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As 50 melhores músicas para celebrar o orgulho gay

Em comemoração ao Dia do Orgulho LGBT, os 50 maiores hinos atemporais gays

por Redação em 12/06/2016

O que faz de uma música um hino gay? Assim como a comunidade LGBT, a trilha sonora gay também é vasta e diversa. Existem os clássicos com as divas e seus vozeirões. Mas também existem aquelas músicas mais lentas, profundas, que refletem as batalhas com a aceitação pessoal e a rejeição social. Há, ainda, as virais e as músicas menos conhecidas, algumas tão boas quanto os clássicos. Apesar de ser impossível afirmar, com certeza, o que torna um título um “hino gay”, tentamos reunir alguns deles aqui.

50. "We R Who We R", Kesha (2010)

A pop star, que já foi apontada como bissexual, se sentiu afetada por uma série de suicídios de adolescentes gays e resolveu escrever essa música para celebrar a individualidade. Ela estreou em 1º lugar no Billboard Hot 100.  

Divulgação

49. "Heavy Cross", Gossip (2009)

Beth Ditto se descreve como “gorda, lésbica e feminista do Arkansas” e nunca esteve mais glamurosa do que nesse vídeo.

Reprodução

48. "Go West", Pet Shop Boys (1993)

Depois de apresentar a música – originalmente cantada pelo Village People – em um evento beneficente sobre AIDS em Manchester, a dupla a gravou em 1993. O vídeo, que conta com tecnologia bem atrasada de CGI, foi indicado ao Grammy na categoria de Melhor Clipe.

Divulgação

47. "It’s Raining Men", The Weather Girls (1982)

Izora Armstead e Martha Wash se conheceram como backing vocals do cantor Sylvester, que batizou o grupo com seu nome original: Two Tons o’ Fun. A dupla viu várias de suas músicas ocuparem o ranking dance, mas “It’s Raining Men” foi a única a aparecer no Hot 100 (em 46º lugar).

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46. "Follow Your Arrow", Kacey Musgraves (2013)

A sugestão de Kacey letra (“beije vários homens – ou beije várias mulheres, se for o que você gosta”) foi vista como um ataque ao Cristianismo por alguns, enquanto outros acreditaram ser uma mudança positiva na música country.

Getty Images

45. "Dancing On My Own", Robyn (2010)

Robyn se inspirou no seu amor por canções disco tristes e gays pra escrever essa música. Qualquer gay que disser que não se identifica com ela não merece confiança.

Reprodução

44. "Boys Keep Swinging", David Bowie (1979)

Apesar de a gravadora RCA ter decidido não lançar a música, Bowie fez uma performance dela no Saturday Night Live usando um figurino de marionete com efeitos especiais. O verso “other boys check you out” foi cortado, mas os censores falharam em perceber a ereção na marionete no final da música.

Reprodução

43. "Same Love", Macklemore & Ryan Lewis com participação de Mary Lambert (2012)

A música é, sem dúvida, bem-intencionada, mas é díficil imaginar que ela teria o mesmo impacto nos rankings (chegou a 11ª posição no Hot 100) se viesse da perspectiva de um gay. Independentemente disso, a performance da música no Grammy – quando Queen Latifah oficializou 33 casamentos de casais gays e héteros, enquanto Madonna cantava “Open Your Heart” – foi emocionante.  

Getty Images

42. "Bowlegged & Starving", Jay Brannan (2008)

Depois de seu papel no filme Shortbus, Brannan ficou famoso internacionalmente pelo MySpace e YouTube. Apesar de sua música nãoser um sucesso mainstream, sua forma de contar histórias – do ponto de vista de um homossexual – é renovadora.

Getty Images

41. "Dancing Queen", ABBA (1976)

Fato: o antigo candidato à presidência dos Estados Unidos John McCain listou essa música como sua favorita durante as eleições de 2008. “Dancing Queen” chegou ao 1º lugar do Hot 100 em 1977.

