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9 jingles que você sabe cantar até o fim

Formato usado na publicidade completa 85 anos no Brasil em novembro e foi inaugurado por Ademar Casé

por Redação em 14/11/2017

Quem nunca cantou a música de um comercial sem nem perceber? Muito comuns, os jingles geram conexão com o consumidor por causa da memória e quando você menos espera, está lá cantando a tal música e, é claro, lembrando do produto anunciado.

Nesse mês, o jingle completa 85 anos no país – o primeiro jingle brasileiro foi de Ademar Casé (avô da Regina Casé) para vender pão – e, para comemorar, o estúdio Comando S fez um levantamento com alguns deles, de diferentes épocas, que são inesquecíveis. Será que você lembra de todos?

Iogurte grego (Vigor)

"Gostoso, cremoso, quando acaba a gente quer de novo". Certamente você já cantarolou o jingle do iogurte grego da Vigor. Você acredita que a campanha começou a ser veiculada há mais três anos?

"Vem Pro lado NET da vida" (NET)

Aquele assobio não é unanimidade entre o público, mas não dá para esquecê-lo. A campanha é um dos maiores grudes da propaganda brasileira e foi veiculada de forma massiva na TV.

"Poupança Bamerindus" (Bamerindus)

O bordão "o tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa" é um sucesso absoluto, mesmo depois do fim do Bamerindus, vendido na década de 90 para o Grupo HSBC.

"Pôneis malditos" (Nissan)

"Pôneis malditos/pôneis malditos venham com a gente atolar...". Não houve quem não cantasse a excêntrica melodia em 2011. O jingle virou febre e é lembrado até hoje.

"Vem pra Caixa você também" (Caixa Econômica)

O jingle clássico dos anos 80 virou case para aulas de português pelo uso incorreto da locução "vem". A Caixa voltou a usar o jingle de uma forma atualizada em campanhas no início da década.

"Pipoca com guaraná" (Guaraná Antarctica)

"Pipoca com sal, que sede que dá/ Eu quero ver pipoca pular/Sou louca por pipoca e guaraná". A campanha que oferecia uma combinação de sabores com o Guaraná Antarctica – posteriormente viria uma versão com sanduíche – explodiu entre o público no início dos anos 90.

“Taste The Feeling” (Coca-Cola)

Campanha mundial da marca de refrigerantes veiculada em 2016, a música cresceu tanto que era reproduzida em rádios e ganhou versão em português com o brasileiro Luan Santana. A faixa foi composta pelo DJ sueco Aviici e é cantada pelo australiano Conrad Sewell.

“Quem bate? É o frio” (Pernambucanas)

Esse jingle foi criado em 1962 por Heitor Carillo, um dos grandes nomes da criação publicitária em formato de música, e foi retomado em 2008, quando a rede de lojas completou 100 anos.

“Etiquetas adesivas” (Mack Color)

A empresa de materiais promocionais está presente em grande parte das grandes radios – até porque ela produz os adesivos, bones e camisetas que há alguns anos eram disputados à tapa pelos ouvintes.

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por Redação em 14/11/2017

Quem nunca cantou a música de um comercial sem nem perceber? Muito comuns, os jingles geram conexão com o consumidor por causa da memória e quando você menos espera, está lá cantando a tal música e, é claro, lembrando do produto anunciado.

Nesse mês, o jingle completa 85 anos no país – o primeiro jingle brasileiro foi de Ademar Casé (avô da Regina Casé) para vender pão – e, para comemorar, o estúdio Comando S fez um levantamento com alguns deles, de diferentes épocas, que são inesquecíveis. Será que você lembra de todos?

Iogurte grego (Vigor)

"Gostoso, cremoso, quando acaba a gente quer de novo". Certamente você já cantarolou o jingle do iogurte grego da Vigor. Você acredita que a campanha começou a ser veiculada há mais três anos?

"Vem Pro lado NET da vida" (NET)

Aquele assobio não é unanimidade entre o público, mas não dá para esquecê-lo. A campanha é um dos maiores grudes da propaganda brasileira e foi veiculada de forma massiva na TV.

"Poupança Bamerindus" (Bamerindus)

O bordão "o tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa" é um sucesso absoluto, mesmo depois do fim do Bamerindus, vendido na década de 90 para o Grupo HSBC.

"Pôneis malditos" (Nissan)

"Pôneis malditos/pôneis malditos venham com a gente atolar...". Não houve quem não cantasse a excêntrica melodia em 2011. O jingle virou febre e é lembrado até hoje.

"Vem pra Caixa você também" (Caixa Econômica)

O jingle clássico dos anos 80 virou case para aulas de português pelo uso incorreto da locução "vem". A Caixa voltou a usar o jingle de uma forma atualizada em campanhas no início da década.

"Pipoca com guaraná" (Guaraná Antarctica)

"Pipoca com sal, que sede que dá/ Eu quero ver pipoca pular/Sou louca por pipoca e guaraná". A campanha que oferecia uma combinação de sabores com o Guaraná Antarctica – posteriormente viria uma versão com sanduíche – explodiu entre o público no início dos anos 90.

“Taste The Feeling” (Coca-Cola)

Campanha mundial da marca de refrigerantes veiculada em 2016, a música cresceu tanto que era reproduzida em rádios e ganhou versão em português com o brasileiro Luan Santana. A faixa foi composta pelo DJ sueco Aviici e é cantada pelo australiano Conrad Sewell.

“Quem bate? É o frio” (Pernambucanas)

Esse jingle foi criado em 1962 por Heitor Carillo, um dos grandes nomes da criação publicitária em formato de música, e foi retomado em 2008, quando a rede de lojas completou 100 anos.

“Etiquetas adesivas” (Mack Color)

A empresa de materiais promocionais está presente em grande parte das grandes radios – até porque ela produz os adesivos, bones e camisetas que há alguns anos eram disputados à tapa pelos ouvintes.