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John Newman fala sobre parceria com Calvin Harris em hit “Blame”

por em 22/01/2015
Por
Jason Lipshutz A Billboard esteve com o cantor britânico John Newman para falar sobre “Blame”, sua colaboração com Calvin Harris que está no Top 20 do Hot 100 internacional. Leia a entrevista a seguir. Sua estreia, Tribute, chegou ao 1º lugar no Reino Unido em 2013, mas você ainda é bem desconhecido nos Estados Unidos. Como foi assistir “Blame” chegar às rádios americanas? Ela impactou em todo o mundo, porém, nos Estados Unidos não importa quem é o artista, se a música não é boa, não vai acontecer. Mas os americanos costumam esperar um tempo para amadurecer, e a música demora a subir nas paradas. Quando sobe, ela fica. O soul-pop de Tribute é bem diferente do dance de Calvin Harris. Foi perturbador para você ouvir sua voz em uma música de dance? Minha composição varia de acordo com quem eu estou trabalhando. E Calvin não é só um produtor de EDM (electronic dance music, ou música dance eletrônica, em português) – ele tem um grande piano em casa. É um músico de verdade. Nós podemos entrar no mundo um do outro. Você tem mais alguma coisa planejada com ele? Nós começamos a ver faixas para Rihanna. E depois temos algum tempo de estúdio agendado para trabalhar no meu álbum. Parece uma coisa meio Mark Ronson/Bruno Mars, onde eu trabalho com alguém por muito tempo. Eu tive mais tempo para pensar e montar todo este álbum. E quem sabe talvez eu terei mais presença nos Estados Unidos?
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Amor Da Sua Cama
Felipe Araújo
3
Saudade
Eduardo Costa
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
RANKING COMPLETO
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John Newman fala sobre parceria com Calvin Harris em hit “Blame”

por em 22/01/2015
Por
Jason Lipshutz A Billboard esteve com o cantor britânico John Newman para falar sobre “Blame”, sua colaboração com Calvin Harris que está no Top 20 do Hot 100 internacional. Leia a entrevista a seguir. Sua estreia, Tribute, chegou ao 1º lugar no Reino Unido em 2013, mas você ainda é bem desconhecido nos Estados Unidos. Como foi assistir “Blame” chegar às rádios americanas? Ela impactou em todo o mundo, porém, nos Estados Unidos não importa quem é o artista, se a música não é boa, não vai acontecer. Mas os americanos costumam esperar um tempo para amadurecer, e a música demora a subir nas paradas. Quando sobe, ela fica. O soul-pop de Tribute é bem diferente do dance de Calvin Harris. Foi perturbador para você ouvir sua voz em uma música de dance? Minha composição varia de acordo com quem eu estou trabalhando. E Calvin não é só um produtor de EDM (electronic dance music, ou música dance eletrônica, em português) – ele tem um grande piano em casa. É um músico de verdade. Nós podemos entrar no mundo um do outro. Você tem mais alguma coisa planejada com ele? Nós começamos a ver faixas para Rihanna. E depois temos algum tempo de estúdio agendado para trabalhar no meu álbum. Parece uma coisa meio Mark Ronson/Bruno Mars, onde eu trabalho com alguém por muito tempo. Eu tive mais tempo para pensar e montar todo este álbum. E quem sabe talvez eu terei mais presença nos Estados Unidos?