NOTÍCIAS

Leia a resenha de Quente, álbum de Saulo Duarte e a Unidade

por em 16/12/2014
class="aligncenter size-full wp-image-13617" alt="SauloDuarte_album" src="http://billboard.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/12/SauloDuarte_album.jpg" width="640" height="640" /> SAULO DUARTE E A UNIDADE QUENTE YB MUSIC Após uma estreia injustamente pouco ouvida, paraense Saulo Duarte, criado em Fortaleza e residente em São Paulo, tenta mais uma vez espalhar sua visão de gêneros que animam os bailes. Não contente em bulir com guitarrada, reggae e linhagens menos nobres do rock, o cantor e guitarrista agora dá umas ciscadas no terreno do afrobeat, sem nunca tentar ser um nigeriano puro sangue. Suas influências surgem sempre embaralhadas, algo a se valorizar num tempo em que muitos se vendem como autênticos sem sequer passar perto disso. Se “Mistério No Olhar” era a grande pepita do primeiro disco, o diamante que reluz neste é “Flores Pelo Ar”, lambadinha adornada por steel drums (tambor de aço típico de Trinidad e Tobago). “Zonzon” tem características semelhantes, e aparece em dois momentos do CD, como se fora um feitiço. Para o flerte jamaicano, Saulo convidou Curumin (com quem costuma dividir “Piranha”, de Alípio Martins, pela noite paulistana), que solta a voz em “Me Dei Conta”. (José Flávio Júnior)
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Eu Vou Te Buscar (Cha La La La La) (part. Hungria Hip Hop)
Gusttavo LIma
2
Saudade
Eduardo Costa
3
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
4
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
5
Aquela Pessoa
Henrique & Juliano
RANKING COMPLETO
NOTÍCIAS

Leia a resenha de Quente, álbum de Saulo Duarte e a Unidade

por em 16/12/2014
class="aligncenter size-full wp-image-13617" alt="SauloDuarte_album" src="http://billboard.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/12/SauloDuarte_album.jpg" width="640" height="640" /> SAULO DUARTE E A UNIDADE QUENTE YB MUSIC Após uma estreia injustamente pouco ouvida, paraense Saulo Duarte, criado em Fortaleza e residente em São Paulo, tenta mais uma vez espalhar sua visão de gêneros que animam os bailes. Não contente em bulir com guitarrada, reggae e linhagens menos nobres do rock, o cantor e guitarrista agora dá umas ciscadas no terreno do afrobeat, sem nunca tentar ser um nigeriano puro sangue. Suas influências surgem sempre embaralhadas, algo a se valorizar num tempo em que muitos se vendem como autênticos sem sequer passar perto disso. Se “Mistério No Olhar” era a grande pepita do primeiro disco, o diamante que reluz neste é “Flores Pelo Ar”, lambadinha adornada por steel drums (tambor de aço típico de Trinidad e Tobago). “Zonzon” tem características semelhantes, e aparece em dois momentos do CD, como se fora um feitiço. Para o flerte jamaicano, Saulo convidou Curumin (com quem costuma dividir “Piranha”, de Alípio Martins, pela noite paulistana), que solta a voz em “Me Dei Conta”. (José Flávio Júnior)