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LaTavia Roberson fala sobre o rótulo de “ex-Destiny’s Child”

Cantora, que foi retirada do grupo sem aviso prévio, conversa sobre o sucesso ao lado das amigas e o momento atual da carreira

por Rebecca Silva em 07/09/2017

Muito antes de sonharmos com saídas de integrantes de girl groups anunciadas em redes sociais como Twitter e Instagram, existia o Destiny’s Child. Criado em 1997, o grupo começou a fazer sucesso em 1999, com o disco The Writing’s On The Wall, de onde saiu o hit “Bills Bills Bills”. É claro que você já sabe que Beyoncé era uma das integrantes, mas você conhece LaTavia Roberson?

LaTavia era uma das integrantes originais do grupo e descobriu que estava fora do Destiny’s Child do jeito mais dramático possível: ao assistir o clipe de “Say My Name” na televisão e ver que não tinha sido chamada. Simples assim. Junto com ela, LeToya Luckett também foi retirada do grupo sem aviso prévio. Ambas reclamavam de Mathew Knowles – pai de Beyoncé –, empresário tanto do grupo quanto das carreiras individuais de cada uma, na época.

lataviaroberson

A Billboard Brasil conversou com LaTavia sobre como sua carreira seguiu longe do Destiny’s Child, seu livro que contará a história do grupo e seu trabalho atualmente:

Este ano marca o 20º aniversário do Destiny’s Child. Como foi estar lá no início de tudo? Quando vocês começaram o grupo, pensavam que se tornariam tão grandes?
Todas rezamos para que sim. É claro, você espera e reza para que o grupo tenha muito sucesso e, no fim do dia, sou grata porque fomos bem-sucedidas. Você nunca sabe. É algo que torcemos juntas e aconteceu.

Qual a sua melhor memória dessa época?
Conseguir ter sucesso com minhas amigas e irmãs. Temos muitas boas memórias e fizemos tudo juntas.

Gostaria de saber um pouco mais sobre a sua saída do grupo. É verdade que foi substituída pelo empresário, Mathew Knowles?
Eu não saí do grupo. Eu fui dispensada do grupo e sim, foi culpa do empresário.

Depois disso, você continuou a trabalhar com música, certo? Dadas as circunstâncias da sua saída, foi difícil receber o rótulo de ex-Destiny’s Child ou isso é algo que sempre te deixou orgulhosa?
Sempre tive orgulho de ser uma integrante original do Destiny’s Child e isso não me incomoda de jeito nenhum.

Você ainda fala com as outras integrantes hoje em dia?
Falei com todas elas, mas faz algum tempo que não nos falamos. Tenho mais contato com a LeToya.

Hoje em dia, um novo ciclo de grupos femininos está surgindo, falando sobre feminismo e girl power. Como se sente?
Eu acho incrível que as mulheres estão começando a perceber o poder que temos. O movimento feminista das mulheres da indústria é fabuloso.

A indústria musical mudou muito desde que você começou a sua carreira, mas principalmente na última década. Qual a sua opinião sobre as plataformas de streaming e a forma que a internet ajuda artistas independentes a se mostrarem?
Gosto do que está acontecendo, principalmente com os artistas independentes porque não é fácil conseguir um contrato com gravadoras e muitas pessoas não entendem isso. Então, se a internet é uma plataforma para artistas no início da carreira, acho brilhante que eles possam ter essas oportunidades. As pessoas podem fazer mais com suas carreiras e ter mais controle, sabe? Não deixar nas mãos dos outros.

Você está lançando um livro sobre sua história de vida. O que te fez sentir que esse era o momento certo para o lançamento?
Sempre quis escrever um livro sobre a minha experiência no grupo. E aí o óbvio aconteceu. Me escondi por 10 anos e quando reapareci, senti que era necessário ser transparente com as pessoas que sempre estiveram lá por mim.

O que podemos esperar musicalmente de você no futuro? Está trabalhando em algo no momento?
Farei algumas colaborações com alguns artistas com quem trabalho, mas eu realmente quero ficar por trás das câmeras, na parte de produção.

Está trabalhando em outra coisa no momento que pode nos contar?
Além de cuidar da minha filha, Lyric, e ser embaixadora da organização Saving Our Daughters, estou conversando com uma produtora para produzir uma série documental baseada no meu livro. Estou muito animada sobre isso.