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40. "People Like Us", Kelly Clarkson (2012)

As músicas do repertório de Kelly sempre fazem sucesso nas noites lésbicas dos bares de karaokê. Essa música, com versos como “essa é a vida que escolhemos” e “se assuma, se tiver coragem”, ascendeu faíscas nos (falsos) rumores de que a cantora poderia ser gay. Ela é hétero – e agora casada – mas aceitou os rumores como elogio.

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39. "I Want To Break Free", Queen (1984)

A música mais gay do repertório do Queen não foi escrita por Freddie Mercury. Porém, foi ela que ganhou o clipe com a banda inteira vestida como personagens drag em uma novela.

Reprodução

38. "Firework", Katy Perry (2010)

Se você reparar nas letras da ofensiva “Ur So Gay” ou da exibicionista e falsa lésbica “I Kissed A Girl”, “Firework” parece mais oportunista do que autêntica. Mas Katy Perry foi se tornando mais progressista e é bem difícil ir a uma parada gay que não tenha essa música no repertório.

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37. "Come To My Window", Melissa Etheridge (1993)

Do álbum Yes I Am, essa música ganhadora do Grammy foi a primeira a ser lançada depois que Melissa se assumiu lésbica publicamente.  

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36. "Finally", CeCe Peniston (1992)

Essa animada música é uma das muitas que fazem parte da trilha sonora de Priscilla, A Rainha do Deserto.

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35. "We Are Family", Sister Sledge (1979)

A música é tocada durante a famosa cena de A Gaiola das Loucas em que Gene Hackman se veste de drag para evitar ser notado por paparazzi. As quatro integrantes do Sister Sledge são irmãs de verdade, mas a música ganhou um significado maior entre a comunidade gay.

Getty Images

34. "All The Lovers", Kylie Minogue (2010)

Kylie gravou este hino jovial como uma homenagem a sua grande base de fãs gays. O vídeo mostra um pacífico flashmob acontecendo nas ruas do centro de Los Angeles como um símbolo do amor.

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33. "The Origin Of Love", Hedwig And The Angry Inch (1998)

Anos depois da produção off-Broadway estrear, o show finalmente foi levado à Broadway. O musical ganhou o prêmio Tony Awards de 2014 como Melhor Revival de Musical, quando vários atores ocuparam o papel principal, como Neil Patrick Harris, Taye Diggs, Darren Criss e o escritor do show e protagonista original, John Cameron Mitchell.

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32. "Rebel Girl", Bikini Kill (1993)

A banda é uma das pioneiras no movimento feminista riot grrrl. A música, que tem versos como “garota rebelde/ você é a rainha do meu mundo” e “no seu beijo eu sinto a revolução”, foi relembrada recentemente no seriado Orange Is The New Black e em um clipe pró-Hillary Clinton.

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31. "Wild", Troye Sivan (2015)

Essa súplica por um amor esquecido foi a primeira parte da série de vídeos Blue Neighborhood de Troye Sivan.

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30. "Raise You Up/Just Be", Kinky Boots (2012)

O musical focado no mundo drag ganhou seis prêmios Tony, incluindo Melhor Musical, Melhor Trilha (com música e letra escritas pelo ícone gay Cyndi Lauper).

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29. "Ima Read", Zebra Katz com participação de Njena Reddd Foxxx (2012)

Existem diversos artistas do hip hop queer que merecem reconhecimento (Le1f, Cakes Da Killa e Mykki Blanco, entre outros), mas ZebraKatz e seu tributo ao filme Paris Is Burning se destaca.  

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28. "Grace Kelly", Mika (2007)

Várias músicas de Mika poderiam ter entrado na lista (“We Are Golden”, “Lollipop” ou “Last Party”, uma música sobre a festa que Freddie Mercury deu antes de morrer), mas “Grace Kelly” é o motivo pelo qual nos apaixonamos por ele. Mika é autêntico e não vai se conformar.

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27. "Take Me I’m Yours", Jobriath (1973)

Jobriath se descreve como “a fada mais real do rock” e foi o primeiro músico abertamente gay a assinar contrato com uma gravadora. Na sua estreia na televisão (no programa The Midnight Special), o glam rocker planejou inicialmente tocar essa música inspirada no sadomasoquismo, mas teve que trocar a apresentação depois da objeção de um produtor.

