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Adam Levine se derrete pelo New Radicals: "brilhante!"

por em 16/02/2015
Adam
Levine é uma das maiores estrelas pop da atualidade. O frontman do Maroon 5 já teve seu trabalho reconhecido por todas as maiores premiações da música, fez shows nas maiores arenas do mundo e conquistou diversos discos de ouro e de platina. Mas, agora, o americano está prestes a fazer algo inédito em sua carreira e está muito animado: se apresentar no Oscar. No dia 22 de fevereiro, Levine irá cantar a música “Lost Stars”, da trilha sonora do filme Mesmo Se Nada Der Certo. Ela foi composta por Gregg Alexander e Danielle Brisebois e está indicada ao prêmio de Melhor Canção Original. “Tocar no Oscar deve ser ainda melhor do que ser indicado!”, brincou o artista, em entrevista ao The Hollywood Reporter, na sexta-feira (13/02), já que apenas quem escreveu a faixa concorre à estatueta. Um convite para se apresentar na premiação, diante de uma plateia formada por algumas das maiores estrelas do cinema e de uma audiência televisiva de centenas de milhões de pessoas, seria especial em qualquer circunstância. Mas, para o músico, tem um significado especial: “Isso aconteceu para mim por uma música que canto em um filme do qual participei, o que torna isso ainda mais importante. Raramente é assim. Geralmente, existe algum tipo de separação. Parece ainda mais legítimo e puro e envolvente estar lá”. Sobre seu envolvimento no longa, o jurado do The Voice ainda não consegue acreditar que teve essa oportunidade: “Foi necessário uma enorme confiança de Jon Carney em mim, porque nunca havia atuado antes. Ele entrou em contato comigo e me perguntou, muito aleatoriamente, se eu estaria interessado em atuar. Respondi que, até ele me ligar, não estava”. E rapidamente concluiu: “Se eu fizer apenas um filme em toda a minha vida, parece que esse é o que faz mais sentido. Não sei para onde irei depois daqui, mas esse era o meu papel. Realmente acredito nisso e estou muito feliz que isso apareceu no meu caminho”. Uma das coisas que mais o atraiu foi sua identificação com o personagem: um homem que alcança o sucesso e não sabe como lidar com tudo perfeitamente: “Essa cara estava passando por muita coisa pela qual eu passei. Quando vi isso no papel, simplesmente sabia que era parcialmente quem eu sou e parte do que acho que muitas pessoas passam quando vivem qualquer tipo de sucesso na música pela primeira vez. Geralmente, elas são inseguras, e insegurança e grandes quantidades de sucesso não se misturam muito bem”. Mas mais importante ainda para o cantor foi a oportunidade de cantar uma música coescrita pelo vocalista do New Radicals: “Conheço Gregg Alexander desde sempre, seguindo sua carreira, e ele é brilhante. Me lembro da primeira fez que ouvi o álbum do New Radicals [a banda lançou apenas um, em 1999]. Praticamente, esse disco existia em uma bolha”. Disse que todas as músicas de Alexander têm uma qualidade rara: “Elas não parecem ser de alguma década específica. Elas sempre soam atemporais. Para mim, você não consegue dizer se o álbum do New Radicals é dos anos 1980 ou 1990 ou até do final dos anos 1970 ou 2000. Seu talento e seu estilo de composição são incrivelmente atemporais. As pessoas nem sabem quantas músicas ele escreveu. Ele é, na verdade, uma grande influência para tantos compositores e tantos artistas que têm hits agora. Até a música que o Maroon 5 acaba de lançar [“My Heart Is Open”] soa como Gregg Alexander. Ele é subestimando, na minha opinião – até agora”. Quando Levine pode finalmente conhecer as faixas que Alexander e sua parceria de composição de muitos anos Danielle Brisebois haviam feito para o filme, soube imediatamente que não havia depositado sua confiança nas pessoas erradas: “Com certeza, no momento eu que ouvi a música, pensei ‘ok, sim, isso é exatamente o que estava esperando: brilhantes, impressionante, incrível’. Era ótima. No instante em que ouvi essas músicas, podia me imaginar cantando todas. E parecia que ninguém, de uma maneira estranha, era tão preparado quanto eu para fazer isso”. A cereja do bolo era “Lost Stars”, uma metáfora