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Discos e artistas para NÃO ouvir no streaming

Estamos em 2017 e ainda há obras fundamentais fora dos catálogos online

por Redação em 08/03/2017

Artistas resistentes ao formato online, como Beatles e Bob Dylan, aderiam ao streaming. Mas ainda há uma infinidade de artistas ou discos fundamentais que estão fora dos formatos online.

De Taylor Swift a Jay Z, veja alguns exemplos na galeria abaixo:

Jay Z - Um dos proprietários do TIDAL, retirou nessa sexta-feira (07/04) toda a sua discografia do Spotify e da Apple Music. Ele já havia feito isso em março de 2016, mas os álbuns retornaram aos serviços meses depois. Dessa vez, a exclusão foi total – sobraram apenas as participações dele em obras de outros artistas e pouquíssimos singles. Por questões óbvias, toda sua obra ainda pode ser encontrada no TIDAL, além da Amazon Music e nas lojas iTunes para compra.

Divulgação

Rouge – Se você buscar “rouge” no Spotify, vai achar alguns grupos. Mas nenhum deles é o formado em 2002 no Popstars, do SBT. Formado por Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Luciana Andrade e Li Martins, o grupo rendeu quatro álbuns e três DVDs e passou por desentendimentos e mudanças de formação. Então, hoje, se você quiser ouvir "Ragatanga", não será possível.

Divulgação

Prince – Sim, parte da obra de Prince já está no streaming. O cantor, que em vida sempre se mostrou contra esse tipo de serviço, teve uma pequena parte da sua grande discografia publicada e garante 5,6 milhões de ouvintes mensais. 17 álbuns estão online, mas sua discografia conta com mais de 50 álbuns entre estúdio, ao vivo e coletâneas.

Divulgação

Beyoncé – Lemonade – O álbum-filme de Beyoncé teve estreia na HBO e entrou no TIDAL (plataforma que tem seu esposo, Jay Z, como sócio). E, por enquanto, não há previsão para a entrada do multipremiado álbum nas outras plataformas.

Reprodução

Thom Yorke – O líder do Radiohead se declarou contra o streaming em 2013 e, em julho desse mesmo ano, retirou toda a sua obra solo dos serviços. Na mesma época, deu declarações dizendo que o Spotify representa a “velha indústria” e que o streaming não ajuda a divulgar novos artistas. Seu segundo álbum solo, Tomorrow's Modern Boxes, foi lançado via BitTorrent.

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High School Musical – A trilogia teve três álbuns com suas trilhas sonoras. Mas, por algum motivo, o primeiro deles, de 2006, não está no Spotify – o segundo e o terceiro estão online e garantem pouco mais de um milhão de ouvintes mensais. A faixa que mais bomba por lá é “Can I Have This Dance”, com Zac Efron e Vanessa Hudgens, que se aproxima dos 25 milhões de plays.

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Bob Seger – Grande nome do rock de Detroit, se tornou ainda mais famoso em 1998 quando o Metallica regravou “Turn The Page” no projeto de cover Garage Inc. Não há qualquer vestígio dos seus 16 álbuns de estúdio no Spotify – a plataforma traz apenas um álbum ao vivo que garante 45 mil ouvintes mensais.

Divulgação

RBD – Numa noite de setembro de 2015, os fãs do grupo teen mexicano tiveram uma surpresa desagradável: a discografia do grupo havia sumido do Spotify. A própria plataforma publicou numa postagem do Twitter dizendo que estava surpresa e que ia verificar com a gravadora o que havia acontecido. Quase dois anos depois, os fãs continuam sem notícia.

Divulgação

Hip-Hop Cultura de Rua – Álbum inaugural do rap no Brasil. Lançado em 1988, traz Thaíde & DJ Hum, Código 13, MC Jack e O Credo, com produção de Nasi e André Jung, então integrantes do Ira!, Akira S e Dudu Marote. A primeira faixa, “Corpo Fechado”, de Thaíde & DJ Hum ainda é, até hoje, um dos sons mais significativos do rap nacional.

