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Angus Young revela que o irmão, Malcolm, demonstrava sinais de doença desde 2008

por em 03/12/2014
Em e
ntrevista a um programa de televisão australiano, Angus Young revelou que seu irmão, Malcolm, já mostrava sinais de demência quando o AC/DC preparava Black Ice, álbum de 2008. “Quando estávamos escrevendo músicas juntos, eu e ele, era perceptível”, disse o lendário guitarrista. “Malcolm sempre foi muito organizado. Era meio estranho, porque foi a primeira vez que o vi confuso com uma série de coisas. Foi aí que eu percebi que algo não estava bem. Quando nós estávamos fazendo o álbum, ficou ainda mais claro. Então ele passou a ficar confuso também durante as viagens”, completou. Malcolm, que tocava a guitarra de base da banda, continuou “escrevendo até que não pudesse mais continuar”, mas agora deixou o grupo devido à sua condição. Stevie Young, sobrinho dos irmãos Young, assumiu o posto do tio no novo álbum Rock Or Bust e estará na turnê do ano que vem – a participação do baterista Phil Rudd ainda permanece incerta por problemas com a justiça neozelandesa. Angus é bastante categórico ao dizer que Stevie tem o rock’n’roll correndo em suas veias. O músico explica que seu irmão era “um guitarrista rítmico sólido”. “Eu colocava um pouco de cor por cima. Entre nós dois, tentávamos fazer um único som sólido de guitarra. Malcolm é um músico muito forte, confiante. Stevie é do mesmo jeito.” O vocalista Brian Johnson completou: “Stevie se sairá bem”. Angus conversou confortavelmente sobre a criação de “Highway To Hell” e Brian falou sobre a “sorte” que teve com seus vocais feitos para o rock. Com 40 anos de carreira e um lugar no Hall Of Fame nas costas, o mais novo dos irmãos Young e guitarrista principal admite que o AC/DC acumulou um baú de tesouros de trabalhos inéditos. “Há caixas cheias de coisas, muitos riffs ótimos, ideias para músicas que nunca foram usadas.” O fundador da banda também revelou que o grupo considerou a aposentadoria. Mas quando questionando se o AC/DC irá continuar, não hesita: “Sim, claro. Você precisa amar isso. Eu ainda gosto de tocar guitarra e fazer uns acordes”.
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