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As melhores faixas de Britney Spears que não foram single

Nem sempre todos os hits viram música de trabalho

por Redação em 16/01/2017

Qualquer pessoa que goste de música pop sabe reconhecer que Britney Spears é um dos grandes nomes do gênero. São anos de hits e singles que fizeram história no pop, mas o catálogo completo da cantora não deixa a desejar. Ela pode não lançar álbuns perfeitos, mas tem trabalhos que cativam e grudam nas nossas cabeças.

Na galeria a seguir, veja algumas das melhores músicas que Britney lançou em seus nove discos que não se tornaram singles: 

“Soda Pop”, ...Baby One More Time (1999)

Na estreia de Britney, quando ela ainda estava tentando descobrir o que daria certo com o público, “Soda Pop” com certeza foi a faixa escolhida para ter o menor impacto na sua carreira. A letra não faz muito sentido e a batida puxada para o reggae não combina com o estilo que a cantora viria a seguir, mas Britney canta de uma forma mais crua que, infelizmente, não tivemos a oportunidade de ouvir muitas vezes depois. Escutando hoje em dia, a faixa soa super datada e isso a torna ainda mais legal.

 

Reprodução

“Cinderella”, Britney (2002)

No terceiro álbum de Britney Spears, Britney, a cantora teve contato com produtores como os Neptunes (Pharrell Williams e Chad Hugo). Nessa faixa, ela canta sobre um relacionamento que não tem nada de conto de fadas, sobre um namorado que precisa deixá-la ir, com um refrão que traz um suspense raro nas faixas de Spears. 

Reprodução

“Anticipating”, Britney (2002)

Uma década antes de “Call Me Maybe” conquistar a marca de clássico instantâneo, Britney lançou essa faixa com uma pegada disco e com uma tímida referência a “Rock With You”, de Michael Jackson. Não é difícil de imaginar a própria Carly Rae Jepsen curtindo essa faixa antes de ficar famosa.

Reprodução

“Get Naked (I Got A Plan)”, Blackout (2007)

A reviravolta na vida de Britney foi bem documentada pela mídia em 2007, então o crédito é todo da cantora por conseguir lançar o seu melhor álbum, Blackout, no meio de tudo que aconteceu em sua vida pessoal. O destaque “Get Naked” tem um groove que lembra Janet Jackson em suas faixas futuristas e anima qualquer balada.

Reprodução

“Ooh Ooh Baby”, Blackout (2007)

A risada no início da música é prova de que Britney está se divertindo. A guitarra e a sanfona trazem um som diferente para o catálogo da cantora. Essa foi a era em que Britney começou a falar sobre sexo de uma forma mais séria. A faixa gruda na sua cabeça como um bom hit de Spears.

Reprodução

“Unusual You”, Circus (2008)

Poucas baladas de Britney são tão boas quanto seus hits para as pistas, mas com a exceção de “Everytime”, essa faixa pouco lembrada de Circus é a melhor já lançada pela cantora. O instrumental é lindo, a forma que Britney canta a letra é tranquila e confiante. Difícil encontrar uma faixa que não tenha sido single que seja tão boa.

Reprodução

“Seal It With A Kiss”, Femme Fatale (2011)

Femme Fatale é o álbum com mais faixas boas para as pistas, então é difícil escolher destaques, mas “Seal It With A Kiss” tem várias partes que grudam na cabeça e a tornam um ótimo hit. A introdução, o dubstep que vira um break, os versos que conversam entre si.

Reprodução

“Clumsy”, Glory (2016)

Um dos atrativos em Glory é que o sotaque sulista de Britney aparece mais do que em qualquer outro trabalho anterior, principalmente em “Private Show”. Em “Clumsy”, temos um bom contraste entre o Sul e os sintetizadores e a batida animada, fazendo com que a faixa se torne o mais próximo de Beyoncé que Britney já chegou, em termos de sonoridade.

Reprodução

“Coupure Électrique”, Glory (2016)

A edição deluxe de Glory termina com uma das faixas mais eróticas do catálogo de Britney – não apenas porque ela é toda cantada em francês, mas porque ela passa dois minutos e meio cantando uma bela e sedutora melodia em um tom de sussurro, lembrando nomes indies como Black Box Recorder, Class Actress e Chairlift.

