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“Já disseram que o nosso som lembra Rage Against”, diz Ale Massau

por em 09/04/2015
Por Bruna Gonçalves Serur

A banda Preto Massa existe há dez anos e é formada por Ale Massau (vocal), Fabinho Ferreiro (baixo), Egler Bruno (guitarra) e baterista Xande Tamietti (baterista, ex-Pato Fu).

A Billboard Brasil conversou com Ale. Ele ingressou na música no final dos anos 1990, no projeto sociocultural Berimbrown, fundado na periferia da capital mineira. Saiu de lá em 2004, quando começou o Preto Massa com Egler Bruno. Ficou dois anos no Cidade Negra e depois retomou o Preto Massa. Agora, a banda está na turnê do primeiro disco, o homônimo Preto Massa. Entre as 11 faixas do disco, apenas duas não são autorais: “Injuriado” e “Não Pode”, de Vander Lee e Tony Bizarro, respectivamente.

Quais são as influências do som do Preto Massa?

Ah, nós escutamos gente de tudo que é lugar. Mas não temos referências, pessoas em quem nos espelhamos. Posso te dar comparações que são feitas. Já disseram que o nosso som lembra Rage Against The Machine, Living Colour, Titãs, Led [Zeppelin]... Bandas que, coincidentemente, escutamos e curtimos.

“Fumaça”, a música de trabalho do disco de vocês, tem tocado bastante no rádio. Vocês sentiram alguma diferença desde então? É relevante estar no rádio?

Era uma coisa que a gente queria muito, ter músicas na rádio. É um processo tão sutil, mas tão gostoso receber “o respaldo”. Tá mudando um pouquinho e é para o melhor.

O baterista Xande Tamietti passou 18 anos com o Pato Fu. Como é trabalhar com um cara tão experiente, que está no ramo há tantos anos?

Ah, é o sonho de todo artista, ter um cara pronto. Que entende, você não precisa repetir ou explicar as coisas, que ainda discute a ideia e saca tudo de produção e da construção da música. Além do cara legal que ele é. A gente se conhece há dez anos. É um cara que se eu conviver 50 anos, sei que ele não vai me encher o saco.

Ouça o Preto Massa:

https://www.youtube.com/watch?v=-XHOWpAWnSM
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“Já disseram que o nosso som lembra Rage Against”, diz Ale Massau

por em 09/04/2015
Por Bruna Gonçalves Serur

A banda Preto Massa existe há dez anos e é formada por Ale Massau (vocal), Fabinho Ferreiro (baixo), Egler Bruno (guitarra) e baterista Xande Tamietti (baterista, ex-Pato Fu).

A Billboard Brasil conversou com Ale. Ele ingressou na música no final dos anos 1990, no projeto sociocultural Berimbrown, fundado na periferia da capital mineira. Saiu de lá em 2004, quando começou o Preto Massa com Egler Bruno. Ficou dois anos no Cidade Negra e depois retomou o Preto Massa. Agora, a banda está na turnê do primeiro disco, o homônimo Preto Massa. Entre as 11 faixas do disco, apenas duas não são autorais: “Injuriado” e “Não Pode”, de Vander Lee e Tony Bizarro, respectivamente.

Quais são as influências do som do Preto Massa?

Ah, nós escutamos gente de tudo que é lugar. Mas não temos referências, pessoas em quem nos espelhamos. Posso te dar comparações que são feitas. Já disseram que o nosso som lembra Rage Against The Machine, Living Colour, Titãs, Led [Zeppelin]... Bandas que, coincidentemente, escutamos e curtimos.

“Fumaça”, a música de trabalho do disco de vocês, tem tocado bastante no rádio. Vocês sentiram alguma diferença desde então? É relevante estar no rádio?

Era uma coisa que a gente queria muito, ter músicas na rádio. É um processo tão sutil, mas tão gostoso receber “o respaldo”. Tá mudando um pouquinho e é para o melhor.

O baterista Xande Tamietti passou 18 anos com o Pato Fu. Como é trabalhar com um cara tão experiente, que está no ramo há tantos anos?

Ah, é o sonho de todo artista, ter um cara pronto. Que entende, você não precisa repetir ou explicar as coisas, que ainda discute a ideia e saca tudo de produção e da construção da música. Além do cara legal que ele é. A gente se conhece há dez anos. É um cara que se eu conviver 50 anos, sei que ele não vai me encher o saco.

Ouça o Preto Massa:

https://www.youtube.com/watch?v=-XHOWpAWnSM