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Fundador do Rock in Rio quer levar festival para a Ásia

por em 16/05/2015
No a
niversário de 30 anos do Rock in Rio – o maior festival de música do mundo com mais de 7 milhões de ingressos vendidos ao longo das décadas – ele finalmente chega a Las Vegas, nos Estados Unidos, por dois finais de semana. O fundador e CEO Roberto Medina construiu uma “Cidade do Rock” para 85 mil pessoas (em parceria com a MGM Resort, Cirque de Soleil e SFX Entertainment) que é sede de 100 apresentações em 3 palcos e 3 “Rock Street”. Metallica, Linkin Park e Maná foram alguns dos headliners da edição americana nos dias 8 e 9 de maio e Bruno Mars, Sam Smith e Taylor Swift se apresentam neste fim de semana (dias 15 e 16 de maio). A Billboardconversou com Medina sobre o que significa levar o maior festival do mundo para o maior mercado de musica do mundo. Foi um desafio achar patrocinadores nos EUA? Patrocinadores de música são muito poucos nos Estados Unidos. Cada edição do Rock in Rio recebe US$ 54 milhões em patrocínio, o que significa dez vezes mais que a maioria dos festivais americanos. Nós temos US$ 14 milhões em patrocínio para a edição de Vegas e isso é muito mais que outros festivais no país. Mas se você comparar com o Brasil, é insignificante – lá nós licenciamos a marca Rock in Rio em 650 produtos diferentes. A operação Rock in Rio é mais cara que outras: banheiros de verdade e o melhor som do mundo. Quando começamos no Brasil há 30 anos tivemos que fazer ofertas excepcionais porque o dinheiro da venda de ingressos não pagava pelo festival. Aqui, paga, então não há tanta urgência para achar apoiadores. Como sua parceria com o Cirque du Soleil e MGM Resorts funciona? Há uma grande população brasileira que vem para cá, então para a MGM é muito importante abrir um dialogo com o turismo brasileiro. Eu criei a “Cidade do Rock” e a MGM construiu. Quando o Rock in Rio acabar a estrutura vai continuar e vamos trazer o projeto de volta, Você tem apenas uma grande estrela brasileira, Ivete Sangalo, se apresentando. Como você decidiu quem chamar? Nós fizemos uma série de pesquisas e o artista número 1 era Bruno Mars e Sam Smith estava em segundo. Cada edição do Rock in Rio em cada país te que representar o gosto local. Nosso principal objetivo é tocar para as pessoas que estão aqui.
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Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Saudade
Eduardo Costa
3
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
Aquela Pessoa
Henrique & Juliano
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Fundador do Rock in Rio quer levar festival para a Ásia

por em 16/05/2015
No a
niversário de 30 anos do Rock in Rio – o maior festival de música do mundo com mais de 7 milhões de ingressos vendidos ao longo das décadas – ele finalmente chega a Las Vegas, nos Estados Unidos, por dois finais de semana. O fundador e CEO Roberto Medina construiu uma “Cidade do Rock” para 85 mil pessoas (em parceria com a MGM Resort, Cirque de Soleil e SFX Entertainment) que é sede de 100 apresentações em 3 palcos e 3 “Rock Street”. Metallica, Linkin Park e Maná foram alguns dos headliners da edição americana nos dias 8 e 9 de maio e Bruno Mars, Sam Smith e Taylor Swift se apresentam neste fim de semana (dias 15 e 16 de maio). A Billboardconversou com Medina sobre o que significa levar o maior festival do mundo para o maior mercado de musica do mundo. Foi um desafio achar patrocinadores nos EUA? Patrocinadores de música são muito poucos nos Estados Unidos. Cada edição do Rock in Rio recebe US$ 54 milhões em patrocínio, o que significa dez vezes mais que a maioria dos festivais americanos. Nós temos US$ 14 milhões em patrocínio para a edição de Vegas e isso é muito mais que outros festivais no país. Mas se você comparar com o Brasil, é insignificante – lá nós licenciamos a marca Rock in Rio em 650 produtos diferentes. A operação Rock in Rio é mais cara que outras: banheiros de verdade e o melhor som do mundo. Quando começamos no Brasil há 30 anos tivemos que fazer ofertas excepcionais porque o dinheiro da venda de ingressos não pagava pelo festival. Aqui, paga, então não há tanta urgência para achar apoiadores. Como sua parceria com o Cirque du Soleil e MGM Resorts funciona? Há uma grande população brasileira que vem para cá, então para a MGM é muito importante abrir um dialogo com o turismo brasileiro. Eu criei a “Cidade do Rock” e a MGM construiu. Quando o Rock in Rio acabar a estrutura vai continuar e vamos trazer o projeto de volta, Você tem apenas uma grande estrela brasileira, Ivete Sangalo, se apresentando. Como você decidiu quem chamar? Nós fizemos uma série de pesquisas e o artista número 1 era Bruno Mars e Sam Smith estava em segundo. Cada edição do Rock in Rio em cada país te que representar o gosto local. Nosso principal objetivo é tocar para as pessoas que estão aqui.