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Artistas da música que usaram pseudônimos

Muitas vezes, os artistas acabam se escondendo por trás de apelidos para compor suas canções

por Redação em 14/07/2016

Na última quarta-feira (13/07), o DJ Calvin Harris usou seu Twitter para esclarecer rumores de que sua ex-namorada, Taylor Swift, tinha escrito seu último hit “This Is What You Came For”. Segundo o DJ, ela é responsável pela letra e até canta em um trecho da faixa, mas toda a produção da música foi feita por ele. Reunimos na galeria a seguir treze artistas da música que já usaram pseudônimos para compor:

Desde que o hit de Calvin foi divulgado, fãs já desconfiavam nas redes sociais que Taylor era a pessoa por trás do pseudônimo Nils Sjöberg. Diversas teorias circulavam, mas a história só foi confirmada agora, depois que a revista People obteve respostas da assessoria da cantora. Segundo Harris, a parceria era um segredo do casal.

Reprodução

Além de lançar músicas eletrônicas com o nome The Fireman, no começo de sua carreira, Paul McCartney usou o pseudônimo Bernard Webb para escrever a música “Woman” para a dupla Peter e Gordon. Ele também lançou Thrillington em 1977, um álbum creditado ao falso Percy “Thrills” Thrillington.

Divulgação

Durante os anos 1980, Prince escreveu uma dúzia de canções para outros artistas (Kenny Rogers, Sheena Easton, the Bangles, Cyndi Lauper) usando vários nomes, incluindo Joey Coco, Alexander Nevermind e Jamie Starr.

Divulgação

Ainda não há nenhuma prova definitiva de que o integrante do One Direction, Harry Styles, é de fato o misterioso compositor Mick Greenberg, mas a MTV fez uma busca no ano passado e encontrou provas de que ele co-escreveu músicas para Alex & Sierra, Ariana Grande e Gavin DeGraw.

Divulgação

Apesar de terem escrito muitos hits usando os nomes verdadeiros, Mick Jagger e Keith Richards também escreveram e produziram algumas faixas com o nome “The Glimmer Twins”, inclusive no álbum Still Life, de 1982.

Reprodução

O músico Elton John e seu companheiro de composições de longa data Bernie Taupin escreveram o hit “Don’t Go Breaking My Heart” para a cantora Kiki Dee em 1976, usando os nomes de Ann Orson e Carte Blanche.

 

Divulgação

É difícil se esconder quando você é um Beatle, mas Lennon conseguiu em 1975 para ajudar seu amigo Elton John, adotando o nome de Dr. Winston O’Boogie no cover que ele fez do clássico dos Beatles “Lucy in the Sky with Diamonds”.

Divulgação

Para driblar a ditadura militar brasileira nos anos 1970, Chico Buarque passou a assinar suas músicas como Julinho de Adelaide. Por ser muito conhecido, suas letras já eram censuradas só por levarem seu nome. As músicas “Acorda Amor”, “Jorge Maravilha” e “Milagre Brasileiro” foram aceitas pelos censores sem problemas.

Bob Wolfenson/Divulgação

 

Dale Nixon é um pseudônimo popular. Já foi usado por Greg Ginn, da banda Black Flag e Dave Grohl, quando tocou no álbum da banda Melvins, King Buzzo, de 1992. 

Divulgação

No final de 2011, o Green Day tocou em diversos shows secretos sob o nome Foxboro Hot Tubs. No setlist, apenas músicas inéditas, que no ano seguinte entrariam na trilogia ¡Uno!,¡Dos! e ¡Tré!.

Divulgação

Em 1995, o U2, em conjunto com seu produtor de longa data, Brian Eno, resolveu criar trilhas sonoras de filmes imaginários. Com o pseudônimo de The Passengers, o grupo conseguiu até um hit: “Miss Sarajevo”, com o tenor Luciano Pavarotti.

<iframe width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/gdczQ2LsY0I" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

Divulgação

Em 1995, o Metallica foi convidado para tocar no aniversário de Lemmy Kilmster, então líder do Motorhëad. Para o setlist, composto por covers da banda do aniversariante, o quarteto de thrash metal adotou o pseudônimo The Lemmys.

Divulgação

O guitarrista George Harrison era aberto à ideia de usar pseudônimos. Em 1960, durante a primeira turnê dos Beatles na Escócia, seu nome era Carl Harrison. Nove anos depois, quanto tocou guitarra na faixa “Badge”, do Cream, assinou como L’Angelo Misterioso. Já em 1988, quando montou o supergrupo Travelling Wilburys com ninguém menos que Roy Orbison, Bob Dylan, Jeff Lynne e Tom Petty, adotou o nome Nelson Wilbury no primeiro álbum e Spike Wilbury no segundo.

