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Grace Jones: A mãe das divas modernas

Modelo, atriz e cantora ditou regras que servem até hoje para artista como Madonna e Lady Gaga

por Marcos Lauro em 18/11/2016

Grace Jones se apresenta no Brasil nesse final de semana (São Paulo na sexta, 18/11, e Rio de Janeiro no sábado, 19/11). E essa visita, que não se repetia desde os anos 1990, não poderia passar em branco. Por isso fizemos uma semana de especiais sobre divas – as do passado, as já estabelecidas e as do futuro. A inspiradora desse especial: Grace Jones, tida como a mãe das divas modernas, inspiração direta de nomes como Madonna, Beyoncé, Rihanna e Lady Gaga.

1933-2016: AS DIVAS NA HISTÓRIA DO POP

Grace Jones começou sua trajetória como modelo nos anos 1970 e a jamaicana chamou a atenção por seu visual andrógeno. Sempre com sua cabeça raspada (ou com cabelo bem curtinho) foi clicada pela Vogue e Elle e foi musa de Yves St. Laurent, entre outros estilistas. Em Paris, conviveu com Armani e Lagerfeld. Pouco tempo depois, foi musa inspiradora de Andy Warhol – e os dois se aproveitaram do boato de que ela era um homem e reforçaram ainda mais a androgenia da cantora.

AFINAL, O QUE É UMA DIVA?

Em 1977, seu primeiro álbum, Portfolio, foi lançado pela Island Record e toda a experiência acumulada como modelo foi para os palcos. Figurinos de encher os olhos, performance além do seu tempo e produção musical cuidadosa fizeram com que Grace Jones consolidasse a sua carreira e se tornasse uma diva. Musicalmente, seu som passa pelo reggae, R&B, eletrônica e, claro, pop.

APOSTAS: 8 DIVAS PARA A PRÓXIMA GERAÇÃO 

Hoje, sua influência alcança artistas improváveis como Lorde: “Ela sempre teve uma noção muito grande de quem ela era. Ela é um ícone”, disse a neozelandesa ao site de moda WWD. Simplesmente porque Grace Jones é um marco na mudança de postura e de sonoridade da obra produzida por uma diva. Nomes anteriores a ela, como Donna Summer e Cher, não apostaram tanto na performance teatral e no visual que chocasse a plateia. Grace mostrou que uma diva, além de ser uma artista de ponta, podia também colocar dezenas de interrogações na cabeça da plateia. Quem inventava aqueles figurinos malucos? E esse jeito de cantar, vem de onde? Afinal, Grace Jones é homem ou mulher?

ELEIÇÃO: QUAL A MAIOR DIVA DE TODOS OS TEMPOS (E QUAL A MAIOR APOSTA DA PRÓXIMA GERAÇÃO)?

Aos 68 anos (idade não confirmada/revelada pela artista), Grace ainda pede, por exemplo, pole dance no palco. Se antes ela chocava pelo ineditismo, hoje é pela vitalidade.

Grace Jones
Tom Brasil – São Paulo
18/11 – 23h
Ingressos: de R$ 110 a R$ 220

Cidade das Artes – Rio de Janeiro
19/11 – 18h
Ingressos: a partir de R$ 125

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por Marcos Lauro em 18/11/2016

Grace Jones se apresenta no Brasil nesse final de semana (São Paulo na sexta, 18/11, e Rio de Janeiro no sábado, 19/11). E essa visita, que não se repetia desde os anos 1990, não poderia passar em branco. Por isso fizemos uma semana de especiais sobre divas – as do passado, as já estabelecidas e as do futuro. A inspiradora desse especial: Grace Jones, tida como a mãe das divas modernas, inspiração direta de nomes como Madonna, Beyoncé, Rihanna e Lady Gaga.

1933-2016: AS DIVAS NA HISTÓRIA DO POP

Grace Jones começou sua trajetória como modelo nos anos 1970 e a jamaicana chamou a atenção por seu visual andrógeno. Sempre com sua cabeça raspada (ou com cabelo bem curtinho) foi clicada pela Vogue e Elle e foi musa de Yves St. Laurent, entre outros estilistas. Em Paris, conviveu com Armani e Lagerfeld. Pouco tempo depois, foi musa inspiradora de Andy Warhol – e os dois se aproveitaram do boato de que ela era um homem e reforçaram ainda mais a androgenia da cantora.

AFINAL, O QUE É UMA DIVA?

Em 1977, seu primeiro álbum, Portfolio, foi lançado pela Island Record e toda a experiência acumulada como modelo foi para os palcos. Figurinos de encher os olhos, performance além do seu tempo e produção musical cuidadosa fizeram com que Grace Jones consolidasse a sua carreira e se tornasse uma diva. Musicalmente, seu som passa pelo reggae, R&B, eletrônica e, claro, pop.

APOSTAS: 8 DIVAS PARA A PRÓXIMA GERAÇÃO 

Hoje, sua influência alcança artistas improváveis como Lorde: “Ela sempre teve uma noção muito grande de quem ela era. Ela é um ícone”, disse a neozelandesa ao site de moda WWD. Simplesmente porque Grace Jones é um marco na mudança de postura e de sonoridade da obra produzida por uma diva. Nomes anteriores a ela, como Donna Summer e Cher, não apostaram tanto na performance teatral e no visual que chocasse a plateia. Grace mostrou que uma diva, além de ser uma artista de ponta, podia também colocar dezenas de interrogações na cabeça da plateia. Quem inventava aqueles figurinos malucos? E esse jeito de cantar, vem de onde? Afinal, Grace Jones é homem ou mulher?

ELEIÇÃO: QUAL A MAIOR DIVA DE TODOS OS TEMPOS (E QUAL A MAIOR APOSTA DA PRÓXIMA GERAÇÃO)?

Aos 68 anos (idade não confirmada/revelada pela artista), Grace ainda pede, por exemplo, pole dance no palco. Se antes ela chocava pelo ineditismo, hoje é pela vitalidade.

Grace Jones
Tom Brasil – São Paulo
18/11 – 23h
Ingressos: de R$ 110 a R$ 220

Cidade das Artes – Rio de Janeiro
19/11 – 18h
Ingressos: a partir de R$ 125