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Clive Davis e amigos de Whitney Houston fazem balanço do seu álbum ao vivo

por em 14/11/2014
Por
Chuck Arnold De “You Give Good Love” a “I Will Always Love You”, as gravações em estúdio de Whitney Houston são lendárias. Mas seu primeiro álbum ao vivo, Whitney Houston Live:Her Greatest Performances (lançado lá fora como CD e CD/DVD no dia 10 de novembro) prova que a estrela pop – que morreu em 2012, aos 48 anos, afogada na banheira – era uma artista ao vivo igualmente transcendente. Seu mentor, diretor criativo da Sony, Clive Davis, que produziu o LP; seu diretor musical de longa data, Rickey Minor; e sua cunhada Pat Houston (presidente da Whitney Houston Estate) dão detalhes exclusivos em relação aos pontos altos do álbum.   "Home," The Merv Griffin Show, 23 de junho de 1983 “Isso rolou duas semanas depois de eu assinar com ela”, lembra Davis, 82, sobre a estreia em televisão nacional da cantora. “Era uma oportunidade de sinalizar o talento especial dela. Mas Cissy [Houston, mãe de Whitney] não ficou feliz com a forma como o líder da banda estava conduzindo a canção. Se você assistir o DVD atentamente, verá Cissy chegar e começar a liderar a banda por trás das cortinas, pegando o ritmo para que fosse um apoio musical mais forte.” http://www.youtube.com/watch?v=72ksL7SvOos "One Moment In Time," Grammy Awards, 22 de fevereiro de 1989 Davis se lembra de se sentir “incrivelmente orgulhoso” quando Whitney arrasou ao abrir a cerimônia: “Ela estava levantando o público dos seus assentos em um ambiente onde as pessoas não têm que fazer uma salva de aplausos. Mas eles fizeram.” Veja aqui.   "The Star-Spangled Banner," Super Bowl XXV, 27 de janeiro de 1991 Muitos consideram essa a melhor apresentação do hino nacional dos Estados Unidos já televisionada, mas o arranjo de inspiração gospel de Rickey Minor não conquistou os executivos. “Foi um sacrilégio mudar o hino – eu quase fui demitido”, lembra Minor, 55. Mas não houve drama: “O que o mundo escutou foi basicamente seu primeirotake.” Veja aqui.   "I Will Always Love You," Concert for a New South Africa, 12 de novembro de 1994 Whitney Houston foi a primeira estrela global a se apresentar na África do Sul pós-apartheid, fazendo três show para comemorar a eleição de Nelson Mandela. “Ela ficou lisonjeada”, diz Minor. “Ela teve uma reunião particular com Mandela, e esse tipo de coisa realmente muda a sua vida. Pensou nos seus ancestrais e na liberdade que ela desfrutava e que estava chegando a esse país. Vê-la curvar-se depois dessa música foi muito emocionante.” Veja aqui.   "I Believe In You And Me," World Music Awards, 15 de setembro de 2004 Dois dias antes de Davis receber o prêmio por sua incrível contribuição à indústria musical, Whitney ligou para ele e pediu para se apresentar no evento. Eles não se viam desde os shows de Michael Jackson: 30th Anniversary Special, em 2001, “quando ela era só pele e osso”, brinca Davis. “Eu falei, ‘Whitney, estou comovido, mas assustado. Como está a sua aparência? Como está a sua voz?'”. Como parte de um teste, ele montou um ensaio secreto para Whitney. Esse retorno levou o público às lágrimas (incluindo Chaka Khan e Celine Dion). Veja aqui.   "I Didn't Know My Own Strength," The Oprah Winfrey Show, 15 de setembro de 2009 “Foi um grande momento”, diz Pat, 54, sobre a apresentação de Houston depois de abrir o coração no programa de Oprah sobre problemas com abuso de substâncias. “Houve um pouco de receio, porque sempre há pessimistas por aí. Mas ela não era mais aquela garota do The Merv Griffin Show. A vida aconteceu para ela.” diz Davis, que estava na plateia, ficou otimista. “Eu tinha esperança de que a vida dela não acabasse do jeito que acabou”. Veja aqui.
