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Belle & Sebastian coloca o público pra dançar em São Paulo

por em 18/10/2015
Por Rodrigo Amaral da Rocha
Ao fim da terceira edição do Popload Festival, o evento crava seu lugar no circuito de festivais brasileiros: pelo público descolado, pelas atrações renomadas junto a bons nomes da cena alternativa e também pelos altos preços (a cerveja, por exemplo, custava nada menos do que R$ 12, R$ 2 mais cara do que na edição deste ano do Lollapalooza). Após um primeiro dia bem eclético, que juntou o folk de Sondre Lerche, o rap do Emicida e o punk em música e atitude de Iggy Pop, o segundo dia foi reservado ao indie. Antes de Belle & Sebastian fechar a programação, Spoon foi quem subiu no palco. Em tom mais sóbrio, a banda de rock alternativo fez uma apresentação correta e conseguiu balançar timidamente a cabeça do atento público. O grupo de Austin, no Texas, encheu o repertório com músicas do último álbum, They Want My Soul, mas também lembrou do disco de 2002, Kill The Moonlight. Exemplo disso foi na execução de “The Way We Get By”, um dos pontos altos do show, com direito a muitas palmas do comportado público. Tira o pé do chão Bem diferente da atração anterior, o grupo escocês Belle & Sebastian colocou o público pra dançar. O simpatissíssimo vocalista e tecladista Stuart Murdoch dançou, cantou, tocou piano e violão e lotou o palco da Audio Club com os jovens fãs. Igualmente desajeitados, os outros oito integrantes encheram o palco com diferentes instrumentos. Teve cello, trompete e violino: uma combinação que colocou abaixo a pista da casa. Cheio de hits do passado, o indie fofinho da banda formada em 1996 cativou até mesmo o público de primeira viagem. Teve espaço também para algumas faixas do mais recente Girls In Peacetime Want To Dance, mas a fórmula retrô não teve erro. Se não bastasse o palco cheio pelos nove músicos e seus instrumentos, Murdoch começou a chamar a galera para lhes fazer companhia. Um, dois, três, seis, dez e perdeu-se a conta. O palco ficou tomado pelos fãs extasiados. A maioria pulava e cantava junto com o animado vocalista, mas houve quem sacasse o celular para registrar o momento (chatooooo isso...). O bis escolhido foi a historinha de "Judy And The Dream Of Horses". Depois de uma hora e meia de show, o público saiu feliz.
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Belle & Sebastian coloca o público pra dançar em São Paulo

por em 18/10/2015
Por Rodrigo Amaral da Rocha
Ao fim da terceira edição do Popload Festival, o evento crava seu lugar no circuito de festivais brasileiros: pelo público descolado, pelas atrações renomadas junto a bons nomes da cena alternativa e também pelos altos preços (a cerveja, por exemplo, custava nada menos do que R$ 12, R$ 2 mais cara do que na edição deste ano do Lollapalooza). Após um primeiro dia bem eclético, que juntou o folk de Sondre Lerche, o rap do Emicida e o punk em música e atitude de Iggy Pop, o segundo dia foi reservado ao indie. Antes de Belle & Sebastian fechar a programação, Spoon foi quem subiu no palco. Em tom mais sóbrio, a banda de rock alternativo fez uma apresentação correta e conseguiu balançar timidamente a cabeça do atento público. O grupo de Austin, no Texas, encheu o repertório com músicas do último álbum, They Want My Soul, mas também lembrou do disco de 2002, Kill The Moonlight. Exemplo disso foi na execução de “The Way We Get By”, um dos pontos altos do show, com direito a muitas palmas do comportado público. Tira o pé do chão Bem diferente da atração anterior, o grupo escocês Belle & Sebastian colocou o público pra dançar. O simpatissíssimo vocalista e tecladista Stuart Murdoch dançou, cantou, tocou piano e violão e lotou o palco da Audio Club com os jovens fãs. Igualmente desajeitados, os outros oito integrantes encheram o palco com diferentes instrumentos. Teve cello, trompete e violino: uma combinação que colocou abaixo a pista da casa. Cheio de hits do passado, o indie fofinho da banda formada em 1996 cativou até mesmo o público de primeira viagem. Teve espaço também para algumas faixas do mais recente Girls In Peacetime Want To Dance, mas a fórmula retrô não teve erro. Se não bastasse o palco cheio pelos nove músicos e seus instrumentos, Murdoch começou a chamar a galera para lhes fazer companhia. Um, dois, três, seis, dez e perdeu-se a conta. O palco ficou tomado pelos fãs extasiados. A maioria pulava e cantava junto com o animado vocalista, mas houve quem sacasse o celular para registrar o momento (chatooooo isso...). O bis escolhido foi a historinha de "Judy And The Dream Of Horses". Depois de uma hora e meia de show, o público saiu feliz.