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J Balvin trabalha para mudar a imagem da Colômbia

Natural de Medelim, cantor acredita que o reggaeton serviu para recuperar visão sobre o país

por Marcos Lauro em 03/10/2016

A imagem da Colômbia foi, durante muitos anos, ligada ao narcotráfico – está aí o sucesso da série Narcos para confirmar. As cidades de Cali e Medelim tinham os cartéis mais poderosos do planeta, que abasteciam a América Latina, os Estados Unidos e outras regiões.

ASTRO DO REGGAETON, MALUMA É UM DOS MAIORES NOMES DO POP LATINO URBANO

Da segunda cidade vem J Balvin. Nascido em 1985, no auge da guerra contra (e entre) os narcotraficantes, o cantor é muito novo para se lembrar dos horrores desse período, mas sabe que a imagem de seu país estava atrelada à droga. E é exatamente daí que vem a vontade de tentar mudar esse cenário usando a música.

FENÔMENO ESPANHOL, PABLO ALBORÁN TENTA CONQUISTAR (MAIS) PÚBLICO NO BRASIL

“O futebol e a música tem permitido mostrar a outra cara dos colombianos, uma gente sonhadora e batalhadora”, contou Balvin para o site espanhol 20 Minutos. Perguntado se a imagem que as pessoas têm do seu país é errada, ele reforça: “Não. Conheceram a Colômbia por causa do narcotráfico e isso existiu, não se pode apagar o passado. Essa visão não é errada, mas agora há uma geração que trabalha duro porque o que vem fácil vai fácil. Queremos que saibam que o único caminho duradouro é o trabalho”.

DO REALITY PARA OS PALCOS; CONHEÇA O CNCO

LALI ESPÓSITO: 24 ANOS E UMA CARREIRA DE GENTE GRANDE

E trabalho é algo que, definitivamente, está no vocabulário (e na vida) do cantor. Se o sucesso internacional pareceu meteórico, a carreira de Balvin já durava dez anos. “Panas” foi seu primeiro single como artista solo, em 2004. Em 2014, o álbum La Familia foi indicado como Melhor Disco de Música Urbana no Grammy Latino – a vitória veio no ano seguinte, com “Ay Vamos”, escolhida como Melhor Canção Urbana.

TINI, UMA ARTISTA EM PLENA MUDANÇA

ABRAHAM MATEO LANÇA “MI VECINA”; LEIA ENTREVISTA

No lançamento do mais recente álbum, Energia, Balvin afirmou à versão colombiana do jornal Metro: “Creio que agora é que começa a história de J Balvin. Ela não havia começado. Fizemos esse disco não pensando apenas no som, mas nas raízes latinas. É um trabalho para o mundo”. Parece que ele estava certo: Energia liderou o ranking Top Latin Albuns e alcançou a 38º posição no Billboard 200. E a história de J Balvin está apenas começando.

Ouça Energia:

  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
2
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
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Da segunda cidade vem J Balvin. Nascido em 1985, no auge da guerra contra (e entre) os narcotraficantes, o cantor é muito novo para se lembrar dos horrores desse período, mas sabe que a imagem de seu país estava atrelada à droga. E é exatamente daí que vem a vontade de tentar mudar esse cenário usando a música.

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E trabalho é algo que, definitivamente, está no vocabulário (e na vida) do cantor. Se o sucesso internacional pareceu meteórico, a carreira de Balvin já durava dez anos. “Panas” foi seu primeiro single como artista solo, em 2004. Em 2014, o álbum La Familia foi indicado como Melhor Disco de Música Urbana no Grammy Latino – a vitória veio no ano seguinte, com “Ay Vamos”, escolhida como Melhor Canção Urbana.

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No lançamento do mais recente álbum, Energia, Balvin afirmou à versão colombiana do jornal Metro: “Creio que agora é que começa a história de J Balvin. Ela não havia começado. Fizemos esse disco não pensando apenas no som, mas nas raízes latinas. É um trabalho para o mundo”. Parece que ele estava certo: Energia liderou o ranking Top Latin Albuns e alcançou a 38º posição no Billboard 200. E a história de J Balvin está apenas começando.

Ouça Energia: