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Missão América do Sul - Panic at the Disco

por em 03/11/2009

Tá chegando... O Panic at the Disco vem ao Brasil, em sua primeira passagem pela América do Sul, e se apresenta na segunda noite (8/11) do Maquinaria Festival ao lado de Evanescence, Diren Grey e Duff McKagan’s Loaded. Passados anos de espera, e de correspondências com os fãs daqui, o Panic não poderia estar mais animado. O baterista e membro fundador Spencer Smith diz que a banda já superou o desfalque de dois membros que saíram em julho, fala sobre o terceiro disco, em fase de gravação, e dá mais detalhes sobre o show.

 

E aí, animado quanto ao show no Brasil?

Sim, estou muito animado. Demorou para a gente ir para a América do Sul, é algo que queremos fazer há muito tempo. Temos mantido contato com os nossos fãs daí pela internet ou quando eles aparecem em nossos shows nos EUA. E eles sempre dizem que temos uma grande base de fãs por aí, que adorariam nos ver ao vivo. E finalmente conseguir fazer isso é muito excitante.  Também acho muito legal o fato de que vamos tocar em um festival, o que é sempre animador, pois conseguimos conhecer e dividir o palco com artistas que ainda não conhecemos.

 

Como se dá esse contato com os fãs pela internet?

De várias formas diferentes. Inicialmente, era apenas pelo MySpace, enviando mensagens e coisas do tipo. Depois descobrimos que fãs no Brasil e no Chile tinham criado seus próprios sites sobre a banda com notícias e tal. Todos eles se juntaram e mandaram uma mensagem enorme pedindo para que nós fôssemos ao Brasil. A internet é uma grande ajuda nesse sentido, ficamos honrados.

 

Vocês mesmos administram a página no MySpace.

Nem sempre, mas sempre que podemos entramos lá e mandamos mensagens para os fãs.

 

E o que podemos esperar dos shows?

Bom, vamos tocar músicas dos nossos dois primeiros discos. Também vamos incluir uma faixa chamada "New Perspective" que está na trilha sonora de um filme, Jennifer’s Body. Estamos simplesmente animados para ver o máximo de fãs possível e ajudar todo mundo a se divertir.

 

E como vocês estão segurando sem o Ryan (Ross, guitarrista, com quem Spencer formou a banda em 2004) e o John (Walker, baixista), que recentemente deixaram a banda?

Os últimos seis meses foram meio loucos para a nossa banda. Quando começamos a banda, estávamos com 16, 17 anos. E agora, com o passar dos anos, todos evoluímos como músicos e como compositores, então, definitivamente, foi a decisão certa. O Ryan sempre quis gravar canções com as letras que ele escrevia. E acho que o novo projeto [The Young Veins] vai fazer bem para eles. E agora, para mim e o Brandon, está mais ou menos como na época em que a banda começou, em que todos estão mais focados e de acordo quanto às decisões. Ainda não chegamos na metade do nosso terceiro álbum, mas está ficando ótimo, estamos muito animados.

 

Fala mais.

Nos últimos meses terminamos de compor e já engatamos nas sessões de estúdio, onde começamos a gravar. Acho que é uma mistura dos nossos dois primeiros álbuns. Para os fãs, o segundo disco foi um salto, uma reviravolta de estilo com relação ao primeiro disco. Gostamos muito dos dois, mas sempre surgem influências novas que acabam fazendo diferença no som que você faz. Poder identificar que somos nós, já que há uma consistência de disco para disco, e, ao mesmo tempo, há sempre novas bandas que estamos descobrindo, novos artistas que estão nos influenciando. E isso é uma coisa que sempre procuramos fazer, nunca gravar o mesmo disco duas vezes. Espero que isso seja algo que nossos fãs curtam e saibam valorizar.

 

E que novas influências são essas?

Pirei no disco da Regina Spektor, ela é uma artista fenomenal, uma grande compositora. Além das influências clássicas que escutamos, quando estávamos crescendo, graças aos nossos pais. Coisas como Lou Reed, Tom Petty & The Heartbreakers, até bandas mais teatrais como Queen, que sempre nos influenciaram. E acho que isso vai aparecer durante o novo álbum.

 

Esse aspecto teatral transparece no palco?

Sim, isso é um fator que levamos muito em consideração. Crescendo em Las Vegas, não faltam performances grandiosas e espetaculares. Isso afetou as nossas performances e sempre tentamos fazer mais um espetáculo do que um show de rock.

 

E o que faz das apresentações tão teatrais?

