tem que conviver justamente com as pessoas de quem queria fugir ao fundar uma banda de rock ’n’ roll”, afirmou em uma entrevista em 1987.

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Quando falava sobre a atitude de parte da MPB

"O pessoal da MPB não segurou a peteca. Todos eles se acomodaram, e falam muito mal do rock. Não é comprar briga. (…) O Fagner disse que o pessoal da geração dele tem mais cultura, mas, pelo menos, da nossa geração ninguém roubou poesia da Cecília Meireles para colocar em música, sem pagar direito autoral. (…) A gente não precisa ir para os Estados Unidos para gravar um disco que vai custar US$ 800 mil, como fez o Djavan. Não tenho nada contra, mas é a tal história: não seguraram e não seguraram”, afirmou em uma entrevista em 1985, aos 25 anos.

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Quando ele reclamava até sobre o a exaltação dos fãs

“Porque todo mundo pede música da Legião e fica um auê. Essa música [“Pais e Filhos”] é muito, muito séria, me desgasta pra caralho quando a gente toca e as pessoas não percebem. É tipo: ‘ela se jogou da janela do quinto andar’. É sobre uma menina que tem problema com os pais, ela se jogou da janela e não existe amanhã. Sabe? Eu acho bacana, a gente vai tocar, é uma música bonita, mas existe um clima em torno de algumas músicas da gente que me assusta”, discursou o roqueiro depois que a jovem plateia do Programa Livre, em 1994, comemorou que eles tocariam “Pais e Filhos”. 

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Quando ele falava sobre diferentes estilos musicais

“Tem uma parte do disco As Quatro Estações com uma música árabe, mas vou deixar bem claro: não é world music. Detesto world music. Pior que isso, só new age”, declarou em entrevista em 1989.

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Quando exaltava a morte de um ditador

“A morte de um ditador me conforta e, creio, conforta a todas as pessoas que sonham com um Brasil livre e bonito. Então, vamos fazer a celebração da morte de mais um fascista”, declarou o roqueiro no palco do Circo Voador, no Rio de Janeiro, no dia da morte do ex-presidente Emílio Garrastazu Médici.

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Quando falava sobre machistas e fascistas

Não é só em “Clarisse” (Uma Outra Estação, 1997) que Renato Russo coloca o machismo com um dos principais problemas da sociedade moderna. Ele deixava isso bem claro em entrevista, como nesta, para o programa MTV No Ar, em 1994, presente no DVD Entrevistas MTV - Renato Russo: “Tem nazista em tudo quanto é lugar do Brasil, mas em São Paulo tem essas galerinhas de careca, esses babaquinhas: um bando de bicha enrustida, diga-se de passagem… Homem que é homem não precisa dar porrada em ninguém, não fica andando junto com homem. Tipo assim, esses playboys que ficam aqueles dez, coçando o saco. Não tem namorada, mas fala de toda menina que passa. Quer dizer, são sexistas, são intolerantes, são idiotas”.

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E também sobre o papel da imprensa nisso tudo

Na mesma entrevista, sobrou para as publicações nacionais. “[Seu primeiro disco solo] é pra falar sobre o fascismo mesmo. Acho que a imprensa tá vacilando, tá pisando na bola, entendeu? Tem jornais grandes aqui do Rio de Janeiro dando página inteira pra fascista e pra careca… Parece reportagem de moda, entendeu? ‘Não, é porque eu gosto de dar porrada’, sabe qual é. Reportagem de moda! Você lê aquilo e ninguém faz nada, sabe?”

Dois anos depois, em uma entrevista presente no livro Renato Russo de A a Z, ele seria ainda mais enfático: “Não dá pra acreditar na grande mídia, e têm pessoas servis, que acreditam em tudo o que lêem”.

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Ou, mais especificamente, sobre o jornalista Paulo Francis

“O Paulo Francis é um ressentido, em Nova York, com 60 anos de idade, escrevendo sobre o restaurante onde come, lendo a New Yorker, pinçando certas coisas dali e falando o que deu na revista. Eu acho que ele está gagá”, afirmou em uma entrevista em 1994.

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Por fim, quando falava sobre pensar diferente

“É preciso respeitar as pessoas que não são comuns, que não são maioria. Gente que não vai gritar pela Copa do Mundo, gente que pensa, que não aceita tudo o que é dito. A maior parte das pessoas não pensa, nem existe. O modelo da pessoa comum é vazio. Você não pode discordar de nada para não parecer diferente”, afirmou em uma entrevista em 1994.

