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Gilberto Gil e Ney Matogrosso dão 'canja' especial em festa paulistana

por em 13/06/2015
Por Rodrigo Amaral da Rocha
Era dia de festa, Dia dos Namorados e dia de um grande encontro. Pra comemorar um ano da Sexta Básica – evento realizado semanalmente no Audio Club, em São Paulo – a banda Tono apresentou-se ontem (12/06) na casa paulistana com dois gigantes: Ney Matogrosso e Gilberto Gil. A Tono é formada por artistas que fizeram parte da cena musical carioca por certo tempo mas, agora, já acumulam trabalhos por todo o país: Ana Lomelino (voz), Rafael Rocha (bateria e voz), Bruno di Lullo (baixo) e Bem Gil (guitarra), este último filho de Gilberto Gil, o primeiro do casamento com Flora. Com repertório baseado no último disco, Aquários, a banda levou alguns fãs à casa de shows, mas não dá pra negar que o motivo da aglomeração era a dupla Ney-Gil. Sem o brilho e os apetrechos habituais de seus shows, Ney vestia uma calça jeans básica e uma camiseta preta, com transparência na parte da barriga – motivo dos comentários da plateia sobre o “tanquinho” do cantor de 73 anos. Vibrante, o artista entrou no palco rebolando ao ritmo da sensual “Não Consigo”, parte do repertório da banda Tono gravada pelo cantor em Atento Aos Sinais. Em seguida, mandou “Fico Louco” e “Noite Torta”, composições do paulista Itamar Assumpção. “Bandido Corazón”, música da paulistana Rita Lee, foi outra escolhida – por acaso ou não – para a noite em São Paulo. Pra fechar, mais uma da Tono, mais especificamente do último álbum: a divertida “Samba Do Blackberry”. O quarteto voltou a tocar, mas sem manter a atenção do público, que aproveitou para ir ao banheiro e comprar bebidas até que o segundo convidado foi anunciado. Gilberto Gil abriu sua apresentação com "Da Bahia", parceria sua com a vocalista Ana Lomelino, seguindo com “Me Sara”, outra da banda do filho, que não se preocupava em disfarçar o encanto de estar ao lado do pai no palco. Gil seguiu com o reggae “Vamos Fugir”, a mais celebrada da noite. Mas ficou por aí, embora o tempo não tenha sido suficiente para o desapontamento do público: o ‘bis’ veio em dose dupla, com Ney e Gil cantando “Maracatu Atômico”, música de Nelson Jacobina e Jorge Mautner, gravada por Gil em 1974. Faltou mais do baiano, mas ver Gil e Ney juntos no mesmo palco valeu o ingresso. (foto: Carlos Julio Maca)
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Gilberto Gil e Ney Matogrosso dão 'canja' especial em festa paulistana

por em 13/06/2015
Por Rodrigo Amaral da Rocha
Era dia de festa, Dia dos Namorados e dia de um grande encontro. Pra comemorar um ano da Sexta Básica – evento realizado semanalmente no Audio Club, em São Paulo – a banda Tono apresentou-se ontem (12/06) na casa paulistana com dois gigantes: Ney Matogrosso e Gilberto Gil. A Tono é formada por artistas que fizeram parte da cena musical carioca por certo tempo mas, agora, já acumulam trabalhos por todo o país: Ana Lomelino (voz), Rafael Rocha (bateria e voz), Bruno di Lullo (baixo) e Bem Gil (guitarra), este último filho de Gilberto Gil, o primeiro do casamento com Flora. Com repertório baseado no último disco, Aquários, a banda levou alguns fãs à casa de shows, mas não dá pra negar que o motivo da aglomeração era a dupla Ney-Gil. Sem o brilho e os apetrechos habituais de seus shows, Ney vestia uma calça jeans básica e uma camiseta preta, com transparência na parte da barriga – motivo dos comentários da plateia sobre o “tanquinho” do cantor de 73 anos. Vibrante, o artista entrou no palco rebolando ao ritmo da sensual “Não Consigo”, parte do repertório da banda Tono gravada pelo cantor em Atento Aos Sinais. Em seguida, mandou “Fico Louco” e “Noite Torta”, composições do paulista Itamar Assumpção. “Bandido Corazón”, música da paulistana Rita Lee, foi outra escolhida – por acaso ou não – para a noite em São Paulo. Pra fechar, mais uma da Tono, mais especificamente do último álbum: a divertida “Samba Do Blackberry”. O quarteto voltou a tocar, mas sem manter a atenção do público, que aproveitou para ir ao banheiro e comprar bebidas até que o segundo convidado foi anunciado. Gilberto Gil abriu sua apresentação com "Da Bahia", parceria sua com a vocalista Ana Lomelino, seguindo com “Me Sara”, outra da banda do filho, que não se preocupava em disfarçar o encanto de estar ao lado do pai no palco. Gil seguiu com o reggae “Vamos Fugir”, a mais celebrada da noite. Mas ficou por aí, embora o tempo não tenha sido suficiente para o desapontamento do público: o ‘bis’ veio em dose dupla, com Ney e Gil cantando “Maracatu Atômico”, música de Nelson Jacobina e Jorge Mautner, gravada por Gil em 1974. Faltou mais do baiano, mas ver Gil e Ney juntos no mesmo palco valeu o ingresso. (foto: Carlos Julio Maca)