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Marcia Castro alcança sonoridade paulista em novo disco

por em 13/05/2015
<
/b>Por Rodrigo Amaral da Rocha A cantora Marcia Castro apresenta hoje (13/05), às 21h, no Espaço Serralheria (São Paulo) o novo disco Das Coisas Que Surgem. O show contará com as participações da cantora cabo-verdiana Mayra Andrade e da paulistana Mariana Aydar. No terceiro álbum da carreira, a cantora baiana - que já mora há 7 anos em São Paulo – apresenta o seu trabalho mais autoral e se rende à capital paulista. Em suas palavras, a cidade representa uma linguagem “mais minimalista, com elementos muito bem definidos musicalmente, tudo muito bem planificado”. Das Coisas Que Surgem é produzido por Gui Amabis e conta com a maior parte das composições assinada pela cantora - em parceria com o poeta Arruda -, além de canções de Lucas Santtana, Gui Amabis e Arnaldo Antunes e Alice Ruiz. Em Das Coisas Que Surgem estão as suas primeiras composições. Por que elas aparecem somente agora? São algumas músicas guardadas, que tinha vergonha de tocá-las e agora estão no disco. Um processo de criação que foi dado pela construção do próprio universo do disco. Ainda estava na turnê do meu trabalho anterior e já comecei a pensar neste. Qual sonoridade buscava quando procurou Gui Amabis para produzir o disco? Na verdade estava pensando em uma estética musical voltada para o que é produzido em São Paulo. Por eu morar aqui há 7 anos, tinha um desejo de me relacionar de um modo mais literal com a linguagem produzida na cidade. O Gui, que é paulista, representa muito bem isso. E como aconteceu a escolha do repertório que, além de músicas próprias, tem também composições de Lucas Santanna, Arnaldo Antunes e Gui Amabis? A identificação com o Gui já foi de imediato. Lucas é um cara que admiro muito, um baiano que tenho muita afinidade, já queria há um tempo gravá-lo. O Arnaldo é um compositor que revela muito São Paulo, acho que ele condensa muito esse jeito paulista. E aí surgiu a parceria dele com Alice Ruiz, que é uma amiga querida. Queria gravar não só artistas que admiro, mas artistas que são amigos. Isso cria uma relação íntima com o trabalho. https://www.youtube.com/watch?v=Ck0_df9W8po 3 NOTAS - MEL AZUL 3 NOTAS - MARISE MARRA 3 NOTAS - BALEIA MUTANTE 
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Marcia Castro alcança sonoridade paulista em novo disco

por em 13/05/2015
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/b>Por Rodrigo Amaral da Rocha A cantora Marcia Castro apresenta hoje (13/05), às 21h, no Espaço Serralheria (São Paulo) o novo disco Das Coisas Que Surgem. O show contará com as participações da cantora cabo-verdiana Mayra Andrade e da paulistana Mariana Aydar. No terceiro álbum da carreira, a cantora baiana - que já mora há 7 anos em São Paulo – apresenta o seu trabalho mais autoral e se rende à capital paulista. Em suas palavras, a cidade representa uma linguagem “mais minimalista, com elementos muito bem definidos musicalmente, tudo muito bem planificado”. Das Coisas Que Surgem é produzido por Gui Amabis e conta com a maior parte das composições assinada pela cantora - em parceria com o poeta Arruda -, além de canções de Lucas Santtana, Gui Amabis e Arnaldo Antunes e Alice Ruiz. Em Das Coisas Que Surgem estão as suas primeiras composições. Por que elas aparecem somente agora? São algumas músicas guardadas, que tinha vergonha de tocá-las e agora estão no disco. Um processo de criação que foi dado pela construção do próprio universo do disco. Ainda estava na turnê do meu trabalho anterior e já comecei a pensar neste. Qual sonoridade buscava quando procurou Gui Amabis para produzir o disco? Na verdade estava pensando em uma estética musical voltada para o que é produzido em São Paulo. Por eu morar aqui há 7 anos, tinha um desejo de me relacionar de um modo mais literal com a linguagem produzida na cidade. O Gui, que é paulista, representa muito bem isso. E como aconteceu a escolha do repertório que, além de músicas próprias, tem também composições de Lucas Santanna, Arnaldo Antunes e Gui Amabis? A identificação com o Gui já foi de imediato. Lucas é um cara que admiro muito, um baiano que tenho muita afinidade, já queria há um tempo gravá-lo. O Arnaldo é um compositor que revela muito São Paulo, acho que ele condensa muito esse jeito paulista. E aí surgiu a parceria dele com Alice Ruiz, que é uma amiga querida. Queria gravar não só artistas que admiro, mas artistas que são amigos. Isso cria uma relação íntima com o trabalho. https://www.youtube.com/watch?v=Ck0_df9W8po 3 NOTAS - MEL AZUL 3 NOTAS - MARISE MARRA 3 NOTAS - BALEIA MUTANTE