sobre pessoas tentando encontrar seu caminho, cantada pelo vocalista e sua coestrela, Keira Knightley, em vários pontos cruciais do longa. Inicialmente, a produção se chamaria Can A Song Save Your Life? (“uma música pode salvar sua vida?”) e, segundo Alexander, essa era a faixa que deveria salvar uma vida. “Era dolorosamente óbvio que essa música não deveria ser mexida”, disse Levine. “Era perfeita. Era linda. Então, eu apenas o agradeci, tipo, ‘ótimo, perfeito, incrível, vamor fazer isso’. Foi instantâneo. Me envolvi nela rápida e facilmente porque é assim que ele escreve”, completou. Durante as gravações, enquanto Keira sentia-se mais confortável com sua atuação do que com sua cantoria, com Levine aconteceu exatamente o oposto: “Meio que me lembro de toda a experiência: Keira reclamando de seu canto e sentindo-se paralisada pela coisa toda e eu reclamando da minha atuação e me sentindo paralisado pela coisa toda. Então, trocávamos discursos motivacionais”. No final, a atriz mostrou ser mais do que capaz de cantar bem e o cantor mostrou uma boa atuação. O músico também ajudou a não deixar “Lost Stars” perder a atenção do público após não ter sido indicada ao Globo de Ouro, em dezembro. No dia 15 daquele mês, apresentou a música no The Voiceao lado de um dos participantes, Matt McAndrew. A performance logo chegou ao topo das listas das músicas mais tocadas, aumentando o interesse por ela quando as votações para escolher os indicados ao Oscar começaram, alguns dias depois. Agora, a faixa está na disputa pelo prêmio de Melhor Canção Original, em uma corrida que não tem um favorito óbvio. Se “Lost Stars” ganhar ou não a estatueta, Adam Levine terá seu momento no palco da premiação: “Neste ponto da minha vida, há tantas razões para eu me beliscar que estou começando a ficar preocupado”, disse, citando essa performance como um dos principais feitos de sua carreira. “Eu queria ter escrito essa música, mas posso fazer a segunda melhor coisa, que é cantá-la”, concluiu sorrindo.
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4
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Maiara & Maraisa
5
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Adam Levine se derrete pelo New Radicals: "brilhante!"

por em 16/02/2015
Adam
Levine é uma das maiores estrelas pop da atualidade. O frontman do Maroon 5 já teve seu trabalho reconhecido por todas as maiores premiações da música, fez shows nas maiores arenas do mundo e conquistou diversos discos de ouro e de platina. Mas, agora, o americano está prestes a fazer algo inédito em sua carreira e está muito animado: se apresentar no Oscar. No dia 22 de fevereiro, Levine irá cantar a música “Lost Stars”, da trilha sonora do filme Mesmo Se Nada Der Certo. Ela foi composta por Gregg Alexander e Danielle Brisebois e está indicada ao prêmio de Melhor Canção Original. “Tocar no Oscar deve ser ainda melhor do que ser indicado!”, brincou o artista, em entrevista ao The Hollywood Reporter, na sexta-feira (13/02), já que apenas quem escreveu a faixa concorre à estatueta. Um convite para se apresentar na premiação, diante de uma plateia formada por algumas das maiores estrelas do cinema e de uma audiência televisiva de centenas de milhões de pessoas, seria especial em qualquer circunstância. Mas, para o músico, tem um significado especial: “Isso aconteceu para mim por uma música que canto em um filme do qual participei, o que torna isso ainda mais importante. Raramente é assim. Geralmente, existe algum tipo de separação. Parece ainda mais legítimo e puro e envolvente estar lá”. Sobre seu envolvimento no longa, o jurado do The Voice ainda não consegue acreditar que teve essa oportunidade: “Foi necessário uma enorme confiança de Jon Carney em mim, porque nunca havia atuado antes. Ele entrou em contato comigo e me perguntou, muito aleatoriamente, se eu estaria interessado em atuar. Respondi que, até ele me ligar, não estava”. E rapidamente concluiu: “Se eu fizer apenas um filme em toda a minha vida, parece que esse é o que faz mais sentido. Não sei para onde irei depois daqui, mas esse era o meu papel. Realmente acredito nisso e estou muito