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Casal percorreu três continentes para gravar 10 canções; conheça o projeto Le Tour Du Monde

A viagem de Iris e Lucas vai passar no canal TLC a partir dessa sexta, 31/3

por Marcos Lauro em 30/03/2017

A videomaker Iris Fuzaro, de 26 anos, e o produtor musical Lucas Mayer, 37, resolveram encarar um desafio: gravar um disco nas ruas. Mas não nas ruas do bairro ou da cidade, do mundo. Assim nasceu o projeto Le Tour Du Monde.

O casal passou por 10 cidades em três continentes diferentes e compôs 10 canções, uma em cada cidade. Nas músicas, você consegue ouvir o ambiente de Tóquio, Bali, Atenas, Budapeste e Berlim, entre outras. Abaixo, você vê uma das gravações, da música feita em Amsterdã com a participação da banda local The Pheromones.

As faixas já estão no Spotify, mas o álbum que as reúne tem lançamento previsto para essa sexta-feira (31/03). No mesmo dia, a aventura vai ao ar, em formato de série, no canal TLC, a partir das 23h.

A Billboard Brasil conversou com Iris. Leia o papo a seguir e, claro, ouça as músicas:

Como surgiu a ideia? Qual foi o gatilho que fez vocês colocarem a ideia em prática?
Iris:
O projeto nasceu alguns anos atrás, quando o Lucas fez uma viagem para o Havaí e eu tive que ficar em São Paulo. Quando ele voltou, ele me presenteou com uma música chamada “Only” que ele compôs com um ukulele havaiano de oito cordas que tinha achado numa feira local. Quando ele me mostrou a música, era possível ouvir o mar, os pássaros e todo ambiente ao redor. Ele tinha gravado a música na beira da Waikiki e o ambiente acabou entrando tanto na canção que tratar o som em um estúdio iria descaracterizar aquela melodia. Na época, estávamos planejando passar um tempo morando no exterior, mas depois da música “Only”, veio o insight de viajar o mundo procurando novas sonoridades para gravar um álbum nas ruas.

O objetivo já era fazer uma série, desde o começo?
O objetivo inicial era fazer uma websérie para mostrar todo o processo criativo de compor, procurar músicos de rua, instrumentos típicos e de gravar músicas fora de estúdios. Só que quando nos demos conta, tinham tantas histórias para contar que não entraram nos vídeos do nosso canal do YouTube, que resolvemos desenvolver a história para um formato mais longo, como de televisão.

Qual cidade mais chamou a atenção de cada um e por quê?
A cidade que mais chamou atenção de nós dois foi sem dúvidas Tóquio. As diferenças culturais são tão grandes que qualquer coisa virava uma experiência única, mesmo que fosse algo banal como andar de metrô ou ir no mercado. Lá tivemos que dar um passo para trás para entender princípios básicos de comportamento para depois entender a cena musical. Por causa disso, tudo virou uma bomba inspiração. Em uma conversa com a Fernanda Takai, ela definiu bem a cidade: Tóquio é o mais próximo que podemos chegar de outro planeta. E é isso mesmo.

Já vimos que haverá uma segunda temporada. Já está gravada ou será uma nova viagem? Quais cidades devem aparecer na série?
A segunda temporada ainda não foi gravada. Será uma nova viagem e temos planos de gravá-la ainda esse ano. Não queremos estragar a surpresa, mas um lugar já é certo: Rússia.

Vocês estiveram no último SXSW. Qual foi a impressão sobre o evento nesse ano?
O que mais nos chamou atenção esse ano foi como o festival cresceu e não estamos só falando do número recorde de brasileiros inscritos. As ruas de Austin estavam lotadas e muito mais ecléticas, pessoas de vários perfis, bandas de diversos estilos musicais, artistas de diversas áreas, encontramos até locais no meio do festival, algo inimaginável nos outros anos!

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Maiara & Maraisa
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Casal percorreu três continentes para gravar 10 canções; conheça o projeto Le Tour Du Monde

A viagem de Iris e Lucas vai passar no canal TLC a partir dessa sexta, 31/3

por Marcos Lauro em 30/03/2017

A videomaker Iris Fuzaro, de 26 anos, e o produtor musical Lucas Mayer, 37, resolveram encarar um desafio: gravar um disco nas ruas. Mas não nas ruas do bairro ou da cidade, do mundo. Assim nasceu o projeto Le Tour Du Monde.

O casal passou por 10 cidades em três continentes diferentes e compôs 10 canções, uma em cada cidade. Nas músicas, você consegue ouvir o ambiente de Tóquio, Bali, Atenas, Budapeste e Berlim, entre outras. Abaixo, você vê uma das gravações, da música feita em Amsterdã com a participação da banda local The Pheromones.

As faixas já estão no Spotify, mas o álbum que as reúne tem lançamento previsto para essa sexta-feira (31/03). No mesmo dia, a aventura vai ao ar, em formato de série, no canal TLC, a partir das 23h.

A Billboard Brasil conversou com Iris. Leia o papo a seguir e, claro, ouça as músicas:

Como surgiu a ideia? Qual foi o gatilho que fez vocês colocarem a ideia em prática?
Iris:
O projeto nasceu alguns anos atrás, quando o Lucas fez uma viagem para o Havaí e eu tive que ficar em São Paulo. Quando ele voltou, ele me presenteou com uma música chamada “Only” que ele compôs com um ukulele havaiano de oito cordas que tinha achado numa feira local. Quando ele me mostrou a música, era possível ouvir o mar, os pássaros e todo ambiente ao redor. Ele tinha gravado a música na beira da Waikiki e o ambiente acabou entrando tanto na canção que tratar o som em um estúdio iria descaracterizar aquela melodia. Na época, estávamos planejando passar um tempo morando no exterior, mas depois da música “Only”, veio o insight de viajar o mundo procurando novas sonoridades para gravar um álbum nas ruas.

O objetivo já era fazer uma série, desde o começo?
O objetivo inicial era fazer uma websérie para mostrar todo o processo criativo de compor, procurar músicos de rua, instrumentos típicos e de gravar músicas fora de estúdios. Só que quando nos demos conta, tinham tantas histórias para contar que não entraram nos vídeos do nosso canal do YouTube, que resolvemos desenvolver a história para um formato mais longo, como de televisão.

Qual cidade mais chamou a atenção de cada um e por quê?
A cidade que mais chamou atenção de nós dois foi sem dúvidas Tóquio. As diferenças culturais são tão grandes que qualquer coisa virava uma experiência única, mesmo que fosse algo banal como andar de metrô ou ir no mercado. Lá tivemos que dar um passo para trás para entender princípios básicos de comportamento para depois entender a cena musical. Por causa disso, tudo virou uma bomba inspiração. Em uma conversa com a Fernanda Takai, ela definiu bem a cidade: Tóquio é o mais próximo que podemos chegar de outro planeta. E é isso mesmo.

Já vimos que haverá uma segunda temporada. Já está gravada ou será uma nova viagem? Quais cidades devem aparecer na série?
A segunda temporada ainda não foi gravada. Será uma nova viagem e temos planos de gravá-la ainda esse ano. Não queremos estragar a surpresa, mas um lugar já é certo: Rússia.

Vocês estiveram no último SXSW. Qual foi a impressão sobre o evento nesse ano?
O que mais nos chamou atenção esse ano foi como o festival cresceu e não estamos só falando do número recorde de brasileiros inscritos. As ruas de Austin estavam lotadas e muito mais ecléticas, pessoas de vários perfis, bandas de diversos estilos musicais, artistas de diversas áreas, encontramos até locais no meio do festival, algo inimaginável nos outros anos!