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A mulher na música: Billie Holiday, Aretha Franklin, Madonna, Beyoncé, Lady Gaga e mais.

por em 09/03/2014

Muito ainda se fala sobre o papel das mulheres, seja na sociedade, no trabalho ou em casa, mas se engana quem pensa que elas não tiveram também que lutar para conquistar um papel importante na música. Atualmente, entre as 100 músicas mais populares dos Estados Unidos, as mulheres ocupam mais de 20 colocações, sendo donas dos hits mais populares e vendidos da parada. O “sexo frágil” driblou o machismo na indústria musical e deu voz a canções políticas, sexuais, feministas e de outros cunhos polêmicos. Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a Billboard Brasil selecionou 15 personagens históricas, que ajudaram a dar vida a movimentos e inovaram na indústria do entretenimento.


Billie Holiday

Billie passou fome, foi violentada por vizinhos e internada em um reformatório. Se prostituiu, viciando-se em álcool, cocaína e outras drogas. Mesmo com todos os problemas, a partir de 1930 se transformou em uma das maiores intérpretes do jazz.


 Ella Fitzgerald 

 Considerada uma das principais cantoras de jazz, Ella trabalhou como vigia em um bordel e em uma casa de apostas ligada a máfia. Graças a isso, foi presa e logo depois mandada para um reformatório, do qual fugiu. Aos 16 anos, a cantora participou de um show de calouros – foi quando começou seu estrelato, mesmo com um prêmio de apenas US$ 25.


Nina Simone

Quando jovem, foi impedida de entrar no mundo da música e perseguida por levantar a voz contra o racismo. A cantora também sofreu de violência doméstica. Dona de um dos maiores hinos da raça negra, “Mississippi Goddamn”, a pianista imortalizou hits, e chegou a cantar no enterro de Martin Luther King


Carmen Miranda

Com uma carreira brilhante não só no Brasil, a cantora, que se tornou a pioneira do tropicalismo, chegou a ser a artista mais bem paga nos Estados Unidos.


Aretha Franklin

Aretha foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall Of Fame. Sua versão para a faixa de Otis Redding, “Respect”, se tornou um sucesso nos anos 60 e 70, transformando-se em um dos principais hinos feministas de todos os tempos.


Tina Turner

A cantora é um dos principais nomes que a música mundial já viu, e também uma das vítimas mais conhecidas de abuso doméstico. Tina é uma das artistas mais versáteis do entretenimento, tendo um importante papel no mundo da música e do cinema.


Elis Regina

Elis é, sem sombra de dúvida, uma das mais importantes artistas femininas do Brasil. Foi uma das vozes contra a ditadura, seja em declarações públicas ou por meio de sua música.


Janis Joplin

Janis é considerada por muitos a rainha do rock and roll. Sem bons modos, elegância ou comportamento exemplar, a cantora quebrou tabus nos anos 1960. Com canções que falavam sobre amor doentio e perdas, a musa é lembrada até hoje por sua intensidade e voz marcante.


Cyndi Lauper e Madonna

Elas falavam sobre sexo, masturbação e assuntos polêmicos. Cyndi Lauper era o sinônimo da rebeldia oitentista. A imagem de Madonna cresceu com o passar do tempo. A artista se tornou uma ativista, que foge dos estereótipos desde os anos 1980. Sempre engajada e envolvida em assuntos políticos, religiosos e sociais, a dona de hinos como “Like A Prayer” se tornou um dos principais nomes da música popular.


Whitney Houston, Mariah Carey e Céline Dion

Donas dos anos 90, as cantoras trouxeram de volta ao mundo da música a elegância das artistas femininas. O termo “diva” tornou-se mais forte do que nunca naquela década, graças às grandes interpretações das artistas, que criaram hinos que influenciaram a próxima geração de grandes vocalistas.

 

Britney Spears e Christina Aguilera

A Disney nunca criou uma safra de artistas tão polêmicas e talentosas quanto estes dois nomes. No começo dos anos 2000, as adolescentes eram exemplos de comportamento, mas, mesmo naquela época, escandalizaram quando resolveram explodir sua sexualidade e fugir dos padrões impostos. As cantoras, que eram colegas desde 1991, no Club do Mickey, se tornaram os principais nomes da música pop desde Madonna.


Beyoncé

A cantora se destaca desde o Destiny’s Child. Beyoncé se lançou como artista solo em 2003, tornando-se um dos maiores nomes do R&B e uma das vocalistas mais influentes da época. A cantora também colocava assuntos feministas em grande parte das suas composições. Músicas como “Independent Woman Part I” deram à ela o prestígio de grande letrista. Hoje, o assunto domina a carreira da estrela, com faixas como Single Ladies (Put A Ring On It), “Run The World (Girls)” e “***Flawless”.

 

Shakira

A cantora latina mais famosa desde Gloria Estefan faz todo o mundo querer falar espanhol. Respeitada musicalmente e como pessoa, Shakira é uma das artistas mais influentes das últimas duas décadas.


Lady Gaga, Rihanna e Katy Perry

Mesmo em uma época de liberdade de expressão, juntas, as cantoras conseguiram evidenciar os monstros que ainda vivem na cabeça das pessoas. Os três fenômenos da era digital cantam e insinuam constantemente em suas obras assuntos como sexo e homossexualidade, escandalizando e explorando tabus ainda hoje não superados.


Miley Cyrus

Engana-se quem pensa que a ex-Hannah Montanna é só mais um projeto criado por uma gravadora ou montada sobre estratégias de marketing. Desde 2013, Miley está na boca do povo e nas manchetes dos veículos de comunicação. Sua música, comportamento e rebeldia criaram amor e ódio ao redor de todo o globo.







