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Hardcore independente - CPM 22

por em 09/04/2013
A
pós fase independente, CPM 22  lança acústico para selar volta às boas com a gravadora, por Mariana Sewaybricker
Universal Em 2006, o CPM 22 recusou um convite da MTV Brasil para gravar um álbum acústico. No auge da popularidade, seus integrantes não acreditavam ter, naquela época, bagagem sufi ciente para se lançar naquele tipo de projeto. “Hoje estamos mais calejados, com aproximadamente mil shows na carreira. Então, é o momento certo”, conta Badauí, sete anos mais tarde. Lançado em outubro, o DVD CPM 22 Acústico nasce quase duas décadas depois da fundação do grupo paulistano, e marca o seu retorno à Universal Music após seis anos e um álbum como independentes. “Na verdade, a gente nunca quis sair da gravadora, só não queríamos mais trabalhar com o Rick Bonadio”, explica o vocalista, frisando que atualmente não mantém nenhum tipo de contato com o produtor. “A nossa relação [com a Universal] está muito boa, porque estamos sendo tratados da maneira correta: com respeito a nossa identidade, nossa ideologia, e ao que a gente pensa sobre a nossa carreira.” A liberdade criativa permitiu que o projeto acústico tivesse um bom tempo de gestação. Foram sete meses só de ensaios. “Três vezes por semana, de três a cinco horas por dia. Foi muito intenso”, conta Badauí. O projeto traz versões desplugadas de hits dos anos 2000, como “Não Sei Viver Sem Ter Você” e “Tarde De Outubro”, além de quatro músicas novas. A boa repercussão do primeiro single, “Perdas”, nas rádios foi comemorada. “O projeto acústico tem uma sonoridade melhor para o rádio, o que dá mais chances de a música tocar. Isso é muito bom para o rock, já que ele não está mais em tanta evidência ultimamente.” Além de injetar um pouco mais de rock na programação das emissoras FM (ainda que em versão light), na visão do vocalista, o acústico serve como encerramento de um ciclo. “Não no sentido de que a gente nunca mais vai tocar estas músicas. Mas acústico é uma vez na vida. Depois desta turnê, nossos projetos serão todos voltados para o futuro, com músicas que a gente ainda vai fazer.”
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Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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Hardcore independente - CPM 22

por em 09/04/2013
A
pós fase independente, CPM 22  lança acústico para selar volta às boas com a gravadora, por Mariana Sewaybricker
Universal Em 2006, o CPM 22 recusou um convite da MTV Brasil para gravar um álbum acústico. No auge da popularidade, seus integrantes não acreditavam ter, naquela época, bagagem sufi ciente para se lançar naquele tipo de projeto. “Hoje estamos mais calejados, com aproximadamente mil shows na carreira. Então, é o momento certo”, conta Badauí, sete anos mais tarde. Lançado em outubro, o DVD CPM 22 Acústico nasce quase duas décadas depois da fundação do grupo paulistano, e marca o seu retorno à Universal Music após seis anos e um álbum como independentes. “Na verdade, a gente nunca quis sair da gravadora, só não queríamos mais trabalhar com o Rick Bonadio”, explica o vocalista, frisando que atualmente não mantém nenhum tipo de contato com o produtor. “A nossa relação [com a Universal] está muito boa, porque estamos sendo tratados da maneira correta: com respeito a nossa identidade, nossa ideologia, e ao que a gente pensa sobre a nossa carreira.” A liberdade criativa permitiu que o projeto acústico tivesse um bom tempo de gestação. Foram sete meses só de ensaios. “Três vezes por semana, de três a cinco horas por dia. Foi muito intenso”, conta Badauí. O projeto traz versões desplugadas de hits dos anos 2000, como “Não Sei Viver Sem Ter Você” e “Tarde De Outubro”, além de quatro músicas novas. A boa repercussão do primeiro single, “Perdas”, nas rádios foi comemorada. “O projeto acústico tem uma sonoridade melhor para o rádio, o que dá mais chances de a música tocar. Isso é muito bom para o rock, já que ele não está mais em tanta evidência ultimamente.” Além de injetar um pouco mais de rock na programação das emissoras FM (ainda que em versão light), na visão do vocalista, o acústico serve como encerramento de um ciclo. “Não no sentido de que a gente nunca mais vai tocar estas músicas. Mas acústico é uma vez na vida. Depois desta turnê, nossos projetos serão todos voltados para o futuro, com músicas que a gente ainda vai fazer.”