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Inspirado em John Mayer, Leo Dressel lança “Future Love”

Jovem catarinense se aventura pelo pop e lança clipe em primeira mão na Billboard Brasil

por Redação em 19/10/2016

O cantor Leo Dressel está começando um novo projeto: lançar um clipe inédito por mês, gravado ao vivo. E o primeiro deles, “Future Love”, estreia nesta quarta-feira (19/10) em primeira mão na Billboard Brasil.

O cantor, que iniciou a carreira musical como guitarrista de marcas de instrumentos, morou um tempo em Los Angeles para estudar música e se especializar e, desses meses, surgiu o EP Relax, Leo. Apesar da pegada mais pop do seu som, Dressel também lançou algumas faixas eletrônicas com nomes como Dj Alok e Daavar.

Atualmente, Leo está compondo para seu próximo trabalho, que tem previsão de lançamento para 2017. A Billboard Brasil aproveitou o lançamento para conversar com o músico.

Você começou na música tocando guitarra para marcas de instrumentos. Como surgiu a vontade de fazer um trabalho autoral e se dedicar a compor e cantar?

Com o passar do tempo minha maneira de me expressar foi mudando e comecei a ter ideias para músicas com vocal. Nessa época eu já gostava muito de John Mayer, por exemplo, e, na verdade, o que eu mais ouvia eram artistas que cantavam em suas músicas. Eu nunca tinha feito isso antes, então comecei a tentar cantar minhas ideias e as músicas que eu gostava. Acho que agora eu consigo viver nos dois mundos: minhas canções quase sempre nascem de uma ideia musical em um instrumento (por exemplo: um riff na guitarra) e daí eu já imagino a bateria e baixo, e logo começam a aparecer ideias para os vocais. Esse é o momento onde eu passo do mundo instrumental para o das palavras, começo a escrever o que aquela ideia musical me faz sentir ou um conceito que eu acho que combine com essas texturas. 

 

Por que optou pelo inglês como idioma das músicas?

Não teve um momento onde eu fiz essa decisão, nem mesmo passou pela minha cabeça que eu estava diante de uma escolha “português vs. Inglês”. Como eu sempre ouvi muito mais artistas cantando em inglês do que português acabei encaixando frases em inglês nas melodias que eu estava ouvindo (imaginando, na verdade) e acabei nunca escrevendo nada em português. Pensando bem, é uma maneira de fazer com que mais gente consiga entender do que eu estou falando nas músicas de um ponto de vista global. Aqui muita gente me pergunta o porquê de eu escrever em inglês e também me aconselham a cantar em português. Até já fiz algumas experiências mas achei estranho [risos], tem algo muito particular em cantar em um idioma diferente do que você se ouve falar desde que nasceu.

 

As faixas do EP e “Future Love” tem uma pegada mais calma, com valorização do violão, mas você também teve projeto de música eletrônica. Pretende misturar os dois mais para frente?

É engraçado: quando eu fazia música instrumental as músicas eram mais pesadas, mas quando comecei a cantar as músicas refletiram a grande influência de John Mayer (vide Relax, Leo e o EP anterior, Headwinds) e talvez até uma crise de identidade, no caso do Headwinds. Agora estou compondo para meu novo CD e as coisas mudaram um pouco novamente, talvez refletindo o que venho ouvindo agora (The Internet, D'Angelo, Kendrick Lamar, Hiatus Kaiyote, Anderson Paak), com mais elementos e com menor pudor em relação à maior participação dos instrumentos de forma individual. O projeto de música eletrônica surgiu da minha amizade com o Matheus (Daavar) que conheci numa comunidade de músicos (acho que era Guitarras & Guitarristas) no Orkut. Quando ele começou a se destacar nacionalmente e mundialmente com suas tracks ele começou a criar umas ideias e me propôs fazermos um teste e eu cantei numa delas. Eu não tenho intenção de produzir música eletrônica nos meus álbuns, é um lance de participação nos trabalhos do Daavar, até agora.

 

Como surgiu a ideia de lançar um clipe por mês? As faixas desse projeto serão inéditas?

Eu e minha banda fizemos o show "Goin' Home" em julho no V12 Lounge em Joinville-SC e aproveitamos a atmosfera e projeto de iluminação e palco feitos especialmente para esse novo projeto de show e gravamos tudo! No repertório deste projeto estão músicas do Relax, Leo, Headwinds, uma música nova e quatro versões de outros artistas. Mudamos alguns arranjos, acrescentamos elementos, fizemos improvisos e novas seções para algumas das músicas, algo bem inédito. Cada vídeo da versão ao vivo dessas músicas terá uma dinâmica única e será lançado mensalmente. A ideia surgiu justamente dessa vontade de mostrar versões, elementos diferentes e tudo mais. Espero que acompanhem comigo esse projeto todo mês.

