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Com pinta de rockstar, Wiz Khalifa encerra o Planeta Atlântida

O segundo dia de Planeta Atlântida, um sábado, fez com que mais gente fosse até Saba, local do evento. A média, por dia, foi de 42 mil pessoas. A presença de Criolo na abertura do palco principal também convenceu o público a ir mais cedo. Vestindo uma camiseta com o protesto Passe Livre estampado, o rapper misturou os repertórios de Nó Na Orelha e Convoque Seu Buda. Com o dia ainda seco, Criolo lembrou da forte chuva que devastou a capital rio grandense na noite anterior.

PRIMEIRO DIA DE FESTIVAL TEM BAILE DEMOCRÁTICO

Do outro lado, uma das bandas gaúchas mais promissoras da atualidade entrava em cena. Com o repertório do disco de estreia Maravilhas Da Vida Moderna, o grupo Dingo Bells tocou para poucos mas bons fãs. A concorrência no palco principal era injusta. A ConeCrew Diretoria se apresentou ao lado de Anitta e Flora Mattos. O que era para ser um pocket show como fez Valesca na última noite com o DJ Dennis, virou quase um show completo da funkeira, com hits de Bang e do álbum anterior.

O “patrimônio” do Planeta Atlântida cai do céu 
Muitos dizem que a chuva é quase como um patrimônio do festival.  E a água fez questão de cair, mesmo que aos poucos, na coreografia de "Bang". Alguns vão dizer que Anitta faz chover.

 

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Pedro H. Tesch / Agência Preview

Quem pulou com os sucesso da Anitta e com o rap festivo da ConeCrew e Flora Mattos,  continuou suando. Primeiro com O Rappa, depois com o caminhão de hits do Lulu Santos.

Pelo lineup eclético com jeito de uma grande festa, o público do segundo dia manteve sua identidade jovem. Após as apresentações dos veteranos d'O Rappa e Lulu Santos, Luan Santana foi quem refletiu a energia dos presentes. O cantor despejou seus hits - dos mais animados aos mais românticos, todos cantados a plenos pulmões pelos fãs. "Não tem preço que pague tocar em um festival que reúne tantas tribos diferentes. Isso é o mais legal do Planeta ", comentou ele, que toca no evento pela sétima vez. Agora ambientado, Luan Santana já teve receio em tocar justamente para um lugar com tanta diversidade: "Na primeira vez, quando eu era o único que cantava sertanejo no meio de artistas do rock e do reggae, deu um medo, sim",  confessa.

 

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Jefferson Bernardes / Agência Preview

Som nas alturas
Quando falam que o rap é o novo rock é de performances como a de Wiz khalifa que motivam a comparação. Se as suas letras são recheadas de menções à maconha e ao apreço pelo dinheiro e pelos bens materiais, em atitude Khalifa chega perto dos rockstars. A banda que o acompanha fez o show mais barulhento do segundo dia do Planeta Atlântida. Vestindo uma camiseta aberta, que logo seria descartada, as muitas tatuagem que cobrem seu corpo fazem parte do figurino. Khalifa mexe com o público, aproveita muito bem o espaço do palco e  responde com gargalhadas ao agito do público. E o mais importante, quebra protocolos. Ele foi o único em dois dias de festival que desceu do palco e se consagrou no meio da galera. Tudo isso por debaixo de muita chuva. Na edição de 20 anos,  o Planeta Atlântida reuniu banda canadense de reggae,  fenômeno do forró, astro do sertanejo, rapper com pinta de rockstar e um mega baile funk. E funcionou.

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Com pinta de rockstar, Wiz Khalifa encerra o Planeta Atlântida

por Rodrigo Amaral da Rocha em 31/01/2016

O segundo dia de Planeta Atlântida, um sábado, fez com que mais gente fosse até Saba, local do evento. A média, por dia, foi de 42 mil pessoas. A presença de Criolo na abertura do palco principal também convenceu o público a ir mais cedo. Vestindo uma camiseta com o protesto Passe Livre estampado, o rapper misturou os repertórios de Nó Na Orelha e Convoque Seu Buda. Com o dia ainda seco, Criolo lembrou da forte chuva que devastou a capital rio grandense na noite anterior.

PRIMEIRO DIA DE FESTIVAL TEM BAILE DEMOCRÁTICO

Do outro lado, uma das bandas gaúchas mais promissoras da atualidade entrava em cena. Com o repertório do disco de estreia Maravilhas Da Vida Moderna, o grupo Dingo Bells tocou para poucos mas bons fãs. A concorrência no palco principal era injusta. A ConeCrew Diretoria se apresentou ao lado de Anitta e Flora Mattos. O que era para ser um pocket show como fez Valesca na última noite com o DJ Dennis, virou quase um show completo da funkeira, com hits de Bang e do álbum anterior.

O “patrimônio” do Planeta Atlântida cai do céu 
Muitos dizem que a chuva é quase como um patrimônio do festival.  E a água fez questão de cair, mesmo que aos poucos, na coreografia de "Bang". Alguns vão dizer que Anitta faz chover.

 

planeta-cone
Pedro H. Tesch / Agência Preview

Quem pulou com os sucesso da Anitta e com o rap festivo da ConeCrew e Flora Mattos,  continuou suando. Primeiro com O Rappa, depois com o caminhão de hits do Lulu Santos.

Pelo lineup eclético com jeito de uma grande festa, o público do segundo dia manteve sua identidade jovem. Após as apresentações dos veteranos d'O Rappa e Lulu Santos, Luan Santana foi quem refletiu a energia dos presentes. O cantor despejou seus hits - dos mais animados aos mais românticos, todos cantados a plenos pulmões pelos fãs. "Não tem preço que pague tocar em um festival que reúne tantas tribos diferentes. Isso é o mais legal do Planeta ", comentou ele, que toca no evento pela sétima vez. Agora ambientado, Luan Santana já teve receio em tocar justamente para um lugar com tanta diversidade: "Na primeira vez, quando eu era o único que cantava sertanejo no meio de artistas do rock e do reggae, deu um medo, sim",  confessa.

 

planeta-luan
Jefferson Bernardes / Agência Preview

Som nas alturas
Quando falam que o rap é o novo rock é de performances como a de Wiz khalifa que motivam a comparação. Se as suas letras são recheadas de menções à maconha e ao apreço pelo dinheiro e pelos bens materiais, em atitude Khalifa chega perto dos rockstars. A banda que o acompanha fez o show mais barulhento do segundo dia do Planeta Atlântida. Vestindo uma camiseta aberta, que logo seria descartada, as muitas tatuagem que cobrem seu corpo fazem parte do figurino. Khalifa mexe com o público, aproveita muito bem o espaço do palco e  responde com gargalhadas ao agito do público. E o mais importante, quebra protocolos. Ele foi o único em dois dias de festival que desceu do palco e se consagrou no meio da galera. Tudo isso por debaixo de muita chuva. Na edição de 20 anos,  o Planeta Atlântida reuniu banda canadense de reggae,  fenômeno do forró, astro do sertanejo, rapper com pinta de rockstar e um mega baile funk. E funcionou.