NOTÍCIAS

Blubell lança seu quinto álbum, Confissões de Camarim; ouça

Trabalho tem influências de ska, jazz e pop, entre outros ritmos

por Marcos Lauro em 19/08/2016

A cantora Blubell segue firme na consolidação da sua carreira. Famosa nos palcos e até em algumas campanhas publicitárias – ela é bastante requisitada para isso –, ela surge com seu quinto álbum, Confissões de Camarim, que você ouve em primeira mão aqui na Billboard Brasil.

No disco, Blubell vem acompanhada do quarteto Igor Pimenta (baixo), Estevam Sinkowitz (guitarra), Daniel Grajew (teclados) e Carlinhos Mazzoni (bateria). Conversamos com Blubell sobre o trabalho:

É o disco mais pop da sua carreira?
Não sei... O Slow Motion Ballet era bem pop também... Isso acontece quando a gente trabalha em parceria com produtores como o Marcio Arantes. Foi uma opção. Não queria repetir a mesma fórmula mais acústica dos dois últimos álbuns.

Você fez uma ação muito legal, que bombou na internet, a “I Charleston SP”. Esse disco tem alguma faixa que pode gerar algo do tipo? Já tem algo em mente??
Sim!! Pra esse disco estamos fazendo uma série de clipes artesanais e engajando os fãs. O próximo clipe – da música "Cosmos" – vai ser uma colagem de fotos enviadas pelos fãs. Usamos a hashtag #andandocomblubell e pedimos para eles mandarem aquelas fotos clássicas que a gente tira dos próprios pés. Vai ficar bonito...

Você fez diversos shows cantando Madonna. Isso influenciou o disco de alguma forma?
Diretamente, acho que não. Indiretamente, a obra da Madonna é uma inspiração constante pra mim. Agora mesmo, estou montando o show de lançamento da turnê e minha vontade de colocar elementos teatrais nos shows tá cada vez maior. Isso é muita influência de Madonna e dos musicais que eu cresci vendo.

O reggae e o ska estão presentes no álbum. Quais suas influências nesses gêneros?
Tem uma faixa que remete mais diretamente ao ska, a "Vida em Vermelho". Essa música eu fiz em bossa nova e foi Marcio Arantes que teve a idéia de transformar em ska. Acho que funcionou muito bem. Ela ficou solar. Eu gosto muito de reggae clássico. Basicamente tudo que a Trojan Records lançou nos anos 60 e 70. Gosto de quando o reggae conversava mais com a soul music.

  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
NOTÍCIAS

Blubell lança seu quinto álbum, Confissões de Camarim; ouça

Trabalho tem influências de ska, jazz e pop, entre outros ritmos

por Marcos Lauro em 19/08/2016

A cantora Blubell segue firme na consolidação da sua carreira. Famosa nos palcos e até em algumas campanhas publicitárias – ela é bastante requisitada para isso –, ela surge com seu quinto álbum, Confissões de Camarim, que você ouve em primeira mão aqui na Billboard Brasil.

No disco, Blubell vem acompanhada do quarteto Igor Pimenta (baixo), Estevam Sinkowitz (guitarra), Daniel Grajew (teclados) e Carlinhos Mazzoni (bateria). Conversamos com Blubell sobre o trabalho:

É o disco mais pop da sua carreira?
Não sei... O Slow Motion Ballet era bem pop também... Isso acontece quando a gente trabalha em parceria com produtores como o Marcio Arantes. Foi uma opção. Não queria repetir a mesma fórmula mais acústica dos dois últimos álbuns.

Você fez uma ação muito legal, que bombou na internet, a “I Charleston SP”. Esse disco tem alguma faixa que pode gerar algo do tipo? Já tem algo em mente??
Sim!! Pra esse disco estamos fazendo uma série de clipes artesanais e engajando os fãs. O próximo clipe – da música "Cosmos" – vai ser uma colagem de fotos enviadas pelos fãs. Usamos a hashtag #andandocomblubell e pedimos para eles mandarem aquelas fotos clássicas que a gente tira dos próprios pés. Vai ficar bonito...

Você fez diversos shows cantando Madonna. Isso influenciou o disco de alguma forma?
Diretamente, acho que não. Indiretamente, a obra da Madonna é uma inspiração constante pra mim. Agora mesmo, estou montando o show de lançamento da turnê e minha vontade de colocar elementos teatrais nos shows tá cada vez maior. Isso é muita influência de Madonna e dos musicais que eu cresci vendo.

O reggae e o ska estão presentes no álbum. Quais suas influências nesses gêneros?
Tem uma faixa que remete mais diretamente ao ska, a "Vida em Vermelho". Essa música eu fiz em bossa nova e foi Marcio Arantes que teve a idéia de transformar em ska. Acho que funcionou muito bem. Ela ficou solar. Eu gosto muito de reggae clássico. Basicamente tudo que a Trojan Records lançou nos anos 60 e 70. Gosto de quando o reggae conversava mais com a soul music.