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  • HOT 100
    BRASIL
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    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Saudade
Eduardo Costa
3
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
4
Dona Maria (Part. Jorge)
Thiago Brava
5
Não Era Você
João Bosco & Vinicius
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Discos e artistas para NÃO ouvir no streaming

Estamos em 2017 e ainda há obras fundamentais fora dos catálogos online

por Redação em 08/03/2017

Artistas resistentes ao formato online, como Beatles e Bob Dylan, aderiam ao streaming. Mas ainda há uma infinidade de artistas ou discos fundamentais que estão fora dos formatos online.

De Taylor Swift a Jay Z, veja alguns exemplos na galeria abaixo:

Jay Z - Um dos proprietários do TIDAL, retirou nessa sexta-feira (07/04) toda a sua discografia do Spotify e da Apple Music. Ele já havia feito isso em março de 2016, mas os álbuns retornaram aos serviços meses depois. Dessa vez, a exclusão foi total – sobraram apenas as participações dele em obras de outros artistas e pouquíssimos singles. Por questões óbvias, toda sua obra ainda pode ser encontrada no TIDAL, além da Amazon Music e nas lojas iTunes para compra.

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Rouge – Se você buscar “rouge” no Spotify, vai achar alguns grupos. Mas nenhum deles é o formado em 2002 no Popstars, do SBT. Formado por Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils, Luciana Andrade e Li Martins, o grupo rendeu quatro álbuns e três DVDs e passou por desentendimentos e mudanças de formação. Então, hoje, se você quiser ouvir "Ragatanga", não será possível.

Divulgação

Prince – Sim, parte da obra de Prince já está no streaming. O cantor, que em vida sempre se mostrou contra esse tipo de serviço, teve uma pequena parte da sua grande discografia publicada e garante 5,6 milhões de ouvintes mensais. 17 álbuns estão online, mas sua discografia conta com mais de 50 álbuns entre estúdio, ao vivo e coletâneas.

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Beyoncé – Lemonade – O álbum-filme de Beyoncé teve estreia na HBO e entrou no TIDAL (plataforma que tem seu esposo, Jay Z, como sócio). E, por enquanto, não há previsão para a entrada do multipremiado álbum nas outras plataformas.

Reprodução

Thom Yorke – O líder do Radiohead se declarou contra o streaming em 2013 e, em julho desse mesmo ano, retirou toda a sua obra solo dos serviços. Na mesma época, deu declarações dizendo que o Spotify representa a “velha indústria” e que o streaming não ajuda a divulgar novos artistas. Seu segundo álbum solo, Tomorrow's Modern Boxes, foi lançado via BitTorrent.

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High School Musical – A trilogia teve três álbuns com suas trilhas sonoras. Mas, por algum motivo, o primeiro deles, de 2006, não está no Spotify – o segundo e o terceiro estão online e garantem pouco mais de um milhão de ouvintes mensais. A faixa que mais bomba por lá é “Can I Have This Dance”, com Zac Efron e Vanessa Hudgens, que se aproxima dos 25 milhões de plays.

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Bob Seger – Grande nome do rock de Detroit, se tornou ainda mais famoso em 1998 quando o Metallica regravou “Turn The Page” no projeto de cover Garage Inc. Não há qualquer vestígio dos seus 16 álbuns de estúdio no Spotify – a plataforma traz apenas um álbum ao vivo que garante 45 mil ouvintes mensais.

Divulgação

RBD – Numa noite de setembro de 2015, os fãs do grupo teen mexicano tiveram uma surpresa desagradável: a discografia do grupo havia sumido do Spotify. A própria plataforma publicou numa postagem do Twitter dizendo que estava surpresa e que ia verificar com a gravadora o que havia acontecido. Quase dois anos depois, os fãs continuam sem notícia.

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Hip-Hop Cultura de Rua – Álbum inaugural do rap no Brasil. Lançado em 1988, traz Thaíde & DJ Hum, Código 13, MC Jack e O Credo, com produção de Nasi e André Jung, então integrantes do Ira!, Akira S e Dudu Marote. A primeira faixa, “Corpo Fechado”, de Thaíde & DJ Hum ainda é, até hoje, um dos sons mais significativos do rap nacional.

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