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26. "Smalltown Boy", Bronski Beat (1984)

Essa faixa de cortar o coração dos anos 1980 conta a história de um menino que sai de casa porque sua família o rejeitou por ser gay.

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25. "Fuck You", Lily Allen (2009)

Originalmente escrita para George W. Bush, a música ganhou um significado maior depois que a Prop 8 – uma emenda constitucional anti casamento gay – foi aceita na Califórnia. A emenda caiu em 2013.

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24. "Got To Be Real", Cheryl Lynn (1978)

Esse clássico foi muito tocado no filme Paris Is Burning e também foi usado na primeira temporada de Will & Grace.

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23. "A Little Respect", Erasure (1988)

No que pareceu ser uma resposta ao ato Seção 28 do governo britânico (que criminalizava a promoção da homossexualidade e resultouno fechamento de grupos de apoio para lésbicas, gays e bissexuais em escolas e faculdades britânicas), a música questiona: “Que religião ou razão pode levar um homem a abandonar seu amor?” .

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22. "Brave", Sara Bareilles (2013)

A cantora e compositora revelou que escreveu essa música chiclete como uma carta de amor a um amigo que estava tendo dificuldades para se assumir.

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21. "Freedom! ‘90", George Michael (1990)

Especulou-se que essa teria sido a maneira de George Michael se assumir (“Eu acho que é a hora de eu te falar/ que há algo profundo dentro de mim/ tem alguém que eu preciso ser”), mas o cantor explicou que essa música era sobre se libertar da imagem da banda Wham!. Quase uma década depois, ele se assumiu publicamente.

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20. "Y.M.C.A.", Village People (1978)

Esse clássico disco foi tido por muitos como uma homenagem implícita a reputação que as academias de ginástica têm de ser um local para conhecer pretendentes. Ainda bem que o Grindr existe hoje em dia.

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19. "Supermodel (You Better Work)", RuPaul (1993)

Essa é a única entrada da drag queen no Hot 100 (chegou ao 45º lugar) e foi um hit inesperado em uma era em que o grunge e o gangster rap estavam em alta. Kurt Cobain era fã da música e Britney Spears a citou como inspiração para seu hit de 2013, “Work Bitch”.

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18. "Raise Your Glass", P!nk (2010)

Esse é o hino dos excluídos e chegou ao 1º lugar do Hot 100. Seu clipe conta com cenas de casamentos gay.

Reprodução

17. "If I Could Turn Back Time", Cher (1989)

É impossível dizer quando Cher tornou-se um ícone gay, mas esse vídeo não mexeu com sua reputação. Com um figurino claramente inspirado em The Rocky Horror Picture Show, a pop star embarca em um navio da marinha americana e se diverte com os marinheiros.

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16. "Keep On Livin", Le Tigre (2001)

Essa mensagem de resiliência parece simples na superfície, mas é profunda. A banda era conhecida por suas letras sociopolíticas, especificamente sobre assuntos como feminismo e direitos LGBT.

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15. "Take Me Or Leave Me", Rent (1996)

A atriz Tracie Thoms inicialmente fez o teste para o papel de Joane na versão teatral de Rent, mas o papel foi dado a Fredi Walker. Quase uma década depois, Tracie foi escalada para a versão cinematográfica da história.

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14. "Over The Rainbow", Judy Garland (1939)

Vinda da época da Segunda Guerra Mundial – quando atos homossexuais eram ilegais – o termo “amigo de Dorothy” era uma gíria para gay. Enquanto investigavam casos de homossexualidade em Chicago, policiais descobriram que homens gays usavam esse termo para se referirem a eles mesmos. A polícia iniciou uma caça às bruxas por “Dorothy” para que ela revelasse o nome dos gays que serviam ao exército.

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13. "Relax", Frankie Goes To Hollywood (1983)

O vídeo original, banido pela BBC, mostrava homens de bigode usando couro e drag queens dominatrix.

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12. "You Make Me Feel (Mighty Real)", Sylvester (1978)

O uber-fabuloso Sylvester era tão amado pela comunidade gay de São Francisco que foi aplaudido de pé na Castro Street Fair de 1988 por mais de dez minutos. Muito doente para ir ao evento, ele acenou para os fãs da varanda de seu apartamento, na cadeira de rodas.Sylvester planejou seu próprio funeral, insistindo que deveria ser enterrado em um quimono vermelho bordado e batom vermelho pra combinar.

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11. "Closer To Fine", Indigo Girls (1989)

Independentemente de onde seja, praticamente toda lésbica já cantou esse hino introspectivo com todo o fôlego em algum momento de sua vida.

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10. "Vogue", Madonna (1990)

É difícil escolher apenas uma música da discografia de Madonna, mas essa é a opção mais segura, inspirada pela subcultura queer. A música foi gravada originalmente como lado B, mas acabou chegando ao topo do Hot 100.

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09. "True Trans Soul Rebel", Against Me! (2014)

Antes de o mundo conhecer Laverne Cox ou Caitlyn Jenner, a vocalista e guitarrista da banda de punk rock Against Me!, Laura Jane Grace, assumiu ser uma mulher transsexual. Após seu anúncio, a banda lançou o álbum Transgender Dysphoria Blues, que foi muito bem aceito pela crítica. Grace se juntou a Miley Cyrus para cantar no primeiro single do álbum feito em benefício da Happy Hippie Foundation, instituição criada por Miley pra ajudar jovens LGBT.  

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08. "Don’t Leave Me This Way", Thelma Houston (1976)

Esse hit número 1 da Motown foi apropriado pela comunidade gay como um hino em homenagem aos amigos que morreram em decorrência da AIDS.

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07. "Let’s Have A Kiki", The Scissor Sisters (2012)

Essa pode não ser a faixa mais criativa do Scissor Sisters, mas a música e seu vídeo, que ensina a coreografia, mostram o brilhantismo da banda. Toda boa festa gay toca essa música.

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06. "Constant Craving", k.d. lang (1992)

Essa faixa garantiu três indicações ao Grammy para Lang, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano. Ela levou pra casa o prêmio de Melhor Performance Pop Feminina. A música continuou com sua cultura lésbica ao ser interpretada por Naya Rivera, Idina Menzel e Chris Colfer no seriado Glee, no episódio em que Santana, personagem de Naya, se assume lésbica para os pais.

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05. "Beautiful", Christina Aguilera (2002)

Xtina ganhou o prêmio GLAAD pelo clipe dessa música, que mostrava casais gays e uma pessoa transgênera. A música, que chegou ao 2º lugar do Hot 100, foi escrita e produzida pela assumidíssima Linda Perry.

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04. "True Colors", Cyndi Lauper (1986)

Inspirada por sua irmã lésbica, Cyndi Lauper tem advogado a favor dos LGBT por toda sua carreira. Anos depois de lançar essa música, que alcançou o 1º lugar no Hot 100, ela criou a fundação True Colors Fund, uma ONG dedicada a acabar com a falta de moradia para jovens LGBT.

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03. "I Will Survive", Gloria Gaynor (1978)

Em 2014, Gloria Gaynor foi criticada pela comunidade gay por adiar um show no The Abbey, em Hollywood. Dizem que, alegandoquestões religiosas, ela teria pedido para que seus empresários retirassem todos os go-go dancers do lugar. Apesar das controvérsias, o poder da sua música é inegável.

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02. "Born This Way", Lady Gaga (2011)

Inspirada pelas músicas empoderadoras dos anos 1990, Gaga contou à Billboard que queria criar uma música libertadora: “Quero escrever um hino esse-é-quem-eu-sou, mas não quero esconder isso em poesia e metáforas”. Os fãs adoraram e a música estreou em 1º lugar no Hot 100.

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01. "I’m Coming Out", Diana Ross (1980)

Desde a concepção, essa música é um hino gay: depois de ver três drag queens travestidas como Diana Ross em uma discoteca em Nova York, Nile Rodgers e Bernard Edwards se sentiram inspirados a escrever algo para os fãs gays da cantora. Ela ficou insegura antes do lançamento, mas Rodgers a convenceu a seguir em frente. Diana aceitou seu conselho e conseguiu seu sexto Top 10 no Hot 100 como artista solo.

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  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
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As 50 melhores músicas para celebrar o orgulho gay

Em comemoração ao Dia do Orgulho LGBT, os 50 maiores hinos atemporais gays

por Redação em 12/06/2016

O que faz de uma música um hino gay? Assim como a comunidade LGBT, a trilha sonora gay também é vasta e diversa. Existem os clássicos com as divas e seus vozeirões. Mas também existem aquelas músicas mais lentas, profundas, que refletem as batalhas com a aceitação pessoal e a rejeição social. Há, ainda, as virais e as músicas menos conhecidas, algumas tão boas quanto os clássicos. Apesar de ser impossível afirmar, com certeza, o que torna um título um “hino gay”, tentamos reunir alguns deles aqui.

50. "We R Who We R", Kesha (2010)

A pop star, que já foi apontada como bissexual, se sentiu afetada por uma série de suicídios de adolescentes gays e resolveu escrever essa música para celebrar a individualidade. Ela estreou em 1º lugar no Billboard Hot 100.  

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49. "Heavy Cross", Gossip (2009)

Beth Ditto se descreve como “gorda, lésbica e feminista do Arkansas” e nunca esteve mais glamurosa do que nesse vídeo.

Reprodução

48. "Go West", Pet Shop Boys (1993)

Depois de apresentar a música – originalmente cantada pelo Village People – em um evento beneficente sobre AIDS em Manchester, a dupla a gravou em 1993. O vídeo, que conta com tecnologia bem atrasada de CGI, foi indicado ao Grammy na categoria de Melhor Clipe.

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47. "It’s Raining Men", The Weather Girls (1982)

Izora Armstead e Martha Wash se conheceram como backing vocals do cantor Sylvester, que batizou o grupo com seu nome original: Two Tons o’ Fun. A dupla viu várias de suas músicas ocuparem o ranking dance, mas “It’s Raining Men” foi a única a aparecer no Hot 100 (em 46º lugar).

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46. "Follow Your Arrow", Kacey Musgraves (2013)

A sugestão de Kacey letra (“beije vários homens – ou beije várias mulheres, se for o que você gosta”) foi vista como um ataque ao Cristianismo por alguns, enquanto outros acreditaram ser uma mudança positiva na música country.

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45. "Dancing On My Own", Robyn (2010)

Robyn se inspirou no seu amor por canções disco tristes e gays pra escrever essa música. Qualquer gay que disser que não se identifica com ela não merece confiança.

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44. "Boys Keep Swinging", David Bowie (1979)

Apesar de a gravadora RCA ter decidido não lançar a música, Bowie fez uma performance dela no Saturday Night Live usando um figurino de marionete com efeitos especiais. O verso “other boys check you out” foi cortado, mas os censores falharam em perceber a ereção na marionete no final da música.

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43. "Same Love", Macklemore & Ryan Lewis com participação de Mary Lambert (2012)

A música é, sem dúvida, bem-intencionada, mas é díficil imaginar que ela teria o mesmo impacto nos rankings (chegou a 11ª posição no Hot 100) se viesse da perspectiva de um gay. Independentemente disso, a performance da música no Grammy – quando Queen Latifah oficializou 33 casamentos de casais gays e héteros, enquanto Madonna cantava “Open Your Heart” – foi emocionante.  

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42. "Bowlegged & Starving", Jay Brannan (2008)

Depois de seu papel no filme Shortbus, Brannan ficou famoso internacionalmente pelo MySpace e YouTube. Apesar de sua música nãoser um sucesso mainstream, sua forma de contar histórias – do ponto de vista de um homossexual – é renovadora.

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41. "Dancing Queen", ABBA (1976)

Fato: o antigo candidato à presidência dos Estados Unidos John McCain listou essa música como sua favorita durante as eleições de 2008. “Dancing Queen” chegou ao 1º lugar do Hot 100 em 1977.

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40. "People Like Us", Kelly Clarkson (2012)

As músicas do repertório de Kelly sempre fazem sucesso nas noites lésbicas dos bares de karaokê. Essa música, com versos como “essa é a vida que escolhemos” e “se assuma, se tiver coragem”, ascendeu faíscas nos (falsos) rumores de que a cantora poderia ser gay. Ela é hétero – e agora casada – mas aceitou os rumores como elogio.

