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"Eu não falo português", mente Mike Patton

por em 30/03/2013
src='http://billboard.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tomahawk1.jpg' /> Imagem: Divulgação
Não demorou quatro músicas até a plateia do palco Butantã comecar a bradar "porra, caralho!", gracinha que acompanha os shows do Faith No More no Brasil. Mike Patton não estava com sua banda mais conhecida, e, sim, com o Tomahawk, talvez o projeto com menos cartaz de sua brilhante carreira. O guitarrista Duane Denison perguntou o que o público estava gritando. Patton, muito ligeiro, respondeu em nossa língua: "eu não falo português". Tanto fala que começou a música seguinte, "Oddfellows", incluindo os xingamentos na melodia.

Foi o grande momento de uma apresentação que não pôde ser melhor unicamente pelo som com pouco peso defendido pelo Tomahawk. Trevor Dunn no baixo e John Stanier na bateria, com os pratos nas galáxias, até se esforçaram. E Patton berrou bastante, com destaque para sua performance em "Flashback". Mas até o maior fã do cantor já esperava um show morno. Mais interessante seria se o álbum Anonymous, baseado em cânticos de índios americanos, fosse priorizado no repertório. Só que dele o quarteto escolheu apenas uma faixa, a ótima "Totem".
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"Eu não falo português", mente Mike Patton

por em 30/03/2013
src='http://billboard.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tomahawk1.jpg' /> Imagem: Divulgação
Não demorou quatro músicas até a plateia do palco Butantã comecar a bradar "porra, caralho!", gracinha que acompanha os shows do Faith No More no Brasil. Mike Patton não estava com sua banda mais conhecida, e, sim, com o Tomahawk, talvez o projeto com menos cartaz de sua brilhante carreira. O guitarrista Duane Denison perguntou o que o público estava gritando. Patton, muito ligeiro, respondeu em nossa língua: "eu não falo português". Tanto fala que começou a música seguinte, "Oddfellows", incluindo os xingamentos na melodia.

Foi o grande momento de uma apresentação que não pôde ser melhor unicamente pelo som com pouco peso defendido pelo Tomahawk. Trevor Dunn no baixo e John Stanier na bateria, com os pratos nas galáxias, até se esforçaram. E Patton berrou bastante, com destaque para sua performance em "Flashback". Mas até o maior fã do cantor já esperava um show morno. Mais interessante seria se o álbum Anonymous, baseado em cânticos de índios americanos, fosse priorizado no repertório. Só que dele o quarteto escolheu apenas uma faixa, a ótima "Totem".