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Com palavrões e provocações, Quanta Ladeira levanta tarde de Recife

por em 11/02/2013
Imagem: Divulgação
“O que eu acho mais bonito/ É o chute no nariz/ Joelhada no abdômen/ Também me deixa feliz/ Enroscados no tatame/ Que momento de prazer/ É por isso que eu adoro UFC”. A atual febre nacional foi apenas uma das coisas na lista do que não pode passar ileso no repertório do Quanta Ladeira, tradicional reunião de artistas no Carnaval de Recife. “A gente tá aqui pra esculhambar”, enfatiza Zé da Flauta, um dos fundadores do show, ao lado de Lenine e Lula Queiroga, há 16 anos. “Não temos compromisso com nada.”

“É a hora que o artista tem pra brincar, com liberdade total”, conta o músico China, que participou da festa. A liberdade é levada ao pé da letra. Em meio a diversos palavrões, o atual prefeito da capital, Geraldo Júlio, foi um dos alvos, ao lado do ex-presidente Lula e de Renan Calheiros. O presidente do Senado foi, inclusive, a estrela da principal música da noite, “Otarius”. “O Carnaval permite essa irreverência”, explica China.

O músico paulistano Marcelo Jeneci, que estreou no Quanta Ladeira este ano, diz que sempre foi tímido, mas está se soltando aos poucos. Ele, no entanto, lamenta a falta de atrações como essa na sua terra natal. “Falta alegria em São Paulo, por isso temos que diminuir a distância e aumentar o diálogo.”

A apresentação, que contou também com Fafá de Belém, encerrou com a antiga provocação ao Carnaval de Salvador e referência ao extinto Recifolia, Carnaval fora de época da cidade: “Meu abadá caiu no esquecimento/ Que falta eu sinto do cordão do isolamento”.

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por em 11/02/2013
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“É a hora que o artista tem pra brincar, com liberdade total”, conta o músico China, que participou da festa. A liberdade é levada ao pé da letra. Em meio a diversos palavrões, o atual prefeito da capital, Geraldo Júlio, foi um dos alvos, ao lado do ex-presidente Lula e de Renan Calheiros. O presidente do Senado foi, inclusive, a estrela da principal música da noite, “Otarius”. “O Carnaval permite essa irreverência”, explica China.

O músico paulistano Marcelo Jeneci, que estreou no Quanta Ladeira este ano, diz que sempre foi tímido, mas está se soltando aos poucos. Ele, no entanto, lamenta a falta de atrações como essa na sua terra natal. “Falta alegria em São Paulo, por isso temos que diminuir a distância e aumentar o diálogo.”

A apresentação, que contou também com Fafá de Belém, encerrou com a antiga provocação ao Carnaval de Salvador e referência ao extinto Recifolia, Carnaval fora de época da cidade: “Meu abadá caiu no esquecimento/ Que falta eu sinto do cordão do isolamento”.