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Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Saudade
Eduardo Costa
3
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
4
Dona Maria (Part. Jorge)
Thiago Brava
5
Não Era Você
João Bosco & Vinicius
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20 vezes em que Renato Russo foi extremamente sincero

Líder da Legião Urbana não tinha problemas em expor suas opiniões e modo de ver o mundo em entrevistas

por Lucas Borges Teixeira em 11/10/2016

Se há uma coisa que não se pode reclamar de Renato Russo era o seu jeito autêntico e honesto. Conhecido por dar boas e sinceras entrevistas, o líder da Legião Urbana era autêntico até na hora de admitir que “Tempo Perdido” ficou igualzinha ao som dos ingleses dos Smiths.

9 ARTISTAS QUE INFLUENCIARAM RENATO RUSSO

“Ele era a pessoa mais instável do mundo, apresentava sinais de… loucura até. Mas em momento algum foi incoerente”, afirmou o guitarrista Dado Villa-Lobos ao jornalista Ricardo Alexandre para o livro Dias De Luta - O Rock E O Brasil Dos Anos 80 (Editora Arquipélago). Não há quase nada que o roqueiro se recusasse a falar: de sua vida amorosa e descoberta da sexualidade a bandas contemporâneas e posições políticas.

COMO ERA O MUNDO QUANDO RENATO RUSSO MORREU

12 COVERS DA LEGIÃO URBANA

A mesma contundência que marcou suas letras também marcava seu posicionamento na frente das câmeras e em cima dos palcos. Para relembrar um dos maiores representantes do rock no Brasil no dia que marca 20 anos de sua morte, Billboard Brasil reuniu 20 momentos em que Renato Russo foi mais sincero que qualquer um. Veja a seguir:

15 MÚSICAS DA LEGIÃO URBANA QUE TALVEZ VOCÊ NÃO CONHEÇA, MAS DEVERIA

Quando falava positivamente sobre a própria obra

“Me desculpem a modéstia, mas todos os LPs da Legião Urbana têm clássicos. Mas o que é que eu posso fazer? É verdade. Alguns têm mais, outros têm menos, mas vmaos parar com essa coisa de primeiro disco, segundo disco. É a discografia toda”, declarou em uma entrevista em 1993.

Divulgação

Ou negativamente sobre a própria obra

“Quando terminamos de gravar ‘Tempo Perdido’, fiquei com vergonha de tanto que a música lembrava os Smiths”, revelou em uma entrevista em 1991.

Divulgação

Quando falava sobre o problema com álcool e drogas

“Não sou viciado. Eu não posso tomar drogas. Sou alcoólatra e dependente químico. Fequento um grupo de apoio, de autoajuda, de pessoas que têm o mesmo problema, que se reúnem para se dar força”, contou em entrevista em 1994.

Divulgação

Quando contava sobre perder a BV

“Meu primeiro beijo foi aos 9 anos, com minha namorada nos Estados Unidos. Achei a coisa mais nojenta”, afirmou em uma entrevista em 1994.

Divulgação

E também sobre descoberta da sexualidade

“Aos quatro anos, eu não brincava de médico com meninas. Para mim, não tinha graça nenhuma. Eu sabia que sexo era proibido. Sou de família católica, italiana. Sabia que tinham as brincadeiras com as meninas, mas eu queria era ver como eram os peruzinhos dos meninos”, declarou em entrevista em 1995.

Divulgação

Ou da sexualidade do brasileiro

“No Brasil, não dá mesmo para separar homo de hetero, porque todo mundo sabe que o brasileiro adora bunda, sexo anal”, declarou eme entrevista em 1994.

Divulgação

Quando falava sobre seus conhecimentos sobre moda

“Uso jeans e camiseta. Quando é uma roupa mais sofisticada, peço ajuda às minhas amigas”, revelou em entrevista em 1994.

Divulgação

Quando falava sobre rock n’ roll

“Aí o cara chega e fala: ‘pô rock n’ roll é um barra, é um trabalho’. Trabalho o cu! No dia em que o rock n’ roll for trabalho, então não é mais rock n’ roll”, afirmou em entrevista em 1987.

Divulgação

Ou de algumas bandas contemporâneas

“Se eu desconfiar que tem um garoto que não sabe a diferença entre Legião Urbana e Uns e Outros, aí eu vou fica realmente preocupado. (…) As pessoas não percebem que estamos trabalhando para caramba e acham que rock ’n’ roll é fazer versão de David Bowie e aparecer no Globo de Ouro [programa da Globo]. Ou fazer copiazinha de música de generais, como aquela horrorosa do Uns e Outros. Não tenho nada a ver com aquilo”, declarou em entrevista em 1989.

Divulgação

Piorava quando chegava nos próprios videoclipes

“A Legião Urbana só tem três ou quatro videoclipes, todos horriveizinhos”, afirmou em 1996.

Divulgação

Também fazia considerações sobre as, na época novidades, internacionais

“Existem bandas muito boas - Soundgarden, por exemplo - que todo mundo me diz: ‘cara, você tem que ouvir que eles são o máximo’. Mas aí eu vejo o clip na TV e eu não gosto muito. É bom, mas eu não gosto muito”, afirmou em uma entrevista à MTV em 1993.