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Clive Davis e amigos de Whitney Houston fazem balanço do seu álbum ao vivo

por em 14/11/2014
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Chuck Arnold De “You Give Good Love” a “I Will Always Love You”, as gravações em estúdio de Whitney Houston são lendárias. Mas seu primeiro álbum ao vivo, Whitney Houston Live:Her Greatest Performances (lançado lá fora como CD e CD/DVD no dia 10 de novembro) prova que a estrela pop – que morreu em 2012, aos 48 anos, afogada na banheira – era uma artista ao vivo igualmente transcendente. Seu mentor, diretor criativo da Sony, Clive Davis, que produziu o LP; seu diretor musical de longa data, Rickey Minor; e sua cunhada Pat Houston (presidente da Whitney Houston Estate) dão detalhes exclusivos em relação aos pontos altos do álbum.   "Home," The Merv Griffin Show, 23 de junho de 1983 “Isso rolou duas semanas depois de eu assinar com ela”, lembra Davis, 82, sobre a estreia em televisão nacional da cantora. “Era uma oportunidade de sinalizar o talento especial dela. Mas Cissy [Houston, mãe de Whitney] não ficou feliz com a forma como o líder da banda estava conduzindo a canção. Se você assistir o DVD atentamente, verá Cissy chegar e começar a liderar a banda por trás das cortinas, pegando o ritmo para que fosse um apoio musical mais forte.” http://www.youtube.com/watch?v=72ksL7SvOos "One Moment In Time," Grammy Awards, 22 de fevereiro de 1989 Davis se lembra de se sentir “incrivelmente orgulhoso” quando Whitney arrasou ao abrir a cerimônia: “Ela estava levantando o público dos seus assentos em um ambiente onde as pessoas não têm que fazer uma salva de aplausos. Mas eles fizeram.” Veja aqui.   "The Star-Spangled Banner," Super Bowl XXV, 27 de janeiro de 1991 Muitos consideram essa a melhor apresentação do hino nacional dos Estados Unidos já televisionada, mas o arranjo de inspiração gospel de Rickey Minor não conquistou os executivos. “Foi um sacrilégio mudar o hino – eu quase fui demitido”, lembra Minor, 55. Mas não houve drama: “O que o mundo escutou foi basicamente seu primeirotake.” Veja aqui.   "I Will Always Love You," Concert for a New South Africa, 12 de novembro de 1994 Whitney Houston foi a primeira estrela global a se apresentar na África do Sul pós-apartheid, fazendo três show para comemorar a eleição de Nelson Mandela. “Ela ficou lisonjeada”, diz Minor. “Ela teve uma reunião particular com Mandela, e esse tipo de coisa realmente muda a sua vida. Pensou nos seus ancestrais e na liberdade que ela desfrutava e que estava chegando a esse país. Vê-la curvar-se depois dessa música foi muito emocionante.” Veja aqui.   "I Believe In You And Me," World Music Awards, 15 de setembro de 2004 Dois dias antes de Davis receber o prêmio por sua incrível contribuição à indústria musical, Whitney ligou para ele e pediu para se apresentar no evento. Eles não se viam desde os shows de Michael Jackson: 30th Anniversary Special, em 2001, “quando ela era só pele e osso”, brinca Davis. “Eu falei, ‘Whitney, estou comovido, mas assustado. Como está a sua aparência? Como está a sua voz?'”. Como parte de um teste, ele montou um ensaio secreto para Whitney. Esse retorno levou o público às lágrimas (incluindo Chaka Khan e Celine Dion). Veja aqui.   "I Didn't Know My Own Strength," The Oprah Winfrey Show, 15 de setembro de 2009 “Foi um grande momento”, diz Pat, 54, sobre a apresentação de Houston depois de abrir o coração no programa de Oprah sobre problemas com abuso de substâncias. “Houve um pouco de receio, porque sempre há pessimistas por aí. Mas ela não era mais aquela garota do The Merv Griffin Show. A vida aconteceu para ela.” diz Davis, que estava na plateia, ficou otimista. “Eu tinha esperança de que a vida dela não acabasse do jeito que acabou”. Veja aqui.