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MGTM - MGTM

por em 09/04/2013
três formas de compreender o MGMT, pela segunda vez presenteando o mercado com um disco pirado, sem uma mísera faixa capaz de repetir o desempenho de “Kids”, “Time To Pretend” e “Electric Feel”, os hits de Oracular Spectacular (2008). Uma é que o duo perdeu a mão, não consegue mais criar música pop, como um dos integrantes já alegou. A outra é que os hits foram acidentes, que a do grupo é fazer rock psicodélico para uma audiência seleta. E a terceira hipótese é que eles estejam forçando a barra para perder a relevância, fazendo com que a indústria perca seus últimos tostões nessa brincadeira. Seja qual for a real, vale lembrar que o Flaming Lips, conjunto que norteia o MGMT, só foi conseguir seu primeiro single de sucesso no sexto álbum. Não dá para confiar comercialmente em artistas do tipo. O MGMT voltou a trabalhar com Dave Fridmann (o papa desse universo), e a coisa mais redonda que a união pariu soa como o Beach Boys em uma bad trip de LSD: “Plenty Of Girls In The Sea”. Já a quase palatável “Introspection” é a única a não trazer as estrofes no encarte. Assim vai ser difícil... (J.F.J.)
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por em 09/04/2013
três formas de compreender o MGMT, pela segunda vez presenteando o mercado com um disco pirado, sem uma mísera faixa capaz de repetir o desempenho de “Kids”, “Time To Pretend” e “Electric Feel”, os hits de Oracular Spectacular (2008). Uma é que o duo perdeu a mão, não consegue mais criar música pop, como um dos integrantes já alegou. A outra é que os hits foram acidentes, que a do grupo é fazer rock psicodélico para uma audiência seleta. E a terceira hipótese é que eles estejam forçando a barra para perder a relevância, fazendo com que a indústria perca seus últimos tostões nessa brincadeira. Seja qual for a real, vale lembrar que o Flaming Lips, conjunto que norteia o MGMT, só foi conseguir seu primeiro single de sucesso no sexto álbum. Não dá para confiar comercialmente em artistas do tipo. O MGMT voltou a trabalhar com Dave Fridmann (o papa desse universo), e a coisa mais redonda que a união pariu soa como o Beach Boys em uma bad trip de LSD: “Plenty Of Girls In The Sea”. Já a quase palatável “Introspection” é a única a não trazer as estrofes no encarte. Assim vai ser difícil... (J.F.J.)