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Leia a entrevista que fizemos com a dupla Lucas e Orelha no Viber

por em 17/07/2015

Na tarde desta quinta-feira (16/07), entrevistamos no Viber a dupla Lucas e Orelha, ganhadora do programa SuperStar, da TV Globo. Os jovens baianos se preparam para lançar seu disco e, claro, viver de música a partir de agora.

 

Sabemos que estão na correria aí na Bahia, atendendo a imprensa... Como estão se virando nesse caos?

Estamos agora na Rede Bahia aqui atendendo o pessoal. Desde domingo tudo está muito corrido, a gente quase não consegue dormir. Chegamos de madrugada em Salvador e começamos as entrevistas umas 10 horas. A energia em alta e muito felizes.

E já estão tendo tempo de planejar algo ou por enquanto é só essa correria de atender todo mundo?

Já deu sim! Ontem, antes de voltarmos pra Salvador, a gente gravou a voz da música de trabalho, que vai ser “Preta Perfeita”. E o CD já começou a ser preparado também. Na próxima semana a gente deve fazer as imagens para o clipe, que está previsto para o dia 31.

Vocês se conhecem desde quando? Há quanto tempo estão cantando juntos?

A gente se conheceu na escola, já tem uns cinco anos. Eu [Orelha] já cantava na minha igreja e Lucas também, na dele, mas foi na escola que nos conhecemos e aí começamos a gravar vídeos para a internet cantando e tocando. Depois fomos ser backing vocal de um cantor aqui da Bahia (Junior Lord, o filho de Magary Lord) e foi quando Guga viu um vídeo na internet e nos procurou para conversar sobre carreira. Guga é nosso empresário. Ele acreditou nos vídeos e correu atrás para montarmos a banda, porque até então era apenas dupla mesmo. A gente já tocava funk melody! É o que a gente gosta mesmo. Ouvimos muito soul, R&B e tem a influência que a música da igreja também trouxe.

Quais as suas influências musicais nacionais e internacionais?

As influências são diversas! De nacional tem Anitta, Naldo, Thiaguinho. A própria dupla Claudinho e Buchecha. Tem um cara que a gente conheceu agora que também nos deu dicas legais e terminou se tornando uma grande influência: MC Gui. As internacionais passam por Cris Brown, Justin Bieber, Ne-Yo.

Comparam bastante vocês com o Claudinho e Buchecha. Já chegaram a conhecer o Buchecha?

Ainda não o conhecemos pessoalmente, mas ficamos muito felizes porque ele mandou recado na final do programa elogiando e dando apoio.

E sobre a decisão de domingo, no Superstar, além do nervosismo e da emoção, o que mais impressionou vocês? Qual a lembrança mais viva desse dia?

Nossa! O domingo ainda nos emociona demais. Lembrança de ver nossas famílias ali na plateia, torcendo, chorando, vibrando. Isso vai ficar pra sempre. Família é a base.

Em que momento do programa vocês pensaram: "Pô, acho que dá pra ganhar isso sim!"? Teve algum momento decisivo, antes da final?

Rapaz... Confiança no trabalho a gente sempre teve, porque a nossa música vem do coração. É nossa verdade. Mas o programa tinha muitas bandas muito boas, o nível era muito alto. Quando a gente passou para a final, com Thiaguinho dando aqueles 7% no programa anterior, deu uma dose de confiança a mais.

E sobre a escolha das músicas cantadas no programa, rolava algum tipo de estratégia? Pensavam: “Ah, dessa o povo vai gostar”?

A gente tinha um diretor musical lá no programa que acompanhava a gente sempre. Ele ouvia tudo e dava opiniões sobre as músicas. Deixávamos tudo ensaiado, preparado, e conversávamos com a equipe toda para decidir qual seria, o que não deixa de ser uma estratégia.

O que o programa ensina para o artista? O que vocês pegaram dali pra carreira de vocês?  Porque não é apenas uma exposição, né? Tem um trabalho grande.

Tudo! O programa mostra um pouco do dia a dia, da rotina de ensaios, da responsabilidade de fazer uma apresentação boa em cima do palco, de melhorar a cada dia, de criar mais, lidar com doses de improviso, fazer parcerias. Uma bagagem fundamental.

Depois de falar tanto sobre trabalho, uma perguntinha sobre as horas vagas... O que mais vocês gostam de fazer quando estão em casa?

Ultimamente não temos parado em casa, graças a Deus. Mas antes, o que a gente mais fazia nas horas vagas mesmo era compor. A música sempre fez parte da vida, mesmo. Reunir os amigos pra tocar, fazer música, ouvir. Andar pela comunidade e estar com as pessoas. É disso que gostamos.

Hoje muito artista mais jovem não liga tanto pra discos e vai soltando as músicas aos poucos. Mas o objetivo de vocês é disco mesmo, né?

É o disco sim. Já começamos a gravar. A primeira música vai ser lançada logo, mas até setembro queremos o disco pronto.

E como vai ser o repertório do álbum? Composições próprias, algumas regravações? Alguma parceria encaminhada?

São só autorais. Algumas que tocamos no programa e outras inéditas. Parcerias são várias! Pode ser que role alguma coisa com Thiaguinho e já estamos também alinhando com MC Gui.

