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Cage The Elephant deixa Lollapalooza mais animado e anárquico

Já é a terceira apresentação do grupo no evento

O Cage The Elephant sobe ao palco do Lollapalooza em uma tarde ensolarada de São Paulo. Matt Shultz corre de um lado para o outro com o microfone enquanto seu irmão, Brad, na guitarra, joga-se para o público. Poderia ser 2012, poderia ser 2014, mas é 2017. É a terceira vez que a banda americana toca no festival brasileiro – mas sob uma perspectiva totalmente diferente.

COM PARTICIPAÇÃO DE BNEGÃO, BAIANASYSTEM FAZ SHOW PARA QUEM TEM SANGUE QUENTE E SUINGUE

Quando veio por aqui pela primeira vez, na edição de estreia do Lolla no país, o grupo tocou no palco secundário para um público reduzido, no ingrato horário de começo de tarde em que as pessoas estão chegando ou na fila da cerveja. Cinco edições depois, eles se apresentam no ponto principal para um público muito mais familiarizado com suas músicas e a espontaneidade animada dos irmãos Shultz.

CageTheElephantCage The Elephant no Lollapalooza - Divulgação

A reposta por parte da banda ao reconhecimento é imediata. Com um som mais maduro, o grupo não espera que o público reaja a cada música: eles criam o clima - ou uma “beautiful conversation”, como afirmou Matt ao seu estilo Mick Jagger. A química melhora, claro, quando chegam as suas mais conhecidas, como “Too Late To Say Goodbye” e “Trouble”, do último disco, e “Telescope” e “Come A Little Closer”, do Melophonia (2013).

A banda, assídua frequentadora de festivais indie, tem pouca semelhança com seus pares geracionais. No palco, lembra muito mais um grupo grunge da década de noventa, embora, apesar das influências, o som também não se adeque ao movimento americano. A reportagem da Billboard Brasil tentou, mas se perdeu na conta de quantas vezes os irmãos Shultz desceram até o público.

O grupo fechou a apresentação com a sequência “Cigarette Daydreams”, “Shake Me Down” e “Teeth”, no melhor momento do show, enquanto Matt, já sem camisa, escalava a estrutura da cabine de som.

METALLICA, STROKES E THE WEEKND NO LOLLAPALOOZA BRASIL 2017

Nesta semana, o vocalista declarou que a banda é a cara do festival, mas, na verdade, talvez seja mais justo falar que o grupo deixa o Lollapalooza um pouco mais com a cara animada e meio anárquica do Cage The Elephant a cada vez que eles se apresentam.

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Cage The Elephant deixa Lollapalooza mais animado e anárquico

Já é a terceira apresentação do grupo no evento

por Lucas Borges Teixeira em 25/03/2017

O Cage The Elephant sobe ao palco do Lollapalooza em uma tarde ensolarada de São Paulo. Matt Shultz corre de um lado para o outro com o microfone enquanto seu irmão, Brad, na guitarra, joga-se para o público. Poderia ser 2012, poderia ser 2014, mas é 2017. É a terceira vez que a banda americana toca no festival brasileiro – mas sob uma perspectiva totalmente diferente.

COM PARTICIPAÇÃO DE BNEGÃO, BAIANASYSTEM FAZ SHOW PARA QUEM TEM SANGUE QUENTE E SUINGUE

Quando veio por aqui pela primeira vez, na edição de estreia do Lolla no país, o grupo tocou no palco secundário para um público reduzido, no ingrato horário de começo de tarde em que as pessoas estão chegando ou na fila da cerveja. Cinco edições depois, eles se apresentam no ponto principal para um público muito mais familiarizado com suas músicas e a espontaneidade animada dos irmãos Shultz.

CageTheElephantCage The Elephant no Lollapalooza - Divulgação

A reposta por parte da banda ao reconhecimento é imediata. Com um som mais maduro, o grupo não espera que o público reaja a cada música: eles criam o clima - ou uma “beautiful conversation”, como afirmou Matt ao seu estilo Mick Jagger. A química melhora, claro, quando chegam as suas mais conhecidas, como “Too Late To Say Goodbye” e “Trouble”, do último disco, e “Telescope” e “Come A Little Closer”, do Melophonia (2013).

A banda, assídua frequentadora de festivais indie, tem pouca semelhança com seus pares geracionais. No palco, lembra muito mais um grupo grunge da década de noventa, embora, apesar das influências, o som também não se adeque ao movimento americano. A reportagem da Billboard Brasil tentou, mas se perdeu na conta de quantas vezes os irmãos Shultz desceram até o público.

O grupo fechou a apresentação com a sequência “Cigarette Daydreams”, “Shake Me Down” e “Teeth”, no melhor momento do show, enquanto Matt, já sem camisa, escalava a estrutura da cabine de som.

METALLICA, STROKES E THE WEEKND NO LOLLAPALOOZA BRASIL 2017

Nesta semana, o vocalista declarou que a banda é a cara do festival, mas, na verdade, talvez seja mais justo falar que o grupo deixa o Lollapalooza um pouco mais com a cara animada e meio anárquica do Cage The Elephant a cada vez que eles se apresentam.