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39. "I Want To Break Free", Queen (1984)

A música mais gay do repertório do Queen não foi escrita por Freddie Mercury. Porém, foi ela que ganhou o clipe com a banda inteira vestida como personagens drag em uma novela.

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38. "Firework", Katy Perry (2010)

Se você reparar nas letras da ofensiva “Ur So Gay” ou da exibicionista e falsa lésbica “I Kissed A Girl”, “Firework” parece mais oportunista do que autêntica. Mas Katy Perry foi se tornando mais progressista e é bem difícil ir a uma parada gay que não tenha essa música no repertório.

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37. "Come To My Window", Melissa Etheridge (1993)

Do álbum Yes I Am, essa música ganhadora do Grammy foi a primeira a ser lançada depois que Melissa se assumiu lésbica publicamente.  

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36. "Finally", CeCe Peniston (1992)

Essa animada música é uma das muitas que fazem parte da trilha sonora de Priscilla, A Rainha do Deserto.

Divulgação

35. "We Are Family", Sister Sledge (1979)

A música é tocada durante a famosa cena de A Gaiola das Loucas em que Gene Hackman se veste de drag para evitar ser notado por paparazzi. As quatro integrantes do Sister Sledge são irmãs de verdade, mas a música ganhou um significado maior entre a comunidade gay.

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34. "All The Lovers", Kylie Minogue (2010)

Kylie gravou este hino jovial como uma homenagem a sua grande base de fãs gays. O vídeo mostra um pacífico flashmob acontecendo nas ruas do centro de Los Angeles como um símbolo do amor.

Divulgação

33. "The Origin Of Love", Hedwig And The Angry Inch (1998)

Anos depois da produção off-Broadway estrear, o show finalmente foi levado à Broadway. O musical ganhou o prêmio Tony Awards de 2014 como Melhor Revival de Musical, quando vários atores ocuparam o papel principal, como Neil Patrick Harris, Taye Diggs, Darren Criss e o escritor do show e protagonista original, John Cameron Mitchell.

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32. "Rebel Girl", Bikini Kill (1993)

A banda é uma das pioneiras no movimento feminista riot grrrl. A música, que tem versos como “garota rebelde/ você é a rainha do meu mundo” e “no seu beijo eu sinto a revolução”, foi relembrada recentemente no seriado Orange Is The New Black e em um clipe pró-Hillary Clinton.

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31. "Wild", Troye Sivan (2015)

Essa súplica por um amor esquecido foi a primeira parte da série de vídeos Blue Neighborhood de Troye Sivan.

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30. "Raise You Up/Just Be", Kinky Boots (2012)

O musical focado no mundo drag ganhou seis prêmios Tony, incluindo Melhor Musical, Melhor Trilha (com música e letra escritas pelo ícone gay Cyndi Lauper).

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29. "Ima Read", Zebra Katz com participação de Njena Reddd Foxxx (2012)

Existem diversos artistas do hip hop queer que merecem reconhecimento (Le1f, Cakes Da Killa e Mykki Blanco, entre outros), mas ZebraKatz e seu tributo ao filme Paris Is Burning se destaca.  

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28. "Grace Kelly", Mika (2007)

Várias músicas de Mika poderiam ter entrado na lista (“We Are Golden”, “Lollipop” ou “Last Party”, uma música sobre a festa que Freddie Mercury deu antes de morrer), mas “Grace Kelly” é o motivo pelo qual nos apaixonamos por ele. Mika é autêntico e não vai se conformar.

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27. "Take Me I’m Yours", Jobriath (1973)

Jobriath se descreve como “a fada mais real do rock” e foi o primeiro músico abertamente gay a assinar contrato com uma gravadora. Na sua estreia na televisão (no programa The Midnight Special), o glam rocker planejou inicialmente tocar essa música inspirada no sadomasoquismo, mas teve que trocar a apresentação depois da objeção de um produtor.