Veja a primeira parte do projeto mensal, “Future Love”:

 

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1
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
2
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
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Inspirado em John Mayer, Leo Dressel lança “Future Love”

Jovem catarinense se aventura pelo pop e lança clipe em primeira mão na Billboard Brasil

por Redação em 19/10/2016

O cantor Leo Dressel está começando um novo projeto: lançar um clipe inédito por mês, gravado ao vivo. E o primeiro deles, “Future Love”, estreia nesta quarta-feira (19/10) em primeira mão na Billboard Brasil.

O cantor, que iniciou a carreira musical como guitarrista de marcas de instrumentos, morou um tempo em Los Angeles para estudar música e se especializar e, desses meses, surgiu o EP Relax, Leo. Apesar da pegada mais pop do seu som, Dressel também lançou algumas faixas eletrônicas com nomes como Dj Alok e Daavar.

Atualmente, Leo está compondo para seu próximo trabalho, que tem previsão de lançamento para 2017. A Billboard Brasil aproveitou o lançamento para conversar com o músico.

Você começou na música tocando guitarra para marcas de instrumentos. Como surgiu a vontade de fazer um trabalho autoral e se dedicar a compor e cantar?

Com o passar do tempo minha maneira de me expressar foi mudando e comecei a ter ideias para músicas com vocal. Nessa época eu já gostava muito de John Mayer, por exemplo, e, na verdade, o que eu mais ouvia eram artistas que cantavam em suas músicas. Eu nunca tinha feito isso antes, então comecei a tentar cantar minhas ideias e as músicas que eu gostava. Acho que agora eu consigo viver nos dois mundos: minhas canções quase sempre nascem de uma ideia musical em um instrumento (por exemplo: um riff na guitarra) e daí eu já imagino a bateria e baixo, e logo começam a aparecer ideias para os vocais. Esse é o momento onde eu passo do mundo instrumental para o das palavras, começo a escrever o que aquela ideia musical me faz sentir ou um conceito que eu acho que combine com essas texturas. 

 

Por que optou pelo inglês como idioma das músicas?

Não teve um momento onde eu fiz essa decisão, nem mesmo passou pela minha cabeça que eu estava diante de uma escolha “português vs. Inglês”. Como eu sempre ouvi muito mais artistas cantando em inglês do que português acabei encaixando frases em inglês nas melodias que eu estava ouvindo (imaginando, na verdade) e acabei nunca escrevendo nada em português. Pensando bem, é uma maneira de fazer com que mais gente consiga entender do que eu estou falando nas músicas de um ponto de vista global. Aqui muita gente me pergunta o porquê de eu escrever em inglês e também me aconselham a cantar em português. Até já fiz algumas experiências mas achei estranho [risos], tem algo muito particular em cantar em um idioma diferente do que você se ouve falar desde que nasceu.

 

As faixas do EP e “Future Love” tem uma pegada mais calma, com valorização do violão, mas você também teve projeto de música eletrônica. Pretende misturar os dois mais para frente?

É engraçado: quando eu fazia música instrumental as músicas eram mais pesadas, mas quando comecei a cantar as músicas refletiram a grande influência de John Mayer (vide Relax, Leo e o EP anterior, Headwinds) e talvez até uma crise de identidade, no caso do Headwinds. Agora estou compondo para meu novo CD e as coisas mudaram um pouco novamente, talvez refletindo o que venho ouvindo agora (The Internet, D'Angelo, Kendrick Lamar, Hiatus Kaiyote, Anderson Paak), com mais elementos e com menor pudor em relação à maior participação dos instrumentos de forma individual. O projeto de música eletrônica surgiu da minha amizade com o Matheus (Daavar) que conheci numa comunidade de músicos (acho que era Guitarras & Guitarristas) no Orkut. Quando ele começou a se destacar nacionalmente e mundialmente com suas tracks ele começou a criar umas ideias e me propôs fazermos um teste e eu cantei numa delas. Eu não tenho intenção de produzir música eletrônica nos meus álbuns, é um lance de participação nos trabalhos do Daavar, até agora.

 

Como surgiu a ideia de lançar um clipe por mês? As faixas desse projeto serão inéditas?

Eu e minha banda fizemos o show "Goin' Home" em julho no V12 Lounge em Joinville-SC e aproveitamos a atmosfera e projeto de iluminação e palco feitos especialmente para esse novo projeto de show e gravamos tudo! No repertório deste projeto estão músicas do Relax, Leo, Headwinds, uma música nova e quatro versões de outros artistas. Mudamos alguns arranjos, acrescentamos elementos, fizemos improvisos e novas seções para algumas das músicas, algo bem inédito. Cada vídeo da versão ao vivo dessas músicas terá uma dinâmica única e será lançado mensalmente. A ideia surgiu justamente dessa vontade de mostrar versões, elementos diferentes e tudo mais. Espero que acompanhem comigo esse projeto todo mês.

Veja a primeira parte do projeto mensal, “Future Love”: