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Dingo Bells, uma nova cara do pop rock nacional

por em 12/02/2016
P
or Rodrigo Amaral da Rocha
Vem da região sul do país uma das revelações do pop rock nacional. Com o disco de estreia Maravilhas Da Vida Moderna, o Dingo Bells rapidamente alavancou a ainda curta carreira. O grupo também tem feito a cabeça da galera nas rádios – pelo menos no Rio Grande do Sul, local onde eles nasceram. Por lá, eles estão com os singles "Vim Passear” e "Dinossauros". Maravilhas da Vida Moderna é um disco conceitual, mas sem ser concebido dessa maneira. As letras sobre os dilemas da vida adulta começaram a brotar depois de “Mistérios Dos 30”, sobre o medo de chegar a três décadas de vida. O que foi proposital na estreia dos gaúchos foi a veia pop, "algo de qualidade, pensando muito no que o Michael Jackson fazia", explica Rodrigo Fischmann. COM PINTA DE ROCKSTAR, WIZ KHALIFA ENCERRA O PLANETA ATLÂNTIDA A citação ao Rei do Pop fica só no exemplo mesmo, mas o som do Dingo Bells é feito para balançar, assobiar, mas, principalmente, sem deixar de pensar. Dingo Bells tem como base Rodrigo Fischmann (voz e bateria), Diogo Brochmann (voz, guitarra e teclado), Felipe Kautz (voz e baixo) e Fabricio Gambogi (guitarra). Os três primeiros, amigos de infância, começaram a tocar aos 14 anos. O guitarrista, também criador dos arranjos de sopro, foi incorporado mais tarde. Hoje a formação da banda pode incorporar três integrantes de sopros, variando de acordo com o show realizado. O hepteto estava completo no Planeta Atlântida, o primeiro grande festival para o grupo. No maior festival da região sul do país, eles não tocaram para o maior público da carreira, longe disso, mas a grandeza do evento representa o momento da curta carreira. "Eu me lembro quando tinha 14 anos e vinha ver meus ídolos tocar aqui. Foi um dia muito feliz para nós", disse Felipe Kautz. Depois de dividir o lineup com Anitta e Luan Santana no mesmo dia de Planeta, eles embarcam em março na cidade de São Paulo para tocar para o público mais indie e igualmente jovem do Lollapalooza. VEJA O LINEUP COMPLETO DO LOLLAPALOOZA BRASIL 2016 A capital paulista pode ser chamada de segunda casa. Por lá, eles já conquistaram um público fiel e transitam à vontade pelas casas de show da cidade. Nos próximos dias, eles têm shows marcados em dois dos espaços mais interessantes de São Paulo: o CCSP (Centro Cultural de São Paulo), junto com os baianos da banda Maglore, e o SESC Pompeia.   Serviço: Dingo Bells e Maglore Centro Cultural São Paulo 13/02, às 19h Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Dingo Bells SESC Pompeia 20/02, às 21h Ingressos: R$ 10
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Amor Da Sua Cama
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Saudade
Eduardo Costa
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Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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Dingo Bells, uma nova cara do pop rock nacional

por em 12/02/2016
P
or Rodrigo Amaral da Rocha
Vem da região sul do país uma das revelações do pop rock nacional. Com o disco de estreia Maravilhas Da Vida Moderna, o Dingo Bells rapidamente alavancou a ainda curta carreira. O grupo também tem feito a cabeça da galera nas rádios – pelo menos no Rio Grande do Sul, local onde eles nasceram. Por lá, eles estão com os singles "Vim Passear” e "Dinossauros". Maravilhas da Vida Moderna é um disco conceitual, mas sem ser concebido dessa maneira. As letras sobre os dilemas da vida adulta começaram a brotar depois de “Mistérios Dos 30”, sobre o medo de chegar a três décadas de vida. O que foi proposital na estreia dos gaúchos foi a veia pop, "algo de qualidade, pensando muito no que o Michael Jackson fazia", explica Rodrigo Fischmann. COM PINTA DE ROCKSTAR, WIZ KHALIFA ENCERRA O PLANETA ATLÂNTIDA A citação ao Rei do Pop fica só no exemplo mesmo, mas o som do Dingo Bells é feito para balançar, assobiar, mas, principalmente, sem deixar de pensar. Dingo Bells tem como base Rodrigo Fischmann (voz e bateria), Diogo Brochmann (voz, guitarra e teclado), Felipe Kautz (voz e baixo) e Fabricio Gambogi (guitarra). Os três primeiros, amigos de infância, começaram a tocar aos 14 anos. O guitarrista, também criador dos arranjos de sopro, foi incorporado mais tarde. Hoje a formação da banda pode incorporar três integrantes de sopros, variando de acordo com o show realizado. O hepteto estava completo no Planeta Atlântida, o primeiro grande festival para o grupo. No maior festival da região sul do país, eles não tocaram para o maior público da carreira, longe disso, mas a grandeza do evento representa o momento da curta carreira. "Eu me lembro quando tinha 14 anos e vinha ver meus ídolos tocar aqui. Foi um dia muito feliz para nós", disse Felipe Kautz. Depois de dividir o lineup com Anitta e Luan Santana no mesmo dia de Planeta, eles embarcam em março na cidade de São Paulo para tocar para o público mais indie e igualmente jovem do Lollapalooza. VEJA O LINEUP COMPLETO DO LOLLAPALOOZA BRASIL 2016 A capital paulista pode ser chamada de segunda casa. Por lá, eles já conquistaram um público fiel e transitam à vontade pelas casas de show da cidade. Nos próximos dias, eles têm shows marcados em dois dos espaços mais interessantes de São Paulo: o CCSP (Centro Cultural de São Paulo), junto com os baianos da banda Maglore, e o SESC Pompeia.   Serviço: Dingo Bells e Maglore Centro Cultural São Paulo 13/02, às 19h Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Dingo Bells SESC Pompeia 20/02, às 21h Ingressos: R$ 10