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John Fogerty descarta retorno do Creedence Clearwater Revival

por em 12/06/2015

John Fogerty vai começar, em breve, a turnê 1969 – o ano em que Creedence Clearwater Revival lançou três álbuns e que Fogerty escreveu uma das mais profundas músicas de protesto de todos os tempos, "Fortunate Son" – por 41 cidades.

O guitarrista decidiu colocar o nome da música no título da sua biografia. Fortunate Son: My Life, My Music será lançada em outubro. A obra de Fogerty, que seguirá os moldes de um diário, contará sobre as pressões do sucesso, seu relacionamento tumultuado com seus companheiros de Creedence Clearwater Revival e sua batalha pela liberdade artística contra a sua gravadora, que chegou à Suprema Corte, entre outros assuntos.

"Quando eu era criança eu queria fazer música e sonhava em ser como os meus heróis musicais e eventualmente se tornou realidade. Eu tive muita sorte, então essa é a minha perspectiva no uso da frase agora", contou à Associated Press.

O guitarrista de 70 anos não se dava bem com a banda, incluindo o seu irmão Tom, que faleceu em 1990. Eles também estavam disputando judicialmente os direitos devidos a Fogerty por tocarem suas músicas. Os problemas eram tão sérios que quando a banda entrou no Rock and Roll Hall of Fame, em 1993, Fogerty se recusou a tocar com ela.

Agora, com esses problemas no passado, Fogerty sente que o livro virá no momento certo.

"Muitas coisas aconteceram comigo no show business e na minha vida pessoal e houve fases em que eu estava com muita raiva e muito amargo", disse Fogerty.

Agora, 33 anos após o fim de Creedence Clearwater Revival, John Fogerty está feliz, casado e tocando música com os seus filhos, Shane e Tyler – e não tem planos de se reunir com os outros ex-integrantes da banda.

"Ao longo dos anos eu tenho deixado essa pergunta em aberto. Eu acho que é seguro dizer que quanto mais tempo você passa na terra, mais você percebe que não sabe tudo o que acontecerá", disse Fogerty.

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O guitarrista decidiu colocar o nome da música no título da sua biografia. Fortunate Son: My Life, My Music será lançada em outubro. A obra de Fogerty, que seguirá os moldes de um diário, contará sobre as pressões do sucesso, seu relacionamento tumultuado com seus companheiros de Creedence Clearwater Revival e sua batalha pela liberdade artística contra a sua gravadora, que chegou à Suprema Corte, entre outros assuntos.

"Quando eu era criança eu queria fazer música e sonhava em ser como os meus heróis musicais e eventualmente se tornou realidade. Eu tive muita sorte, então essa é a minha perspectiva no uso da frase agora", contou à Associated Press.

O guitarrista de 70 anos não se dava bem com a banda, incluindo o seu irmão Tom, que faleceu em 1990. Eles também estavam disputando judicialmente os direitos devidos a Fogerty por tocarem suas músicas. Os problemas eram tão sérios que quando a banda entrou no Rock and Roll Hall of Fame, em 1993, Fogerty se recusou a tocar com ela.

Agora, com esses problemas no passado, Fogerty sente que o livro virá no momento certo.

"Muitas coisas aconteceram comigo no show business e na minha vida pessoal e houve fases em que eu estava com muita raiva e muito amargo", disse Fogerty.

Agora, 33 anos após o fim de Creedence Clearwater Revival, John Fogerty está feliz, casado e tocando música com os seus filhos, Shane e Tyler – e não tem planos de se reunir com os outros ex-integrantes da banda.

"Ao longo dos anos eu tenho deixado essa pergunta em aberto. Eu acho que é seguro dizer que quanto mais tempo você passa na terra, mais você percebe que não sabe tudo o que acontecerá", disse Fogerty.