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Fo-folk cordial: Jéf é o bom partido da final do Breakout Brasil

por em 01/12/2014
Natu
ral de Três Coroas, no interior do Rio Grande do Sul, Jéferson de Souza, ou simplesmente Jéf, chega a final do Breakout Brasil com pinta de favorito. Canta em português, diferentemente do The Outs, e não tem perfil causador, de quem entra em polêmica (o Donna Duo passou por constrangimento no último episódio do programa graças às criticas feitas a um músico de outra banda). Mas Jéf só quer tocar seu “folkzinho no violão, com letras carregadas de sentimentos bons”, como ele mesmo define. “Faço um indie pop. Gosto de cantores folk, tipo o irlandês Glen Hansard e o uruguaio Jorge Drexler. No liquidificador também entram Los Hermanos e Beatles”, enumera. “Gosto de música acessível. Meu trabalho não é aquele pop comercial, totalmente massivo, mas também não é um cult cabeção. É uma música que pega vários públicos.” No último mês, Jéf foi pegar o público do El Mapa de Todos, festival gaúcho que tem ótima reputação no mercado independente. Mas, até outro dia, sua realidade era bem diferente. “Eu fazia voz e violão em barzinhos, tocava músicas de outros artistas. A gente tem de se virar. Agora, levo meu trabalho próprio e as pessoas já começam a cantar junto, a pedir músicas do meu primeiro álbum, que lancei em maio”, relata. Entre os artistas brasileiros com os quais se identifica, Jéf lista Tiago Iorc, Marcelo Jeneci e Silva. “São expoentes de uma nova música que está pintando. Eles mostram que tu podes fazer uma coisa alternativa e, mesmo assim, ter público. A energia que o Iorc emana no palco é muito bonita. Acho isso importante quando se faz música”, defende o concorrente, que participa do Breakout Brasil com sua banda de apoio. A patota gaúcha rapidamente espalhou seu alto astral e cordialidade pelos bastidores do programa. “Sempre pensamos em passar a nossa verdade, seja na música ou no dia-a-dia. Gostamos de interagir, de cumprimentar as pessoas, de dar bom dia, boa tarde, boa noite. Tratar bem é fundamental para um ser humano.”
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    EUA
1
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
2
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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Fo-folk cordial: Jéf é o bom partido da final do Breakout Brasil

por em 01/12/2014
Natu
ral de Três Coroas, no interior do Rio Grande do Sul, Jéferson de Souza, ou simplesmente Jéf, chega a final do Breakout Brasil com pinta de favorito. Canta em português, diferentemente do The Outs, e não tem perfil causador, de quem entra em polêmica (o Donna Duo passou por constrangimento no último episódio do programa graças às criticas feitas a um músico de outra banda). Mas Jéf só quer tocar seu “folkzinho no violão, com letras carregadas de sentimentos bons”, como ele mesmo define. “Faço um indie pop. Gosto de cantores folk, tipo o irlandês Glen Hansard e o uruguaio Jorge Drexler. No liquidificador também entram Los Hermanos e Beatles”, enumera. “Gosto de música acessível. Meu trabalho não é aquele pop comercial, totalmente massivo, mas também não é um cult cabeção. É uma música que pega vários públicos.” No último mês, Jéf foi pegar o público do El Mapa de Todos, festival gaúcho que tem ótima reputação no mercado independente. Mas, até outro dia, sua realidade era bem diferente. “Eu fazia voz e violão em barzinhos, tocava músicas de outros artistas. A gente tem de se virar. Agora, levo meu trabalho próprio e as pessoas já começam a cantar junto, a pedir músicas do meu primeiro álbum, que lancei em maio”, relata. Entre os artistas brasileiros com os quais se identifica, Jéf lista Tiago Iorc, Marcelo Jeneci e Silva. “São expoentes de uma nova música que está pintando. Eles mostram que tu podes fazer uma coisa alternativa e, mesmo assim, ter público. A energia que o Iorc emana no palco é muito bonita. Acho isso importante quando se faz música”, defende o concorrente, que participa do Breakout Brasil com sua banda de apoio. A patota gaúcha rapidamente espalhou seu alto astral e cordialidade pelos bastidores do programa. “Sempre pensamos em passar a nossa verdade, seja na música ou no dia-a-dia. Gostamos de interagir, de cumprimentar as pessoas, de dar bom dia, boa tarde, boa noite. Tratar bem é fundamental para um ser humano.”