feliz que isso apareceu no meu caminho”. Uma das coisas que mais o atraiu foi sua identificação com o personagem: um homem que alcança o sucesso e não sabe como lidar com tudo perfeitamente: “Essa cara estava passando por muita coisa pela qual eu passei. Quando vi isso no papel, simplesmente sabia que era parcialmente quem eu sou e parte do que acho que muitas pessoas passam quando vivem qualquer tipo de sucesso na música pela primeira vez. Geralmente, elas são inseguras, e insegurança e grandes quantidades de sucesso não se misturam muito bem”. Mas mais importante ainda para o cantor foi a oportunidade de cantar uma música coescrita pelo vocalista do New Radicals: “Conheço Gregg Alexander desde sempre, seguindo sua carreira, e ele é brilhante. Me lembro da primeira fez que ouvi o álbum do New Radicals [a banda lançou apenas um, em 1999]. Praticamente, esse disco existia em uma bolha”. Disse que todas as músicas de Alexander têm uma qualidade rara: “Elas não parecem ser de alguma década específica. Elas sempre soam atemporais. Para mim, você não consegue dizer se o álbum do New Radicals é dos anos 1980 ou 1990 ou até do final dos anos 1970 ou 2000. Seu talento e seu estilo de composição são incrivelmente atemporais. As pessoas nem sabem quantas músicas ele escreveu. Ele é, na verdade, uma grande influência para tantos compositores e tantos artistas que têm hits agora. Até a música que o Maroon 5 acaba de lançar [“My Heart Is Open”] soa como Gregg Alexander. Ele é subestimando, na minha opinião – até agora”. Quando Levine pode finalmente conhecer as faixas que Alexander e sua parceria de composição de muitos anos Danielle Brisebois haviam feito para o filme, soube imediatamente que não havia depositado sua confiança nas pessoas erradas: “Com certeza, no momento eu que ouvi a música, pensei ‘ok, sim, isso é exatamente o que estava esperando: brilhantes, impressionante, incrível’. Era ótima. No instante em que ouvi essas músicas, podia me imaginar cantando todas. E parecia que ninguém, de uma maneira estranha, era tão preparado quanto eu para fazer isso”. A cereja do bolo era “Lost Stars”, uma metáfora sobre pessoas tentando encontrar seu caminho, cantada pelo vocalista e sua coestrela, Keira Knightley, em vários pontos cruciais do longa. Inicialmente, a produção se chamaria Can A Song Save Your Life? (“uma música pode salvar sua vida?”) e, segundo Alexander, essa era a faixa que deveria salvar uma vida. “Era dolorosamente óbvio que essa música não deveria ser mexida”, disse Levine. “Era perfeita. Era linda. Então, eu apenas o agradeci, tipo, ‘ótimo, perfeito, incrível, vamor fazer isso’. Foi instantâneo. Me envolvi nela rápida e facilmente porque é assim que ele escreve”, completou. Durante as gravações, enquanto Keira sentia-se mais confortável com sua atuação do que com sua cantoria, com Levine aconteceu exatamente o oposto: “Meio que me lembro de toda a experiência: Keira reclamando de seu canto e sentindo-se paralisada pela coisa toda e eu reclamando da minha atuação e me sentindo paralisado pela coisa toda. Então, trocávamos discursos motivacionais”. No final, a atriz mostrou ser mais do que capaz de cantar bem e o cantor mostrou uma boa atuação. O músico também ajudou a não deixar “Lost Stars” perder a atenção do público após não ter sido indicada ao Globo de Ouro, em dezembro. No dia 15 daquele mês, apresentou a música no The Voiceao lado de um dos participantes, Matt McAndrew. A performance logo chegou ao topo das listas das músicas mais tocadas, aumentando o interesse por ela quando as votações para escolher os indicados ao Oscar começaram, alguns dias depois. Agora, a faixa está na disputa pelo prêmio de Melhor Canção Original, em uma corrida que não tem um favorito óbvio. Se “Lost Stars” ganhar ou não a estatueta, Adam Levine terá seu momento no palco da premiação: “Neste ponto da minha vida, há tantas razões para eu me beliscar que estou começando a ficar preocupado”, disse, citando essa performance como um dos principais feitos de sua carreira. “Eu queria ter escrito essa música, mas posso fazer a segunda melhor coisa, que é cantá-la”, concluiu sorrindo.