Divulgação

Quando falava sobre fazer sucesso

“Quando você faz sucesso com uma banda de rock ’n’ roll, você tem que conviver justamente com as pessoas de quem queria fugir ao fundar uma banda de rock ’n’ roll”, afirmou em uma entrevista em 1987.

Divulgação

Quando falava sobre a atitude de parte da MPB

"O pessoal da MPB não segurou a peteca. Todos eles se acomodaram, e falam muito mal do rock. Não é comprar briga. (…) O Fagner disse que o pessoal da geração dele tem mais cultura, mas, pelo menos, da nossa geração ninguém roubou poesia da Cecília Meireles para colocar em música, sem pagar direito autoral. (…) A gente não precisa ir para os Estados Unidos para gravar um disco que vai custar US$ 800 mil, como fez o Djavan. Não tenho nada contra, mas é a tal história: não seguraram e não seguraram”, afirmou em uma entrevista em 1985, aos 25 anos.

Divulgação

Quando ele reclamava até sobre o a exaltação dos fãs

“Porque todo mundo pede música da Legião e fica um auê. Essa música [“Pais e Filhos”] é muito, muito séria, me desgasta pra caralho quando a gente toca e as pessoas não percebem. É tipo: ‘ela se jogou da janela do quinto andar’. É sobre uma menina que tem problema com os pais, ela se jogou da janela e não existe amanhã. Sabe? Eu acho bacana, a gente vai tocar, é uma música bonita, mas existe um clima em torno de algumas músicas da gente que me assusta”, discursou o roqueiro depois que a jovem plateia do Programa Livre, em 1994, comemorou que eles tocariam “Pais e Filhos”. 

Divulgação

Quando ele falava sobre diferentes estilos musicais

“Tem uma parte do disco As Quatro Estações com uma música árabe, mas vou deixar bem claro: não é world music. Detesto world music. Pior que isso, só new age”, declarou em entrevista em 1989.

Divulgação

Quando exaltava a morte de um ditador

“A morte de um ditador me conforta e, creio, conforta a todas as pessoas que sonham com um Brasil livre e bonito. Então, vamos fazer a celebração da morte de mais um fascista”, declarou o roqueiro no palco do Circo Voador, no Rio de Janeiro, no dia da morte do ex-presidente Emílio Garrastazu Médici.

Divulgação

Quando falava sobre machistas e fascistas

Não é só em “Clarisse” (Uma Outra Estação, 1997) que Renato Russo coloca o machismo com um dos principais problemas da sociedade moderna. Ele deixava isso bem claro em entrevista, como nesta, para o programa MTV No Ar, em 1994, presente no DVD Entrevistas MTV - Renato Russo: “Tem nazista em tudo quanto é lugar do Brasil, mas em São Paulo tem essas galerinhas de careca, esses babaquinhas: um bando de bicha enrustida, diga-se de passagem… Homem que é homem não precisa dar porrada em ninguém, não fica andando junto com homem. Tipo assim, esses playboys que ficam aqueles dez, coçando o saco. Não tem namorada, mas fala de toda menina que passa. Quer dizer, são sexistas, são intolerantes, são idiotas”.

Divulgação

E também sobre o papel da imprensa nisso tudo

Na mesma entrevista, sobrou para as publicações nacionais. “[Seu primeiro disco solo] é pra falar sobre o fascismo mesmo. Acho que a imprensa tá vacilando, tá pisando na bola, entendeu? Tem jornais grandes aqui do Rio de Janeiro dando página inteira pra fascista e pra careca… Parece reportagem de moda, entendeu? ‘Não, é porque eu gosto de dar porrada’, sabe qual é. Reportagem de moda! Você lê aquilo e ninguém faz nada, sabe?”

Dois anos depois, em uma entrevista presente no livro Renato Russo de A a Z, ele seria ainda mais enfático: “Não dá pra acreditar na grande mídia, e têm pessoas servis, que acreditam em tudo o que lêem”.

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Ou, mais especificamente, sobre o jornalista Paulo Francis

“O Paulo Francis é um ressentido, em Nova York, com 60 anos de idade, escrevendo sobre o restaurante onde come, lendo a New Yorker, pinçando certas coisas dali e falando o que deu na revista. Eu acho que ele está gagá”, afirmou em uma entrevista em 1994.

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Por fim, quando falava sobre pensar diferente

“É preciso respeitar as pessoas que não são comuns, que não são maioria. Gente que não vai gritar pela Copa do Mundo, gente que pensa, que não aceita tudo o que é dito. A maior parte das pessoas não pensa, nem existe. O modelo da pessoa comum é vazio. Você não pode discordar de nada para não parecer diferente”, afirmou em uma entrevista em 1994.

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