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Entre solos e clássicos, Gilmour domina estádio em SP

por em 13/12/2015
Por Marcos Lauro
David Gimour – 12 de dezembro – Allianz Parque/SP Para ouvir músicas do Pink Floyd ao vivo aqui no Brasil era necessário recorrer aos poucos shows do Roger Waters ou então arriscar alguma banda cover em bares suspeitos. Agora, há mais uma fonte: David Gilmour. Pela primeira vez na América Latina, Gilmour fez sua segunda noite no Allianz Parque, em São Paulo. Uma palavra para definir: catártico. Diferente da noite anterior não havia cadeiras nas pistas. O show extra, marcado para o dia 11, contou com esse detalhe que dividiu opiniões. NO BRASIL, DAVID GILMOUR FALA SOBRE ROGER WATERS O início do show, com “5 A.M.” e “Rattle That Lock” (música que dá nome ao mais recente trabalho solo de Gilmour e à turnê) mostrou que os fãs não eram apenas saudosistas e também estavam ligados na produção mais recente do guitarrista. Mas claro que a expectativa foi para os ares quando o primeiro som do Pink Floyd apareceu. Na quarta música da noite, o sampler que serve de introdução para “Wish You Were Here” foi executado e, mesmo um pouco baixo, foi logo reconhecido, para a felicidade do estádio lotado. Assim, Gilmour foi intercalando bons momentos com músicas da carreira solo com os clássicos que todos queriam ouvir. Depois de uma sequência de 10 músicas, um intervalo de 20 minutos. Na volta, uma homenagem a Syd Barrett, com “Astronomy Domine” e “Shine On You Crazy Diamond (Parts I – IV)”. Teve até um momento um pouco mais frio, com uma sequência de músicas da carreira solo (incluindo o jazz “The Girl In Yellow Dress”), mas que foi logo aquecido com “Sorrow” e “Run Like Hell” – tida como a melhor da noite por alguns fãs. DISCO DE DAVID GILMOUR LEVOU QUASE 20 ANOS PARA FICAR PRONTO O bis final contou com “Time”, “Breathe” e “Confortably Numb”. Um final daqueles para não se acreditar muito no que se viu e ouviu. De, mesmo com as luzes do estádio já acesas, ficar parado, olhando para o palco, se perguntando “o que vai acontecer agora?”. Ou então ir até Curitiba (14/12) ou Porto Alegre (16/12) para ver tudo de novo. “Confortavelmente entorpecido” é o termo.
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Entre solos e clássicos, Gilmour domina estádio em SP

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David Gimour – 12 de dezembro – Allianz Parque/SP Para ouvir músicas do Pink Floyd ao vivo aqui no Brasil era necessário recorrer aos poucos shows do Roger Waters ou então arriscar alguma banda cover em bares suspeitos. Agora, há mais uma fonte: David Gilmour. Pela primeira vez na América Latina, Gilmour fez sua segunda noite no Allianz Parque, em São Paulo. Uma palavra para definir: catártico. Diferente da noite anterior não havia cadeiras nas pistas. O show extra, marcado para o dia 11, contou com esse detalhe que dividiu opiniões. NO BRASIL, DAVID GILMOUR FALA SOBRE ROGER WATERS O início do show, com “5 A.M.” e “Rattle That Lock” (música que dá nome ao mais recente trabalho solo de Gilmour e à turnê) mostrou que os fãs não eram apenas saudosistas e também estavam ligados na produção mais recente do guitarrista. Mas claro que a expectativa foi para os ares quando o primeiro som do Pink Floyd apareceu. Na quarta música da noite, o sampler que serve de introdução para “Wish You Were Here” foi executado e, mesmo um pouco baixo, foi logo reconhecido, para a felicidade do estádio lotado. Assim, Gilmour foi intercalando bons momentos com músicas da carreira solo com os clássicos que todos queriam ouvir. Depois de uma sequência de 10 músicas, um intervalo de 20 minutos. Na volta, uma homenagem a Syd Barrett, com “Astronomy Domine” e “Shine On You Crazy Diamond (Parts I – IV)”. Teve até um momento um pouco mais frio, com uma sequência de músicas da carreira solo (incluindo o jazz “The Girl In Yellow Dress”), mas que foi logo aquecido com “Sorrow” e “Run Like Hell” – tida como a melhor da noite por alguns fãs. DISCO DE DAVID GILMOUR LEVOU QUASE 20 ANOS PARA FICAR PRONTO O bis final contou com “Time”, “Breathe” e “Confortably Numb”. Um final daqueles para não se acreditar muito no que se viu e ouviu. De, mesmo com as luzes do estádio já acesas, ficar parado, olhando para o palco, se perguntando “o que vai acontecer agora?”. Ou então ir até Curitiba (14/12) ou Porto Alegre (16/12) para ver tudo de novo. “Confortavelmente entorpecido” é o termo.