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LaTavia Roberson fala sobre o rótulo de “ex-Destiny’s Child”

Cantora, que foi retirada do grupo sem aviso prévio, conversa sobre o sucesso ao lado das amigas e o momento atual da carreira

por Rebecca Silva em 07/09/2017

Muito antes de sonharmos com saídas de integrantes de girl groups anunciadas em redes sociais como Twitter e Instagram, existia o Destiny’s Child. Criado em 1997, o grupo começou a fazer sucesso em 1999, com o disco The Writing’s On The Wall, de onde saiu o hit “Bills Bills Bills”. É claro que você já sabe que Beyoncé era uma das integrantes, mas você conhece LaTavia Roberson?

LaTavia era uma das integrantes originais do grupo e descobriu que estava fora do Destiny’s Child do jeito mais dramático possível: ao assistir o clipe de “Say My Name” na televisão e ver que não tinha sido chamada. Simples assim. Junto com ela, LeToya Luckett também foi retirada do grupo sem aviso prévio. Ambas reclamavam de Mathew Knowles – pai de Beyoncé –, empresário tanto do grupo quanto das carreiras individuais de cada uma, na época.

lataviaroberson

A Billboard Brasil conversou com LaTavia sobre como sua carreira seguiu longe do Destiny’s Child, seu livro que contará a história do grupo e seu trabalho atualmente:

Este ano marca o 20º aniversário do Destiny’s Child. Como foi estar lá no início de tudo? Quando vocês começaram o grupo, pensavam que se tornariam tão grandes?
Todas rezamos para que sim. É claro, você espera e reza para que o grupo tenha muito sucesso e, no fim do dia, sou grata porque fomos bem-sucedidas. Você nunca sabe. É algo que torcemos juntas e aconteceu.

Qual a sua melhor memória dessa época?
Conseguir ter sucesso com minhas amigas e irmãs. Temos muitas boas memórias e fizemos tudo juntas.

Gostaria de saber um pouco mais sobre a sua saída do grupo. É verdade que foi substituída pelo empresário, Mathew Knowles?
Eu não saí do grupo. Eu fui dispensada do grupo e sim, foi culpa do empresário.

Depois disso, você continuou a trabalhar com música, certo? Dadas as circunstâncias da sua saída, foi difícil receber o rótulo de ex-Destiny’s Child ou isso é algo que sempre te deixou orgulhosa?
Sempre tive orgulho de ser uma integrante original do Destiny’s Child e isso não me incomoda de jeito nenhum.

Você ainda fala com as outras integrantes hoje em dia?
Falei com todas elas, mas faz algum tempo que não nos falamos. Tenho mais contato com a LeToya.

Hoje em dia, um novo ciclo de grupos femininos está surgindo, falando sobre feminismo e girl power. Como se sente?
Eu acho incrível que as mulheres estão começando a perceber o poder que temos. O movimento feminista das mulheres da indústria é fabuloso.

A indústria musical mudou muito desde que você começou a sua carreira, mas principalmente na última década. Qual a sua opinião sobre as plataformas de streaming e a forma que a internet ajuda artistas independentes a se mostrarem?
Gosto do que está acontecendo, principalmente com os artistas independentes porque não é fácil conseguir um contrato com gravadoras e muitas pessoas não entendem isso. Então, se a internet é uma plataforma para artistas no início da carreira, acho brilhante que eles possam ter essas oportunidades. As pessoas podem fazer mais com suas carreiras e ter mais controle, sabe? Não deixar nas mãos dos outros.

Você está lançando um livro sobre sua história de vida. O que te fez sentir que esse era o momento certo para o lançamento?
Sempre quis escrever um livro sobre a minha experiência no grupo. E aí o óbvio aconteceu. Me escondi por 10 anos e quando reapareci, senti que era necessário ser transparente com as pessoas que sempre estiveram lá por mim.

O que podemos esperar musicalmente de você no futuro? Está trabalhando em algo no momento?
Farei algumas colaborações com alguns artistas com quem trabalho, mas eu realmente quero ficar por trás das câmeras, na parte de produção.

Está trabalhando em outra coisa no momento que pode nos contar?
Além de cuidar da minha filha, Lyric, e ser embaixadora da organização Saving Our Daughters, estou conversando com uma produtora para produzir uma série documental baseada no meu livro. Estou muito animada sobre isso.