NOTÍCIAS

Pharrell Williams passa pito na CNN e provoca Obama

por em 10/09/2014
Em e
ntrevista a Don Lemon, da CNN, o cantor Pharrell Williams criticou o canal de notícias por dar ênfase aos incidentes de violência isolados em meio a uma maioria de protestos pacíficos em Ferguson. Na pequena cidade do Missouri, EUA, há cerca de um mês, em 9 de agosto, o assassinato do jovem negro Michael Brown, que estava desarmado, por policiais brancos, detonou uma onda de confrontos e manifestações. O autor do sucesso “Happy” apontou o dedo até para o presidente dos EUA, Barack Obama: “O presidente precisa ir lá. Quando seus pais entram no quarto para ver quem quebrou um vaso, quer tenha sido você ou seu primo, todo mundo recebe atenção”. Para Pharrell, os problemas em Ferguson estão longe de terminar. “Se você pensou que isso seria varrido para longe, olha... Esta vai ser a mais longa ressaca que jamais houve nas relações raciais”, prevê. “Eu não gosto de política, mas tenho opiniões”, justificou o cantor.
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
2
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
NOTÍCIAS

Pharrell Williams passa pito na CNN e provoca Obama

por em 10/09/2014
Em e
ntrevista a Don Lemon, da CNN, o cantor Pharrell Williams criticou o canal de notícias por dar ênfase aos incidentes de violência isolados em meio a uma maioria de protestos pacíficos em Ferguson. Na pequena cidade do Missouri, EUA, há cerca de um mês, em 9 de agosto, o assassinato do jovem negro Michael Brown, que estava desarmado, por policiais brancos, detonou uma onda de confrontos e manifestações. O autor do sucesso “Happy” apontou o dedo até para o presidente dos EUA, Barack Obama: “O presidente precisa ir lá. Quando seus pais entram no quarto para ver quem quebrou um vaso, quer tenha sido você ou seu primo, todo mundo recebe atenção”. Para Pharrell, os problemas em Ferguson estão longe de terminar. “Se você pensou que isso seria varrido para longe, olha... Esta vai ser a mais longa ressaca que jamais houve nas relações raciais”, prevê. “Eu não gosto de política, mas tenho opiniões”, justificou o cantor.