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26. "Smalltown Boy", Bronski Beat (1984)

Essa faixa de cortar o coração dos anos 1980 conta a história de um menino que sai de casa porque sua família o rejeitou por ser gay.

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25. "Fuck You", Lily Allen (2009)

Originalmente escrita para George W. Bush, a música ganhou um significado maior depois que a Prop 8 – uma emenda constitucional anti casamento gay – foi aceita na Califórnia. A emenda caiu em 2013.

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24. "Got To Be Real", Cheryl Lynn (1978)

Esse clássico foi muito tocado no filme Paris Is Burning e também foi usado na primeira temporada de Will & Grace.

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23. "A Little Respect", Erasure (1988)

No que pareceu ser uma resposta ao ato Seção 28 do governo britânico (que criminalizava a promoção da homossexualidade e resultouno fechamento de grupos de apoio para lésbicas, gays e bissexuais em escolas e faculdades britânicas), a música questiona: “Que religião ou razão pode levar um homem a abandonar seu amor?” .

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22. "Brave", Sara Bareilles (2013)

A cantora e compositora revelou que escreveu essa música chiclete como uma carta de amor a um amigo que estava tendo dificuldades para se assumir.

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21. "Freedom! ‘90", George Michael (1990)

Especulou-se que essa teria sido a maneira de George Michael se assumir (“Eu acho que é a hora de eu te falar/ que há algo profundo dentro de mim/ tem alguém que eu preciso ser”), mas o cantor explicou que essa música era sobre se libertar da imagem da banda Wham!. Quase uma década depois, ele se assumiu publicamente.

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20. "Y.M.C.A.", Village People (1978)

Esse clássico disco foi tido por muitos como uma homenagem implícita a reputação que as academias de ginástica têm de ser um local para conhecer pretendentes. Ainda bem que o Grindr existe hoje em dia.

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19. "Supermodel (You Better Work)", RuPaul (1993)

Essa é a única entrada da drag queen no Hot 100 (chegou ao 45º lugar) e foi um hit inesperado em uma era em que o grunge e o gangster rap estavam em alta. Kurt Cobain era fã da música e Britney Spears a citou como inspiração para seu hit de 2013, “Work Bitch”.

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18. "Raise Your Glass", P!nk (2010)

Esse é o hino dos excluídos e chegou ao 1º lugar do Hot 100. Seu clipe conta com cenas de casamentos gay.

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17. "If I Could Turn Back Time", Cher (1989)

É impossível dizer quando Cher tornou-se um ícone gay, mas esse vídeo não mexeu com sua reputação. Com um figurino claramente inspirado em The Rocky Horror Picture Show, a pop star embarca em um navio da marinha americana e se diverte com os marinheiros.

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16. "Keep On Livin", Le Tigre (2001)

Essa mensagem de resiliência parece simples na superfície, mas é profunda. A banda era conhecida por suas letras sociopolíticas, especificamente sobre assuntos como feminismo e direitos LGBT.

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15. "Take Me Or Leave Me", Rent (1996)

A atriz Tracie Thoms inicialmente fez o teste para o papel de Joane na versão teatral de Rent, mas o papel foi dado a Fredi Walker. Quase uma década depois, Tracie foi escalada para a versão cinematográfica da história.

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14. "Over The Rainbow", Judy Garland (1939)

Vinda da época da Segunda Guerra Mundial – quando atos homossexuais eram ilegais – o termo “amigo de Dorothy” era uma gíria para gay. Enquanto investigavam casos de homossexualidade em Chicago, policiais descobriram que homens gays usavam esse termo para se referirem a eles mesmos. A polícia iniciou uma caça às bruxas por “Dorothy” para que ela revelasse o nome dos gays que serviam ao exército.

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13. "Relax", Frankie Goes To Hollywood (1983)

O vídeo original, banido pela BBC, mostrava homens de bigode usando couro e drag queens dominatrix.

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12. "You Make Me Feel (Mighty Real)", Sylvester (1978)

O uber-fabuloso Sylvester era tão amado pela comunidade gay de São Francisco que foi aplaudido de pé na Castro Street Fair de 1988 por mais de dez minutos. Muito doente para ir ao evento, ele acenou para os fãs da varanda de seu apartamento, na cadeira de rodas.Sylvester planejou seu próprio funeral, insistindo que deveria ser enterrado em um quimono vermelho bordado e batom vermelho pra combinar.