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Muitas vezes, os artistas acabam se escondendo por trás de apelidos para compor suas canções

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Na última quarta-feira (13/07), o DJ Calvin Harris usou seu Twitter para esclarecer rumores de que sua ex-namorada, Taylor Swift, tinha escrito seu último hit “This Is What You Came For”. Segundo o DJ, ela é responsável pela letra e até canta em um trecho da faixa, mas toda a produção da música foi feita por ele. Reunimos na galeria a seguir treze artistas da música que já usaram pseudônimos para compor:

Desde que o hit de Calvin foi divulgado, fãs já desconfiavam nas redes sociais que Taylor era a pessoa por trás do pseudônimo Nils Sjöberg. Diversas teorias circulavam, mas a história só foi confirmada agora, depois que a revista People obteve respostas da assessoria da cantora. Segundo Harris, a parceria era um segredo do casal.

Reprodução

Além de lançar músicas eletrônicas com o nome The Fireman, no começo de sua carreira, Paul McCartney usou o pseudônimo Bernard Webb para escrever a música “Woman” para a dupla Peter e Gordon. Ele também lançou Thrillington em 1977, um álbum creditado ao falso Percy “Thrills” Thrillington.

Divulgação

Durante os anos 1980, Prince escreveu uma dúzia de canções para outros artistas (Kenny Rogers, Sheena Easton, the Bangles, Cyndi Lauper) usando vários nomes, incluindo Joey Coco, Alexander Nevermind e Jamie Starr.

Divulgação

Ainda não há nenhuma prova definitiva de que o integrante do One Direction, Harry Styles, é de fato o misterioso compositor Mick Greenberg, mas a MTV fez uma busca no ano passado e encontrou provas de que ele co-escreveu músicas para Alex & Sierra, Ariana Grande e Gavin DeGraw.

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Apesar de terem escrito muitos hits usando os nomes verdadeiros, Mick Jagger e Keith Richards também escreveram e produziram algumas faixas com o nome “The Glimmer Twins”, inclusive no álbum Still Life, de 1982.

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O músico Elton John e seu companheiro de composições de longa data Bernie Taupin escreveram o hit “Don’t Go Breaking My Heart” para a cantora Kiki Dee em 1976, usando os nomes de Ann Orson e Carte Blanche.

 

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É difícil se esconder quando você é um Beatle, mas Lennon conseguiu em 1975 para ajudar seu amigo Elton John, adotando o nome de Dr. Winston O’Boogie no cover que ele fez do clássico dos Beatles “Lucy in the Sky with Diamonds”.

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Para driblar a ditadura militar brasileira nos anos 1970, Chico Buarque passou a assinar suas músicas como Julinho de Adelaide. Por ser muito conhecido, suas letras já eram censuradas só por levarem seu nome. As músicas “Acorda Amor”, “Jorge Maravilha” e “Milagre Brasileiro” foram aceitas pelos censores sem problemas.

Bob Wolfenson/Divulgação

 

Dale Nixon é um pseudônimo popular. Já foi usado por Greg Ginn, da banda Black Flag e Dave Grohl, quando tocou no álbum da banda Melvins, King Buzzo, de 1992. 

Divulgação

No final de 2011, o Green Day tocou em diversos shows secretos sob o nome Foxboro Hot Tubs. No setlist, apenas músicas inéditas, que no ano seguinte entrariam na trilogia ¡Uno!,¡Dos! e ¡Tré!.

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Em 1995, o U2, em conjunto com seu produtor de longa data, Brian Eno, resolveu criar trilhas sonoras de filmes imaginários. Com o pseudônimo de The Passengers, o grupo conseguiu até um hit: “Miss Sarajevo”, com o tenor Luciano Pavarotti.

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Em 1995, o Metallica foi convidado para tocar no aniversário de Lemmy Kilmster, então líder do Motorhëad. Para o setlist, composto por covers da banda do aniversariante, o quarteto de thrash metal adotou o pseudônimo The Lemmys.

Divulgação

O guitarrista George Harrison era aberto à ideia de usar pseudônimos. Em 1960, durante a primeira turnê dos Beatles na Escócia, seu nome era Carl Harrison. Nove anos depois, quanto tocou guitarra na faixa “Badge”, do Cream, assinou como L’Angelo Misterioso. Já em 1988, quando montou o supergrupo Travelling Wilburys com ninguém menos que Roy Orbison, Bob Dylan, Jeff Lynne e Tom Petty, adotou o nome Nelson Wilbury no primeiro álbum e Spike Wilbury no segundo.

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