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MC Guimê: “Eu comecei sonhando e tem dado certo”

Funkeiro fala sobre Sou Filho Da Lua, seu primeiro álbum, lançado nessa sexta

por Marcos Lauro em 13/11/2016

MC Guimê lançou na última sexta-feira (11/11) o seu primeiro álbum, Sou Filho Da Lua. Acostumado a lançar singles e músicas soltas na internet desde o início da sua carreira, Guimê jogou, de uma vez só, 16 faixas nas plataformas de streaming num disco repleto de participações e com uma produção caprichada.

A parceria com o Tropkillaz, “Viva La Vida”, abre o álbum com sua versão já conhecida e encerra com um remix. No recheio, vem Claudia Leitte, Emicida, Haikaiss, Marcelo D2 e Rael, entre outros. “Pra esse disco, chamei artistas com quem eu já tinha uma ligação. Mas, se fosse por mim, tinha cem participações aí”, contou o MC durante papo com a Billboard Brasil no escritório da gravadora Warner em São Paulo. A namorada do cantor, a também cantora Lexa, acompanhava tudo de perto e também era alvo de pedidos de fotos. Uma das faixas, “Fato Raro”, é em homenagem a ela.

Leia a conversa com MC Guimê:

Pra você que sempre foi um cara de singles, de lançar músicas soltas na internet, como é ver o primeiro álbum finalizado?
Eu vejo esse conjunto pronto e vejo que é um momento especial na minha carreira. Graças a Deus é um momento importante e eu vejo que valeu a pena. Aprendi muito com esse álbum, a ralação, as noites mais dormidas. E o que eu mais gosto do trampo no estúdio é que eu chego lá sem nada e consigo sair com tudo. Eu lembro que numa das primeiras vezes eu cheguei lá pra fazer a primeira voz guia de uma música, o meu parceiro Pedro [Dash, produtor do disco] puxou uma nota no violão e eu comecei a escrever a música. Hoje tá tudo pronto. A gente tem que se dedicar e se esforçar.

E você é desses caras que se preocupam apenas com a parte musical do trabalho ou se envolveu no processo todo?
Eu me preocupei com tudo, desde a arte até os detalhes de repertório. Até clipes. Eu costumo escrever as músicas já pensando no clipe, contando uma história e tal. Junto com o Pedro, que é o diretor musical do disco, claro... a gente foi conversando e chegou nesse resultado. Mudamos o que fosse necessário, chegamos a fazer duas, três versões de uma música até ficar boa.

Em qual momento você optou trocar a vida de singles por um disco?
Foi quando a agenda de shows deu uma tranquilizada. Tem uma hora que é natural diminuir os shows, mesmo com as músicas ainda bombadas. Eu gosto de produzir, não é difícil me levar pro estúdio.

E porque as músicas mais conhecidas não estão no disco?
Eu não queria trazer músicas antigas pro disco, mesmo que fosse em versões novas. É tudo exclusivo do disco. Eu quero que as 16 faixas bombem e depois eu solto mais 20 inéditas [risos]. Eu, antes de terminar o disco, já tava com umas três faixas já de outra parada. Produzir é uma terapia, quero cada vez mais escrever mais.

Você é muito popular entre outros artistas. Como foi a missão de escolher as parcerias?
Foi difícil escolher porque eu tenho muitos amigos na música. Se dependesse de mim, tinha cem participações no disco. Mas como é o primeiro, eu tive que ter calma e deixar alguns nomes pra um próximo. Eu fui cuidadoso e os nomes vieram de acordo com o repertório. Fui vendo quem encaixaria legal na música e dei prioridade pra quem eu já tenho algum vínculo, que tem uma história especial, sabe?

E qual é o objetivo agora?
O objetivo é chegar num nível bacana de qualidade musical, expandir o trabalho pra todo mundo, fazer um DVD a partir desse disco e ter essa identidade, essa característica de fazer muita música e muito vídeo. Quero tocar nas casas, nas rádios, nos celulares. Eu comecei sonhando com isso e tem dado certo. Então eu quero quebrar barreiras e chegar lá.