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11. "Closer To Fine", Indigo Girls (1989)

Independentemente de onde seja, praticamente toda lésbica já cantou esse hino introspectivo com todo o fôlego em algum momento de sua vida.

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10. "Vogue", Madonna (1990)

É difícil escolher apenas uma música da discografia de Madonna, mas essa é a opção mais segura, inspirada pela subcultura queer. A música foi gravada originalmente como lado B, mas acabou chegando ao topo do Hot 100.

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09. "True Trans Soul Rebel", Against Me! (2014)

Antes de o mundo conhecer Laverne Cox ou Caitlyn Jenner, a vocalista e guitarrista da banda de punk rock Against Me!, Laura Jane Grace, assumiu ser uma mulher transsexual. Após seu anúncio, a banda lançou o álbum Transgender Dysphoria Blues, que foi muito bem aceito pela crítica. Grace se juntou a Miley Cyrus para cantar no primeiro single do álbum feito em benefício da Happy Hippie Foundation, instituição criada por Miley pra ajudar jovens LGBT.  

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08. "Don’t Leave Me This Way", Thelma Houston (1976)

Esse hit número 1 da Motown foi apropriado pela comunidade gay como um hino em homenagem aos amigos que morreram em decorrência da AIDS.

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07. "Let’s Have A Kiki", The Scissor Sisters (2012)

Essa pode não ser a faixa mais criativa do Scissor Sisters, mas a música e seu vídeo, que ensina a coreografia, mostram o brilhantismo da banda. Toda boa festa gay toca essa música.

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06. "Constant Craving", k.d. lang (1992)

Essa faixa garantiu três indicações ao Grammy para Lang, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano. Ela levou pra casa o prêmio de Melhor Performance Pop Feminina. A música continuou com sua cultura lésbica ao ser interpretada por Naya Rivera, Idina Menzel e Chris Colfer no seriado Glee, no episódio em que Santana, personagem de Naya, se assume lésbica para os pais.

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05. "Beautiful", Christina Aguilera (2002)

Xtina ganhou o prêmio GLAAD pelo clipe dessa música, que mostrava casais gays e uma pessoa transgênera. A música, que chegou ao 2º lugar do Hot 100, foi escrita e produzida pela assumidíssima Linda Perry.

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04. "True Colors", Cyndi Lauper (1986)

Inspirada por sua irmã lésbica, Cyndi Lauper tem advogado a favor dos LGBT por toda sua carreira. Anos depois de lançar essa música, que alcançou o 1º lugar no Hot 100, ela criou a fundação True Colors Fund, uma ONG dedicada a acabar com a falta de moradia para jovens LGBT.

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03. "I Will Survive", Gloria Gaynor (1978)

Em 2014, Gloria Gaynor foi criticada pela comunidade gay por adiar um show no The Abbey, em Hollywood. Dizem que, alegandoquestões religiosas, ela teria pedido para que seus empresários retirassem todos os go-go dancers do lugar. Apesar das controvérsias, o poder da sua música é inegável.

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02. "Born This Way", Lady Gaga (2011)

Inspirada pelas músicas empoderadoras dos anos 1990, Gaga contou à Billboard que queria criar uma música libertadora: “Quero escrever um hino esse-é-quem-eu-sou, mas não quero esconder isso em poesia e metáforas”. Os fãs adoraram e a música estreou em 1º lugar no Hot 100.

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01. "I’m Coming Out", Diana Ross (1980)

Desde a concepção, essa música é um hino gay: depois de ver três drag queens travestidas como Diana Ross em uma discoteca em Nova York, Nile Rodgers e Bernard Edwards se sentiram inspirados a escrever algo para os fãs gays da cantora. Ela ficou insegura antes do lançamento, mas Rodgers a convenceu a seguir em frente. Diana aceitou seu conselho e conseguiu seu sexto Top 10 no Hot 100 como artista solo.

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