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Eternos e Clássicos Garotos do AC/DC

por em 28/11/2009
src='http://billboard.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ACDCMRossi1.jpg' /> Imagem: Divulgação / MRossi

Eternos meninos, eles parecem nunca mudar. O guitarrista Angus Young, com uniforme de estudante, e o vocalista Brian Johnson, com jeans e boina, nem trocam de roupa. Apesar de todos, incluindo o guitarrista Malcolm Young, baixista Cliff Williams e baterista Phil Rudd, terem mais de 54 anos, aguentaram plenamente o que pode ser considerado um dos melhores shows de 2009.

Quase 70 mil espectadores lotaram o Estádio do Morumbi com as luzes vermelhas do par de chifres para assistir a lenda do rock. A entrada triunfal da Black Ice World Tour, depois de cinco anos afastados dos palcos, oito sem turnês, contou com o vídeo de animação no telão, que abriu para a entrada do inabalável e simbólico trem ao som de “Rock’n’Roll Train”.
 
Sem sair dos trilhos, a banda apresentou uma performance formidável num show produzido para impressionar. “Hell Ain’t A Bad Place To Be” e, especialmente, “Back In Black”, uma das músicas mais conhecidas do grupo e marco do início de Brian Johnson na banda após o falecimento do vocalista Bon Scott, foram as próximas músicas que levantaram o estádio.
 
O show seguiu com “Big Jack”, uma das faixas do 15º e último álbum, “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, do terceiro disco, “Shot Down In Flames”, do Highway To Hell (estas últimas duas da época em que a banca ainda contava com Scott), “Thunderstruck”, de 1990, e “Black Ice”. No começo de cada música, o público se animava ainda mais para o que era somente o início do espetáculo.
 
Em seguida, “The Jack” marcou com um strip-tease do guitarrista e líder Angus Young. Botão por botão, Young tirou sua camisa e, por um instante, abaixou a bermuda para a plateia delirar com a inscrição “AC/DC” em sua cueca. Logo depois, o lendário sino desceu ao palco enquanto Johnson se posicionou no final da passarela para correr e pular na corda, fazendo as badaladas soarem por todo o estádio antes de “Hells Bells”. “TNT” arrancou gritos do público e “Whole Lotta Rosie” ganhou a “performance” de uma enorme boneca inflável (obviamente, a Rosie).
 
Em ótima forma, Angus Young fez seu solo de guitarra por quase 15 minutos depois da faixa “Let There Be Rock”, com direito a chuva de papéis sobre a plateia. O solo foi perfeito – com rápidas pausas nas quais o público ovacionava o guitarrista, que logo em seguida voltava a tocar ainda mais animado. Depois de alguns minutos para recuperar o fôlego, AC/DC ainda voltou para “Highway To Hell”, que levou o público (mais uma vez) ao delírio. “For Those About To Rock (We Salute You)”, última a ser tocada, impressionou com disparos de canhões, fim da noite antes de uma seção de fogos de artifício, nada melhor para finalizar, com o show, o ano.
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Eternos e Clássicos Garotos do AC/DC

por em 28/11/2009
src='http://billboard.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ACDCMRossi1.jpg' /> Imagem: Divulgação / MRossi

Eternos meninos, eles parecem nunca mudar. O guitarrista Angus Young, com uniforme de estudante, e o vocalista Brian Johnson, com jeans e boina, nem trocam de roupa. Apesar de todos, incluindo o guitarrista Malcolm Young, baixista Cliff Williams e baterista Phil Rudd, terem mais de 54 anos, aguentaram plenamente o que pode ser considerado um dos melhores shows de 2009.

Quase 70 mil espectadores lotaram o Estádio do Morumbi com as luzes vermelhas do par de chifres para assistir a lenda do rock. A entrada triunfal da Black Ice World Tour, depois de cinco anos afastados dos palcos, oito sem turnês, contou com o vídeo de animação no telão, que abriu para a entrada do inabalável e simbólico trem ao som de “Rock’n’Roll Train”.
 
Sem sair dos trilhos, a banda apresentou uma performance formidável num show produzido para impressionar. “Hell Ain’t A Bad Place To Be” e, especialmente, “Back In Black”, uma das músicas mais conhecidas do grupo e marco do início de Brian Johnson na banda após o falecimento do vocalista Bon Scott, foram as próximas músicas que levantaram o estádio.
 
O show seguiu com “Big Jack”, uma das faixas do 15º e último álbum, “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, do terceiro disco, “Shot Down In Flames”, do Highway To Hell (estas últimas duas da época em que a banca ainda contava com Scott), “Thunderstruck”, de 1990, e “Black Ice”. No começo de cada música, o público se animava ainda mais para o que era somente o início do espetáculo.
 
Em seguida, “The Jack” marcou com um strip-tease do guitarrista e líder Angus Young. Botão por botão, Young tirou sua camisa e, por um instante, abaixou a bermuda para a plateia delirar com a inscrição “AC/DC” em sua cueca. Logo depois, o lendário sino desceu ao palco enquanto Johnson se posicionou no final da passarela para correr e pular na corda, fazendo as badaladas soarem por todo o estádio antes de “Hells Bells”. “TNT” arrancou gritos do público e “Whole Lotta Rosie” ganhou a “performance” de uma enorme boneca inflável (obviamente, a Rosie).
 
Em ótima forma, Angus Young fez seu solo de guitarra por quase 15 minutos depois da faixa “Let There Be Rock”, com direito a chuva de papéis sobre a plateia. O solo foi perfeito – com rápidas pausas nas quais o público ovacionava o guitarrista, que logo em seguida voltava a tocar ainda mais animado. Depois de alguns minutos para recuperar o fôlego, AC/DC ainda voltou para “Highway To Hell”, que levou o público (mais uma vez) ao delírio. “For Those About To Rock (We Salute You)”, última a ser tocada, impressionou com disparos de canhões, fim da noite antes de uma seção de fogos de artifício, nada melhor para finalizar, com o show, o ano.