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Funkeiro fala sobre Sou Filho Da Lua, seu primeiro álbum, lançado nessa sexta

por Marcos Lauro em 13/11/2016

MC Guimê lançou na última sexta-feira (11/11) o seu primeiro álbum, Sou Filho Da Lua. Acostumado a lançar singles e músicas soltas na internet desde o início da sua carreira, Guimê jogou, de uma vez só, 16 faixas nas plataformas de streaming num disco repleto de participações e com uma produção caprichada.

A parceria com o Tropkillaz, “Viva La Vida”, abre o álbum com sua versão já conhecida e encerra com um remix. No recheio, vem Claudia Leitte, Emicida, Haikaiss, Marcelo D2 e Rael, entre outros. “Pra esse disco, chamei artistas com quem eu já tinha uma ligação. Mas, se fosse por mim, tinha cem participações aí”, contou o MC durante papo com a Billboard Brasil no escritório da gravadora Warner em São Paulo. A namorada do cantor, a também cantora Lexa, acompanhava tudo de perto e também era alvo de pedidos de fotos. Uma das faixas, “Fato Raro”, é em homenagem a ela.

Leia a conversa com MC Guimê:

Pra você que sempre foi um cara de singles, de lançar músicas soltas na internet, como é ver o primeiro álbum finalizado?
Eu vejo esse conjunto pronto e vejo que é um momento especial na minha carreira. Graças a Deus é um momento importante e eu vejo que valeu a pena. Aprendi muito com esse álbum, a ralação, as noites mais dormidas. E o que eu mais gosto do trampo no estúdio é que eu chego lá sem nada e consigo sair com tudo. Eu lembro que numa das primeiras vezes eu cheguei lá pra fazer a primeira voz guia de uma música, o meu parceiro Pedro [Dash, produtor do disco] puxou uma nota no violão e eu comecei a escrever a música. Hoje tá tudo pronto. A gente tem que se dedicar e se esforçar.

E você é desses caras que se preocupam apenas com a parte musical do trabalho ou se envolveu no processo todo?
Eu me preocupei com tudo, desde a arte até os detalhes de repertório. Até clipes. Eu costumo escrever as músicas já pensando no clipe, contando uma história e tal. Junto com o Pedro, que é o diretor musical do disco, claro... a gente foi conversando e chegou nesse resultado. Mudamos o que fosse necessário, chegamos a fazer duas, três versões de uma música até ficar boa.

Em qual momento você optou trocar a vida de singles por um disco?
Foi quando a agenda de shows deu uma tranquilizada. Tem uma hora que é natural diminuir os shows, mesmo com as músicas ainda bombadas. Eu gosto de produzir, não é difícil me levar pro estúdio.

E porque as músicas mais conhecidas não estão no disco?
Eu não queria trazer músicas antigas pro disco, mesmo que fosse em versões novas. É tudo exclusivo do disco. Eu quero que as 16 faixas bombem e depois eu solto mais 20 inéditas [risos]. Eu, antes de terminar o disco, já tava com umas três faixas já de outra parada. Produzir é uma terapia, quero cada vez mais escrever mais.

Você é muito popular entre outros artistas. Como foi a missão de escolher as parcerias?
Foi difícil escolher porque eu tenho muitos amigos na música. Se dependesse de mim, tinha cem participações no disco. Mas como é o primeiro, eu tive que ter calma e deixar alguns nomes pra um próximo. Eu fui cuidadoso e os nomes vieram de acordo com o repertório. Fui vendo quem encaixaria legal na música e dei prioridade pra quem eu já tenho algum vínculo, que tem uma história especial, sabe?

E qual é o objetivo agora?
O objetivo é chegar num nível bacana de qualidade musical, expandir o trabalho pra todo mundo, fazer um DVD a partir desse disco e ter essa identidade, essa característica de fazer muita música e muito vídeo. Quero tocar nas casas, nas rádios, nos celulares. Eu comecei sonhando com isso e tem dado certo. Então eu quero quebrar barreiras e chegar lá.