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Ex-empresário entra com recurso de apelação contra Britney Spears

por em 14/03/2015
n style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Por Eriq Gardner, do Hollywood Reporter A louca e dramática vida legal de Britney Spears está rendendo mais notícias depois de um tribunal da Califórnia determinar que um júri deve decidir se a cantora deve comissões ao ex-empresário, Sam Lufti – que é tido como “culpado” por problemas de estrelas como Spears e Amanda Bynes. Dois anos e meio atrás, a juíza Suzanne Bruguera, do Tribunal Superior de Los Angeles, arquivou um processo de Lufti contra Britney Spears, afirmando que não havia provas suficientes contra a cantora para continuar com o julgamento. Lufti, ex-empresário da cantora, havia a processado alegando difamação e quebra de contrato, afirmando que Britney o contratou em 2007, e exigindo na justiça 15% de tudo que ela recebeu durante os meses em que ele afirma tê-la representado. A juíza também desconsiderou a alegação de difamação por parte da mãe de Britney, Lynne Spears, no livro Through The Storm: A Real Story of Fame and Family in a Tabloid World, lançado em 2008. Nele, Lynne escreveu que Lufti isolou a cantora da família e que secretamente drogava a artista. Britney e Lutfi se conheceram em 2007. Na época, ele era um “consultor” em um posto de gasolina. Depois de os dois se darem bem – e trocarem centenas de mensagens de texto –, ele começou a se envolver na carreira profissional da cantora, acompanhando-a em uma reunião com os executivos de uma gravadora. A estrela do pop queria que Lutfi fosse seu empresário e, de acordo com Lutfi, ele só aceitaria se recebesse 15% de tudo que ela recebesse (US$ 800 mil por mês, na época, quando ela não estava trabalhando muito), pudesse montar uma equipe e que Britney deixasse de usar drogas. As condições foram aceitas pela cantora, disse o empresário. Depois, Lutfi fez o download de um contrato entre artista e empresário que achou na internet e deu uma cópia para Britney. Com o uso contínuo das drogas, os pais de Britney fizeram uma intervenção e a separaram de Lufti, que sentia que o contrato havia sido quebrado. “Nós devemos determinar se há inconsistência no depoimento de Lufti quanto ao início do contrato e se o cálculo de seus honorários demonstra clareza insuficiente de termos para fazer cumprir o suposto contrato”, escreveu a juíza Victoria Chavez. “Nós determinamos que não há. Cabe ao júri decidir se um contrato verbal foi formado entre Lufti e Britney e, se a resposta for sim, interpretar os termos materiais desse contrato.” A juíza acrescentou ainda que variações quanto à data e os termos “não enfraquecem a reinvindicação de Lufti”. A alegação do contrato vai voltar a julgamento para mais processos, assim como a denúncia de agressão: em algum momento, o pai de Britney, James, teria dado um soco no ex-empresário.
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por em 14/03/2015
n style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Por Eriq Gardner, do Hollywood Reporter A louca e dramática vida legal de Britney Spears está rendendo mais notícias depois de um tribunal da Califórnia determinar que um júri deve decidir se a cantora deve comissões ao ex-empresário, Sam Lufti – que é tido como “culpado” por problemas de estrelas como Spears e Amanda Bynes. Dois anos e meio atrás, a juíza Suzanne Bruguera, do Tribunal Superior de Los Angeles, arquivou um processo de Lufti contra Britney Spears, afirmando que não havia provas suficientes contra a cantora para continuar com o julgamento. Lufti, ex-empresário da cantora, havia a processado alegando difamação e quebra de contrato, afirmando que Britney o contratou em 2007, e exigindo na justiça 15% de tudo que ela recebeu durante os meses em que ele afirma tê-la representado. A juíza também desconsiderou a alegação de difamação por parte da mãe de Britney, Lynne Spears, no livro Through The Storm: A Real Story of Fame and Family in a Tabloid World, lançado em 2008. Nele, Lynne escreveu que Lufti isolou a cantora da família e que secretamente drogava a artista. Britney e Lutfi se conheceram em 2007. Na época, ele era um “consultor” em um posto de gasolina. Depois de os dois se darem bem – e trocarem centenas de mensagens de texto –, ele começou a se envolver na carreira profissional da cantora, acompanhando-a em uma reunião com os executivos de uma gravadora. A estrela do pop queria que Lutfi fosse seu empresário e, de acordo com Lutfi, ele só aceitaria se recebesse 15% de tudo que ela recebesse (US$ 800 mil por mês, na época, quando ela não estava trabalhando muito), pudesse montar uma equipe e que Britney deixasse de usar drogas. As condições foram aceitas pela cantora, disse o empresário. Depois, Lutfi fez o download de um contrato entre artista e empresário que achou na internet e deu uma cópia para Britney. Com o uso contínuo das drogas, os pais de Britney fizeram uma intervenção e a separaram de Lufti, que sentia que o contrato havia sido quebrado. “Nós devemos determinar se há inconsistência no depoimento de Lufti quanto ao início do contrato e se o cálculo de seus honorários demonstra clareza insuficiente de termos para fazer cumprir o suposto contrato”, escreveu a juíza Victoria Chavez. “Nós determinamos que não há. Cabe ao júri decidir se um contrato verbal foi formado entre Lufti e Britney e, se a resposta for sim, interpretar os termos materiais desse contrato.” A juíza acrescentou ainda que variações quanto à data e os termos “não enfraquecem a reinvindicação de Lufti”. A alegação do contrato vai voltar a julgamento para mais processos, assim como a denúncia de agressão: em algum momento, o pai de Britney, James, teria dado um soco no ex-empresário.