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Cone Crew Diretoria homenageia Charlie Brown Jr. no palco Perry

por em 07/04/2014
Úni
co representante do rap nacional no Lollapalooza, a Cone Crew Diretoria subiu num palco Perry bastante esfumaçado, às 15h10. Com exceção de Ari, todos os integrantes do coletivo usavam camisetas da seleção brasileira, enquanto o público na tenda entoava o grito “Olê, olê, olê, Conê, Conê”. Com um grave monstruoso ecoando pelo ambiente, a abertura do show foi com a música “Chefe De Quadrilha” e o set list caminhou por toda a carreira dos “mulekes” oriundos do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. O destaque fica para “Religião Do F***-se”, parte do repertório do primeiro disco da Cone, Ataque Lírico, de 2007. Antes do grupo cantar “Calma Na Alma”, Maomé fez um discurso em homenagem a Chorão e Champingon, e dedicou a canção aos integrantes do Charlie Brown Jr., que morreram no ano passado. Cert impressionou os que acompanhavam a música, ao rimar num flow aceleradíssimo e sem nenhum deslize. Além das protocolares batalhas de rima entre Batoré e Maomé – envolvendo os lados da plateia na disputa -, o grupo cantou trechos de músicas de Gabriel O Pensador e Planet Hemp durante a execução de “Sem A Planta”. Ainda houve tempo para recados nada amigáveis dirigidos ao governador Geraldo Alckmin e ao deputado Marco Feliciano. Mantendo o tom social displicente da Cone, Maomé lembrou da atual polêmica acerca do estupro no Brasil, afirmando, para delírio do público, que “estupradores não são seres humanos”.
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Saudade
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4
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Maiara & Maraisa
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De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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Cone Crew Diretoria homenageia Charlie Brown Jr. no palco Perry

por em 07/04/2014
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co representante do rap nacional no Lollapalooza, a Cone Crew Diretoria subiu num palco Perry bastante esfumaçado, às 15h10. Com exceção de Ari, todos os integrantes do coletivo usavam camisetas da seleção brasileira, enquanto o público na tenda entoava o grito “Olê, olê, olê, Conê, Conê”. Com um grave monstruoso ecoando pelo ambiente, a abertura do show foi com a música “Chefe De Quadrilha” e o set list caminhou por toda a carreira dos “mulekes” oriundos do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. O destaque fica para “Religião Do F***-se”, parte do repertório do primeiro disco da Cone, Ataque Lírico, de 2007. Antes do grupo cantar “Calma Na Alma”, Maomé fez um discurso em homenagem a Chorão e Champingon, e dedicou a canção aos integrantes do Charlie Brown Jr., que morreram no ano passado. Cert impressionou os que acompanhavam a música, ao rimar num flow aceleradíssimo e sem nenhum deslize. Além das protocolares batalhas de rima entre Batoré e Maomé – envolvendo os lados da plateia na disputa -, o grupo cantou trechos de músicas de Gabriel O Pensador e Planet Hemp durante a execução de “Sem A Planta”. Ainda houve tempo para recados nada amigáveis dirigidos ao governador Geraldo Alckmin e ao deputado Marco Feliciano. Mantendo o tom social displicente da Cone, Maomé lembrou da atual polêmica acerca do estupro no Brasil, afirmando, para delírio do público, que “estupradores não são seres humanos”.