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Boogarins anima público pequeno com rock psicodélico na tarde do Lollapalooza

por em 28/03/2015
ong>Por Lucas Borges Teixeira Quem decidiu chegar mais cedo ao primeiro dia do Lollapalooza Brasil foi recebido por quatro cabeludos completamente em transe com o som que faziam. A brasileira Boogarins esquentava o palco Axe na entrada do evento. Com a voz suave do vocalista Dinho Almeida e a formação "clássica" de duas guitarras, baixo e bateria, a banda de Goiânia aparentemente não lembra Os Mutantes, mas a pegada psicodélica, com longas introduções, e recheios pesados não deixavam esconder o tempero de Arnaldo/Rita/Sérgio que havia ali. Os jovens do Centro-Oeste já são conhecidos por parte do público chamado "independente" (pode usar  "indie" também, se preferir, afinal, é Lollapalooza). Não é exagero dizer que havia uma empolgada considerável à frente do palco que sabia cantar as músicas. O show foi atrasado em uma hora - das 13h para as 14h - por causa do cancelamento de Marina and The Diamonds. Embora tenha ficado para mais tarde, isso pode ter sido um azar em relação ao público, porque acabou competindo com a Banda do Mar, uma das atrações nacionais mais esperadas do festival, que tocava no palco Skol no mesmo momento. Eles nem ligaram. Quando anunciou que tocaria "Erre", do primeiro disco As Plantas que Curam, o vocalista se impressionou com a resposta do público. Ao final, gritou, animado: "Porra... Genial!" A mesma reação ocorreu para outras, como "Lucifernandis". Mas não foi só quem já conhecia que ficou para aplaudir. Parte do público que entrava parava para ver qual que era a daqueles rapazes geralmente ficava. Seja balançando a cabeça, batendo os pés, animando-se a empolgação do guitarrista Benke Ferraz ou rindo das falas de Dinho ("Não segura a franga, não, é pra soltar! Hoje tá tendo", foi a forma como ele se despediu). Quando acabou, o público havia dobrado. Um grande começo de festival para uma banda não tão conhecida quanto outras do line up.
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Boogarins anima público pequeno com rock psicodélico na tarde do Lollapalooza

por em 28/03/2015
ong>Por Lucas Borges Teixeira Quem decidiu chegar mais cedo ao primeiro dia do Lollapalooza Brasil foi recebido por quatro cabeludos completamente em transe com o som que faziam. A brasileira Boogarins esquentava o palco Axe na entrada do evento. Com a voz suave do vocalista Dinho Almeida e a formação "clássica" de duas guitarras, baixo e bateria, a banda de Goiânia aparentemente não lembra Os Mutantes, mas a pegada psicodélica, com longas introduções, e recheios pesados não deixavam esconder o tempero de Arnaldo/Rita/Sérgio que havia ali. Os jovens do Centro-Oeste já são conhecidos por parte do público chamado "independente" (pode usar  "indie" também, se preferir, afinal, é Lollapalooza). Não é exagero dizer que havia uma empolgada considerável à frente do palco que sabia cantar as músicas. O show foi atrasado em uma hora - das 13h para as 14h - por causa do cancelamento de Marina and The Diamonds. Embora tenha ficado para mais tarde, isso pode ter sido um azar em relação ao público, porque acabou competindo com a Banda do Mar, uma das atrações nacionais mais esperadas do festival, que tocava no palco Skol no mesmo momento. Eles nem ligaram. Quando anunciou que tocaria "Erre", do primeiro disco As Plantas que Curam, o vocalista se impressionou com a resposta do público. Ao final, gritou, animado: "Porra... Genial!" A mesma reação ocorreu para outras, como "Lucifernandis". Mas não foi só quem já conhecia que ficou para aplaudir. Parte do público que entrava parava para ver qual que era a daqueles rapazes geralmente ficava. Seja balançando a cabeça, batendo os pés, animando-se a empolgação do guitarrista Benke Ferraz ou rindo das falas de Dinho ("Não segura a franga, não, é pra soltar! Hoje tá tendo", foi a forma como ele se despediu). Quando acabou, o público havia dobrado. Um grande começo de festival para uma banda não tão conhecida quanto outras do line up.