 


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Marília Mendonça
4
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Maiara & Maraisa
5
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A mulher na música: Billie Holiday, Aretha Franklin, Madonna, Beyoncé, Lady Gaga e mais.

por em 09/03/2014

Muito ainda se fala sobre o papel das mulheres, seja na sociedade, no trabalho ou em casa, mas se engana quem pensa que elas não tiveram também que lutar para conquistar um papel importante na música. Atualmente, entre as 100 músicas mais populares dos Estados Unidos, as mulheres ocupam mais de 20 colocações, sendo donas dos hits mais populares e vendidos da parada. O “sexo frágil” driblou o machismo na indústria musical e deu voz a canções políticas, sexuais, feministas e de outros cunhos polêmicos. Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a Billboard Brasil selecionou 15 personagens históricas, que ajudaram a dar vida a movimentos e inovaram na indústria do entretenimento.


Billie Holiday

Billie passou fome, foi violentada por vizinhos e internada em um reformatório. Se prostituiu, viciando-se em álcool, cocaína e outras drogas. Mesmo com todos os problemas, a partir de 1930 se transformou em uma das maiores intérpretes do jazz.


 Ella Fitzgerald 

 Considerada uma das principais cantoras de jazz, Ella trabalhou como vigia em um bordel e em uma casa de apostas ligada a máfia. Graças a isso, foi presa e logo depois mandada para um reformatório, do qual fugiu. Aos 16 anos, a cantora participou de um show de calouros – foi quando começou seu estrelato, mesmo com um prêmio de apenas US$ 25.


Nina Simone

Quando jovem, foi impedida de entrar no mundo da música e perseguida por levantar a voz contra o racismo. A cantora também sofreu de violência doméstica. Dona de um dos maiores hinos da raça negra, “Mississippi Goddamn”, a pianista imortalizou hits, e chegou a cantar no enterro de Martin Luther King


Carmen Miranda

Com uma carreira brilhante não só no Brasil, a cantora, que se tornou a pioneira do tropicalismo, chegou a ser a artista mais bem paga nos Estados Unidos.


Aretha Franklin

Aretha foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall Of Fame. Sua versão para a faixa de Otis Redding, “Respect”, se tornou um sucesso nos anos 60 e 70, transformando-se em um dos principais hinos feministas de todos os tempos.


Tina Turner

A cantora é um dos principais nomes que a música mundial já viu, e também uma das vítimas mais conhecidas de abuso doméstico. Tina é uma das artistas mais versáteis do entretenimento, tendo um importante papel no mundo da música e do cinema.


Elis Regina

Elis é, sem sombra de dúvida, uma das mais importantes artistas femininas do Brasil. Foi uma das vozes contra a ditadura, seja em declarações públicas ou por meio de sua música.


Janis Joplin

Janis é considerada por muitos a rainha do rock and roll. Sem bons modos, elegância ou comportamento exemplar, a cantora quebrou tabus nos anos 1960. Com canções que falavam sobre amor doentio e perdas, a musa é lembrada até hoje por sua intensidade e voz marcante.


Cyndi Lauper e Madonna

Elas falavam sobre sexo, masturbação e assuntos polêmicos. Cyndi Lauper era o sinônimo da rebeldia oitentista. A imagem de Madonna cresceu com o passar do tempo. A artista se tornou uma ativista, que foge dos estereótipos desde os anos 1980. Sempre engajada e envolvida em assuntos políticos, religiosos e sociais, a dona de hinos como “Like A Prayer” se tornou um dos principais nomes da música popular.


Whitney Houston, Mariah Carey e Céline Dion

Donas dos anos 90, as cantoras trouxeram de volta ao mundo da música a elegância das artistas femininas. O termo “diva” tornou-se mais forte do que nunca naquela década, graças às grandes interpretações das artistas, que criaram hinos que influenciaram a próxima geração de grandes vocalistas.

 

Britney Spears e Christina Aguilera

A Disney nunca criou uma safra de artistas tão polêmicas e talentosas quanto estes dois nomes. No começo dos anos 2000, as adolescentes eram exemplos de comportamento, mas, mesmo naquela época, escandalizaram quando resolveram explodir sua sexualidade e fugir dos padrões impostos. As cantoras, que eram colegas desde 1991, no Club do Mickey, se tornaram os principais nomes da música pop desde Madonna.


Beyoncé

A cantora se destaca desde o Destiny’s Child. Beyoncé se lançou como artista solo em 2003, tornando-se um dos maiores nomes do R&B e uma das vocalistas mais influentes da época. A cantora também colocava assuntos feministas em grande parte das suas composições. Músicas como “Independent Woman Part I” deram à ela o prestígio de grande letrista. Hoje, o assunto domina a carreira da estrela, com faixas como Single Ladies (Put A Ring On It), “Run The World (Girls)” e “***Flawless”.

 

Shakira

A cantora latina mais famosa desde Gloria Estefan faz todo o mundo querer falar espanhol. Respeitada musicalmente e como pessoa, Shakira é uma das artistas mais influentes das últimas duas décadas.


Lady Gaga, Rihanna e Katy Perry

Mesmo em uma época de liberdade de expressão, juntas, as cantoras conseguiram evidenciar os monstros que ainda vivem na cabeça das pessoas. Os três fenômenos da era digital cantam e insinuam constantemente em suas obras assuntos como sexo e homossexualidade, escandalizando e explorando tabus ainda hoje não superados.


Miley Cyrus

Engana-se quem pensa que a ex-Hannah Montanna é só mais um projeto criado por uma gravadora ou montada sobre estratégias de marketing. Desde 2013, Miley está na boca do povo e nas manchetes dos veículos de comunicação. Sua música, comportamento e rebeldia criaram amor e ódio ao redor de todo o globo.