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Exclusivo: Marilyn Manson fala sobre polêmica com Lana Del Rey

por em 20/01/2015
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rovérsias não são novidades para Marilyn Manson, que, em 2014, interpretou um entusiasta da supremacia branca na série Sons Of Anarchy. O músico de 46 anos, que lançou o disco The Pale Emperor ontem (19/01), esteve no centro de uma polêmica em novembro do ano passado. Um suposto vídeo de Manson dirigido por Eli Roth, com atuação de Lana Del Rey numa cena de estupro, foi divulgado na web. À época, o cantor negou qualquer envolvimento com a produção do clipe. Em entrevista à Billboard, Marilyn Manson falou sobre o caso e também sobre sua relação com Billy Corgan: Como você lidou com a divulgação do vídeo com Lana Del Rey? Eu não tive nenhuma intenção de estar envolvido com aquelas imagens. Além disso, foi veiculado na imprensa, de maneira errada, que eu teria dito que trabalhar com Lana era um problema. Eu quis dizer que o problema foi que eu estava tentando criar uma situação na qual eu e ela pudéssemos trabalhar juntos, já que não temos uma história ainda. Eli Roth e eu somos amigos, e eu queria trabalhar com Lana, mas aquilo não é um vídeo do Marilyn Manson, embora tenha aparecido na web desta maneira. Recentemente, você se  juntou a Billy Corgan na performance do single “Third Day Of Seven Day Blinge” em Londres... Ficamos sem nos encontrar por 15 anos. Tivemos um pequeno problema em nossa relação há um tempo, mas ela não acabou. Sempre olhei para ele como um irmão mais velho que me ensinou a tocar guitarra. Ele me deu um violão em 1997, na época em que eu estava compondo para o Mechanical Animals. Quando gravei uma música que tinha slide no início, ele disse: “Isto será fácil para você, porque dá para tocar apenas com um dedo”. E foi meio assim que eu aprendi a tocar. Você descobriu o blues enquanto gravava The Pale Emperor. Como isso se refletiu em sua música? Essa sujeira do blues ressoa comigo, especialmente na forma com que alguns artistas contemporâneos a abordam – PJ Harvey, Tom Waits, Nick Cave. O blues é repetitivo apenas se você não adicionar seu próprio estilo a ele. É essencialmente a mesma coisa: a vida, uma religião. Mas você pode adicionar a sua própria viagem a essas coisas.
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Exclusivo: Marilyn Manson fala sobre polêmica com Lana Del Rey

por em 20/01/2015
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rovérsias não são novidades para Marilyn Manson, que, em 2014, interpretou um entusiasta da supremacia branca na série Sons Of Anarchy. O músico de 46 anos, que lançou o disco The Pale Emperor ontem (19/01), esteve no centro de uma polêmica em novembro do ano passado. Um suposto vídeo de Manson dirigido por Eli Roth, com atuação de Lana Del Rey numa cena de estupro, foi divulgado na web. À época, o cantor negou qualquer envolvimento com a produção do clipe. Em entrevista à Billboard, Marilyn Manson falou sobre o caso e também sobre sua relação com Billy Corgan: Como você lidou com a divulgação do vídeo com Lana Del Rey? Eu não tive nenhuma intenção de estar envolvido com aquelas imagens. Além disso, foi veiculado na imprensa, de maneira errada, que eu teria dito que trabalhar com Lana era um problema. Eu quis dizer que o problema foi que eu estava tentando criar uma situação na qual eu e ela pudéssemos trabalhar juntos, já que não temos uma história ainda. Eli Roth e eu somos amigos, e eu queria trabalhar com Lana, mas aquilo não é um vídeo do Marilyn Manson, embora tenha aparecido na web desta maneira. Recentemente, você se  juntou a Billy Corgan na performance do single “Third Day Of Seven Day Blinge” em Londres... Ficamos sem nos encontrar por 15 anos. Tivemos um pequeno problema em nossa relação há um tempo, mas ela não acabou. Sempre olhei para ele como um irmão mais velho que me ensinou a tocar guitarra. Ele me deu um violão em 1997, na época em que eu estava compondo para o Mechanical Animals. Quando gravei uma música que tinha slide no início, ele disse: “Isto será fácil para você, porque dá para tocar apenas com um dedo”. E foi meio assim que eu aprendi a tocar. Você descobriu o blues enquanto gravava The Pale Emperor. Como isso se refletiu em sua música? Essa sujeira do blues ressoa comigo, especialmente na forma com que alguns artistas contemporâneos a abordam – PJ Harvey, Tom Waits, Nick Cave. O blues é repetitivo apenas se você não adicionar seu próprio estilo a ele. É essencialmente a mesma coisa: a vida, uma religião. Mas você pode adicionar a sua própria viagem a essas coisas.