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Adele fala sobre Amy Winehouse, fama e maternidade

por em 29/10/2015
Depo
is do lançamento do primeiro single do tão esperado álbum 25, “Hello”, Adele está na capa da edição The Here and Now da revista i-D. Na entrevista, a britânica falou sobre diversos assuntos – desde a maternidade e a relação com a fama até sua admiração por Amy Winehouse. Confira, a seguir, os melhores momentos: i-d-adele-cover-oct-2015-billboard-embed Sobre a vida de mãe: “É difícil. Eu achei que seria fácil. Todo mundo faz isso, como pode ser tão difícil? Eu não fazia ideia. É difícil, mas é fenomenal. É a maior coisa que eu já fiz. Ele faz com que eu seja uma babaca, com que eu me sinta jovem e não há nada que te traga mais para a realidade do que uma criança esperneando e se recusando a fazer o que você mandou. Antes,o meu mundo girava só em torno de mim, mas agora tem que girar ao redor dele.” Sobre o impacto que Amy Winehouse teve na sua carreira: “Se não fosse por Amy eFrank, com certeza eu não teria pego o meu violão, não teria composto 'Daydreamer' ou 'Hometown', e eu escrevi 'Someone Like You' no violão, também. Ao contrário do que dizem, eu e Amy não nos conhecíamos de verdade, não éramos amigas nem nada do tipo. Eu estudei na Brit School e ela também, por pouco tempo. Mas, com certeza, se eu não tivesse ouvidoFrank isso não teria acontecido. Eu adorava ela.” Sobre a sua relação com a fama: "Eu simplesmente tenho medo, sabe? Medo de isso me destruir e me arruinar. De me perder e ficar como algumas das pessoas que eu amo. Eu tenho medo. E tenho medo pelas pessoas que eu amo, de elas acharem que me perderam. É basicamente como em Stars In Their Eyes [programa britânico de televisão]: você entra na fumaça e sai como outra pessoa. Me preocupo que eles me vejam entrar na fumaça e nunca mais sair. A fama é um pouco tóxica. Já tenho toxinas o bastante no meu corpo, não preciso disso!. Não é que eu queira ser uma vaca anti-fama... Eu só quero ter uma vida normal para poder escrever meus álbuns. Ninguém quer ouvir um disco de alguém que perdeu a noção da realidade. Então eu vivo uma vida discreta”, acrescentou.
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Saudade
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Maiara & Maraisa
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Adele fala sobre Amy Winehouse, fama e maternidade

por em 29/10/2015
Depo
is do lançamento do primeiro single do tão esperado álbum 25, “Hello”, Adele está na capa da edição The Here and Now da revista i-D. Na entrevista, a britânica falou sobre diversos assuntos – desde a maternidade e a relação com a fama até sua admiração por Amy Winehouse. Confira, a seguir, os melhores momentos: i-d-adele-cover-oct-2015-billboard-embed Sobre a vida de mãe: “É difícil. Eu achei que seria fácil. Todo mundo faz isso, como pode ser tão difícil? Eu não fazia ideia. É difícil, mas é fenomenal. É a maior coisa que eu já fiz. Ele faz com que eu seja uma babaca, com que eu me sinta jovem e não há nada que te traga mais para a realidade do que uma criança esperneando e se recusando a fazer o que você mandou. Antes,o meu mundo girava só em torno de mim, mas agora tem que girar ao redor dele.” Sobre o impacto que Amy Winehouse teve na sua carreira: “Se não fosse por Amy eFrank, com certeza eu não teria pego o meu violão, não teria composto 'Daydreamer' ou 'Hometown', e eu escrevi 'Someone Like You' no violão, também. Ao contrário do que dizem, eu e Amy não nos conhecíamos de verdade, não éramos amigas nem nada do tipo. Eu estudei na Brit School e ela também, por pouco tempo. Mas, com certeza, se eu não tivesse ouvidoFrank isso não teria acontecido. Eu adorava ela.” Sobre a sua relação com a fama: "Eu simplesmente tenho medo, sabe? Medo de isso me destruir e me arruinar. De me perder e ficar como algumas das pessoas que eu amo. Eu tenho medo. E tenho medo pelas pessoas que eu amo, de elas acharem que me perderam. É basicamente como em Stars In Their Eyes [programa britânico de televisão]: você entra na fumaça e sai como outra pessoa. Me preocupo que eles me vejam entrar na fumaça e nunca mais sair. A fama é um pouco tóxica. Já tenho toxinas o bastante no meu corpo, não preciso disso!. Não é que eu queira ser uma vaca anti-fama... Eu só quero ter uma vida normal para poder escrever meus álbuns. Ninguém quer ouvir um disco de alguém que perdeu a noção da realidade. Então eu vivo uma vida discreta”, acrescentou.