Reprodução

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De Quem É A Culpa?
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As melhores faixas de Britney Spears que não foram single

Nem sempre todos os hits viram música de trabalho

por Redação em 16/01/2017

Qualquer pessoa que goste de música pop sabe reconhecer que Britney Spears é um dos grandes nomes do gênero. São anos de hits e singles que fizeram história no pop, mas o catálogo completo da cantora não deixa a desejar. Ela pode não lançar álbuns perfeitos, mas tem trabalhos que cativam e grudam nas nossas cabeças.

Na galeria a seguir, veja algumas das melhores músicas que Britney lançou em seus nove discos que não se tornaram singles: 

“Soda Pop”, ...Baby One More Time (1999)

Na estreia de Britney, quando ela ainda estava tentando descobrir o que daria certo com o público, “Soda Pop” com certeza foi a faixa escolhida para ter o menor impacto na sua carreira. A letra não faz muito sentido e a batida puxada para o reggae não combina com o estilo que a cantora viria a seguir, mas Britney canta de uma forma mais crua que, infelizmente, não tivemos a oportunidade de ouvir muitas vezes depois. Escutando hoje em dia, a faixa soa super datada e isso a torna ainda mais legal.

 

Reprodução

“Cinderella”, Britney (2002)

No terceiro álbum de Britney Spears, Britney, a cantora teve contato com produtores como os Neptunes (Pharrell Williams e Chad Hugo). Nessa faixa, ela canta sobre um relacionamento que não tem nada de conto de fadas, sobre um namorado que precisa deixá-la ir, com um refrão que traz um suspense raro nas faixas de Spears. 

Reprodução

“Anticipating”, Britney (2002)

Uma década antes de “Call Me Maybe” conquistar a marca de clássico instantâneo, Britney lançou essa faixa com uma pegada disco e com uma tímida referência a “Rock With You”, de Michael Jackson. Não é difícil de imaginar a própria Carly Rae Jepsen curtindo essa faixa antes de ficar famosa.

Reprodução

“Get Naked (I Got A Plan)”, Blackout (2007)

A reviravolta na vida de Britney foi bem documentada pela mídia em 2007, então o crédito é todo da cantora por conseguir lançar o seu melhor álbum, Blackout, no meio de tudo que aconteceu em sua vida pessoal. O destaque “Get Naked” tem um groove que lembra Janet Jackson em suas faixas futuristas e anima qualquer balada.

Reprodução

“Ooh Ooh Baby”, Blackout (2007)

A risada no início da música é prova de que Britney está se divertindo. A guitarra e a sanfona trazem um som diferente para o catálogo da cantora. Essa foi a era em que Britney começou a falar sobre sexo de uma forma mais séria. A faixa gruda na sua cabeça como um bom hit de Spears.

Reprodução

“Unusual You”, Circus (2008)

Poucas baladas de Britney são tão boas quanto seus hits para as pistas, mas com a exceção de “Everytime”, essa faixa pouco lembrada de Circus é a melhor já lançada pela cantora. O instrumental é lindo, a forma que Britney canta a letra é tranquila e confiante. Difícil encontrar uma faixa que não tenha sido single que seja tão boa.

Reprodução

“Seal It With A Kiss”, Femme Fatale (2011)

Femme Fatale é o álbum com mais faixas boas para as pistas, então é difícil escolher destaques, mas “Seal It With A Kiss” tem várias partes que grudam na cabeça e a tornam um ótimo hit. A introdução, o dubstep que vira um break, os versos que conversam entre si.

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“Clumsy”, Glory (2016)

Um dos atrativos em Glory é que o sotaque sulista de Britney aparece mais do que em qualquer outro trabalho anterior, principalmente em “Private Show”. Em “Clumsy”, temos um bom contraste entre o Sul e os sintetizadores e a batida animada, fazendo com que a faixa se torne o mais próximo de Beyoncé que Britney já chegou, em termos de sonoridade.

Reprodução

“Coupure Électrique”, Glory (2016)

A edição deluxe de Glory termina com uma das faixas mais eróticas do catálogo de Britney – não apenas porque ela é toda cantada em francês, mas porque ela passa dois minutos e meio cantando uma bela e sedutora melodia em um tom de sussurro, lembrando nomes indies como Black Box Recorder, Class Actress e Chairlift.

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