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Discutir para prosperar

por em 09/04/2013
S
emana Internacional da Música debate em São Paulo o mercado em mutação,
por Mariana sewaybricker É um grande evento de música, onde todos os que fazem parte desta cadeia se encontram para se conhecer, trocar experiências, iniciar novas parcerias e assistir a alguns dos melhores shows da nova produção musical mundial”, diz Fabiana Batistela, uma das organizadoras da Semana Internacional de Música, que teve a primeira edição marcada para dezembro, em São Paulo. Não por acaso, a afirmação poderia estar na descrição de qualquer uma das conhecidas conferências de música mundiais, como o South By Southwest, dos Estados Unidos, ou o The Great Escape, do Reino Unido. Mas foi o MaMA, realizado há cinco anos em bairros boêmios de Paris, que realmente inspirou o projeto. “É o [evento] que está mais bem conectado com a realidade do mercado da música”, justifica. Por meio de palestras, debates, workshops, exposições, mostras audiovisuais, encontros de relacionamento e mais de 50 shows, o evento tem a intenção de organizar, efetivamente, o que vem sendo chamado de ‘novo’ mercado. “Acabamos de sair de uma crise gigante na indústria fonográfica, e agora é hora de reestruturar as coisas. O velho modelo não funciona mais, então estamos moldando um novo.” Músicos de dez nacionalidades diferentes já estão confirmados, assim como os brasileiros Otto, Tulipa Ruiz, Karina Buhr, Céu, Thiago Pethit, Bonde do Rolê e Felipe Cordeiro, entre muitos outros. Fabiana, que fez a curadoria do evento, ao lado de Fernando Ladeiro- -Marques, diz que para fazer parte do SIM, os artistas precisam ter um trabalho de “altíssima qualidade”, tanto em estúdio como ao vivo. “Todos também já têm uma estrutura de carreira organizada, com equipe, discos lançados, e estão prontos para organizarem turnês em outros países.” Os que não fazem parte deste seleto grupo podem participar comprando credencial que dá acesso a todo o evento, inclusive às apresentações, por R$ 135. A expectativa dos curadores é de que, em suas próximas edições, o SIM possa atrair ainda mais interessados neste novo mercado. “O apoio tem sido gigantesco”, garante Fabiana.
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Saudade
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5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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emana Internacional da Música debate em São Paulo o mercado em mutação,
por Mariana sewaybricker É um grande evento de música, onde todos os que fazem parte desta cadeia se encontram para se conhecer, trocar experiências, iniciar novas parcerias e assistir a alguns dos melhores shows da nova produção musical mundial”, diz Fabiana Batistela, uma das organizadoras da Semana Internacional de Música, que teve a primeira edição marcada para dezembro, em São Paulo. Não por acaso, a afirmação poderia estar na descrição de qualquer uma das conhecidas conferências de música mundiais, como o South By Southwest, dos Estados Unidos, ou o The Great Escape, do Reino Unido. Mas foi o MaMA, realizado há cinco anos em bairros boêmios de Paris, que realmente inspirou o projeto. “É o [evento] que está mais bem conectado com a realidade do mercado da música”, justifica. Por meio de palestras, debates, workshops, exposições, mostras audiovisuais, encontros de relacionamento e mais de 50 shows, o evento tem a intenção de organizar, efetivamente, o que vem sendo chamado de ‘novo’ mercado. “Acabamos de sair de uma crise gigante na indústria fonográfica, e agora é hora de reestruturar as coisas. O velho modelo não funciona mais, então estamos moldando um novo.” Músicos de dez nacionalidades diferentes já estão confirmados, assim como os brasileiros Otto, Tulipa Ruiz, Karina Buhr, Céu, Thiago Pethit, Bonde do Rolê e Felipe Cordeiro, entre muitos outros. Fabiana, que fez a curadoria do evento, ao lado de Fernando Ladeiro- -Marques, diz que para fazer parte do SIM, os artistas precisam ter um trabalho de “altíssima qualidade”, tanto em estúdio como ao vivo. “Todos também já têm uma estrutura de carreira organizada, com equipe, discos lançados, e estão prontos para organizarem turnês em outros países.” Os que não fazem parte deste seleto grupo podem participar comprando credencial que dá acesso a todo o evento, inclusive às apresentações, por R$ 135. A expectativa dos curadores é de que, em suas próximas edições, o SIM possa atrair ainda mais interessados neste novo mercado. “O apoio tem sido gigantesco”, garante Fabiana.