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Leia a entrevista que fizemos com a dupla Lucas e Orelha no Viber

por em 17/07/2015

Na tarde desta quinta-feira (16/07), entrevistamos no Viber a dupla Lucas e Orelha, ganhadora do programa SuperStar, da TV Globo. Os jovens baianos se preparam para lançar seu disco e, claro, viver de música a partir de agora.

 

Sabemos que estão na correria aí na Bahia, atendendo a imprensa... Como estão se virando nesse caos?

Estamos agora na Rede Bahia aqui atendendo o pessoal. Desde domingo tudo está muito corrido, a gente quase não consegue dormir. Chegamos de madrugada em Salvador e começamos as entrevistas umas 10 horas. A energia em alta e muito felizes.

E já estão tendo tempo de planejar algo ou por enquanto é só essa correria de atender todo mundo?

Já deu sim! Ontem, antes de voltarmos pra Salvador, a gente gravou a voz da música de trabalho, que vai ser “Preta Perfeita”. E o CD já começou a ser preparado também. Na próxima semana a gente deve fazer as imagens para o clipe, que está previsto para o dia 31.

Vocês se conhecem desde quando? Há quanto tempo estão cantando juntos?

A gente se conheceu na escola, já tem uns cinco anos. Eu [Orelha] já cantava na minha igreja e Lucas também, na dele, mas foi na escola que nos conhecemos e aí começamos a gravar vídeos para a internet cantando e tocando. Depois fomos ser backing vocal de um cantor aqui da Bahia (Junior Lord, o filho de Magary Lord) e foi quando Guga viu um vídeo na internet e nos procurou para conversar sobre carreira. Guga é nosso empresário. Ele acreditou nos vídeos e correu atrás para montarmos a banda, porque até então era apenas dupla mesmo. A gente já tocava funk melody! É o que a gente gosta mesmo. Ouvimos muito soul, R&B e tem a influência que a música da igreja também trouxe.

Quais as suas influências musicais nacionais e internacionais?

As influências são diversas! De nacional tem Anitta, Naldo, Thiaguinho. A própria dupla Claudinho e Buchecha. Tem um cara que a gente conheceu agora que também nos deu dicas legais e terminou se tornando uma grande influência: MC Gui. As internacionais passam por Cris Brown, Justin Bieber, Ne-Yo.

Comparam bastante vocês com o Claudinho e Buchecha. Já chegaram a conhecer o Buchecha?

Ainda não o conhecemos pessoalmente, mas ficamos muito felizes porque ele mandou recado na final do programa elogiando e dando apoio.

E sobre a decisão de domingo, no Superstar, além do nervosismo e da emoção, o que mais impressionou vocês? Qual a lembrança mais viva desse dia?

Nossa! O domingo ainda nos emociona demais. Lembrança de ver nossas famílias ali na plateia, torcendo, chorando, vibrando. Isso vai ficar pra sempre. Família é a base.

Em que momento do programa vocês pensaram: "Pô, acho que dá pra ganhar isso sim!"? Teve algum momento decisivo, antes da final?

Rapaz... Confiança no trabalho a gente sempre teve, porque a nossa música vem do coração. É nossa verdade. Mas o programa tinha muitas bandas muito boas, o nível era muito alto. Quando a gente passou para a final, com Thiaguinho dando aqueles 7% no programa anterior, deu uma dose de confiança a mais.

E sobre a escolha das músicas cantadas no programa, rolava algum tipo de estratégia? Pensavam: “Ah, dessa o povo vai gostar”?

A gente tinha um diretor musical lá no programa que acompanhava a gente sempre. Ele ouvia tudo e dava opiniões sobre as músicas. Deixávamos tudo ensaiado, preparado, e conversávamos com a equipe toda para decidir qual seria, o que não deixa de ser uma estratégia.

O que o programa ensina para o artista? O que vocês pegaram dali pra carreira de vocês?  Porque não é apenas uma exposição, né? Tem um trabalho grande.

Tudo! O programa mostra um pouco do dia a dia, da rotina de ensaios, da responsabilidade de fazer uma apresentação boa em cima do palco, de melhorar a cada dia, de criar mais, lidar com doses de improviso, fazer parcerias. Uma bagagem fundamental.

Depois de falar tanto sobre trabalho, uma perguntinha sobre as horas vagas... O que mais vocês gostam de fazer quando estão em casa?

Ultimamente não temos parado em casa, graças a Deus. Mas antes, o que a gente mais fazia nas horas vagas mesmo era compor. A música sempre fez parte da vida, mesmo. Reunir os amigos pra tocar, fazer música, ouvir. Andar pela comunidade e estar com as pessoas. É disso que gostamos.

Hoje muito artista mais jovem não liga tanto pra discos e vai soltando as músicas aos poucos. Mas o objetivo de vocês é disco mesmo, né?

É o disco sim. Já começamos a gravar. A primeira música vai ser lançada logo, mas até setembro queremos o disco pronto.

E como vai ser o repertório do álbum? Composições próprias, algumas regravações? Alguma parceria encaminhada?

São só autorais. Algumas que tocamos no programa e outras inéditas. Parcerias são várias! Pode ser que role alguma coisa com Thiaguinho e já estamos também alinhando com MC Gui.