Música, cenário, figurino... Sempre que podemos, fazemos do palco mais do que um monte de amplificadores empilhados. As vezes nos apresentamos com cantoras e coreógrafas, o que não conseguiremos levar dessa vez. Mas espero que na próxima consigamos fazer uma turnê pela América do Sul e levar um show maior.

 

O que você pretende fazer quando chegar aqui?

Pretendo conhecer o máximo da cidade que eu conseguir, talvez até outras cidades. Quando você vai para um lugar diferente, nunca sabe o tempo que vai ter para conseguir explorar. Espero que consiga dividir meu tempo inteligentemente e perguntar para as pessoas que lugares conhecer, onde comer... Sempre gostamos de comer nos lugares favoritos dos locais. Então, a ideia é se virar da melhor forma possível.

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Missão América do Sul - Panic at the Disco

por em 03/11/2009

Tá chegando... O Panic at the Disco vem ao Brasil, em sua primeira passagem pela América do Sul, e se apresenta na segunda noite (8/11) do Maquinaria Festival ao lado de Evanescence, Diren Grey e Duff McKagan’s Loaded. Passados anos de espera, e de correspondências com os fãs daqui, o Panic não poderia estar mais animado. O baterista e membro fundador Spencer Smith diz que a banda já superou o desfalque de dois membros que saíram em julho, fala sobre o terceiro disco, em fase de gravação, e dá mais detalhes sobre o show.

 

E aí, animado quanto ao show no Brasil?

Sim, estou muito animado. Demorou para a gente ir para a América do Sul, é algo que queremos fazer há muito tempo. Temos mantido contato com os nossos fãs daí pela internet ou quando eles aparecem em nossos shows nos EUA. E eles sempre dizem que temos uma grande base de fãs por aí, que adorariam nos ver ao vivo. E finalmente conseguir fazer isso é muito excitante.  Também acho muito legal o fato de que vamos tocar em um festival, o que é sempre animador, pois conseguimos conhecer e dividir o palco com artistas que ainda não conhecemos.

 

Como se dá esse contato com os fãs pela internet?

De várias formas diferentes. Inicialmente, era apenas pelo MySpace, enviando mensagens e coisas do tipo. Depois descobrimos que fãs no Brasil e no Chile tinham criado seus próprios sites sobre a banda com notícias e tal. Todos eles se juntaram e mandaram uma mensagem enorme pedindo para que nós fôssemos ao Brasil. A internet é uma grande ajuda nesse sentido, ficamos honrados.

 

Vocês mesmos administram a página no MySpace.

Nem sempre, mas sempre que podemos entramos lá e mandamos mensagens para os fãs.

 

E o que podemos esperar dos shows?

Bom, vamos tocar músicas dos nossos dois primeiros discos. Também vamos incluir uma faixa chamada "New Perspective" que está na trilha sonora de um filme, Jennifer’s Body. Estamos simplesmente animados para ver o máximo de fãs possível e ajudar todo mundo a se divertir.

 

E como vocês estão segurando sem o Ryan (Ross, guitarrista, com quem Spencer formou a banda em 2004) e o John (Walker, baixista), que recentemente deixaram a banda?

Os últimos seis meses foram meio loucos para a nossa banda. Quando começamos a banda, estávamos com 16, 17 anos. E agora, com o passar dos anos, todos evoluímos como músicos e como compositores, então, definitivamente, foi a decisão certa. O Ryan sempre quis gravar canções com as letras que ele escrevia. E acho que o novo projeto [The Young Veins] vai fazer bem para eles. E agora, para mim e o Brandon, está mais ou menos como na época em que a banda começou, em que todos estão mais focados e de acordo quanto às decisões. Ainda não chegamos na metade do nosso terceiro álbum, mas está ficando ótimo, estamos muito animados.

 

Fala mais.

Nos últimos meses terminamos de compor e já engatamos nas sessões de estúdio, onde começamos a gravar. Acho que é uma mistura dos nossos dois primeiros álbuns. Para os fãs, o segundo disco foi um salto, uma reviravolta de estilo com relação ao primeiro disco. Gostamos muito dos dois, mas sempre surgem influências novas que acabam fazendo diferença no som que você faz. Poder identificar que somos nós, já que há uma consistência de disco para disco, e, ao mesmo tempo, há sempre novas bandas que estamos descobrindo, novos artistas que estão nos influenciando. E isso é uma coisa que sempre procuramos fazer, nunca gravar o mesmo disco duas vezes. Espero que isso seja algo que nossos fãs curtam e saibam valorizar.

 

E que novas influências são essas?

Pirei no disco da Regina Spektor, ela é uma artista fenomenal, uma grande compositora. Além das influências clássicas que escutamos, quando estávamos crescendo, graças aos nossos pais. Coisas como Lou Reed, Tom Petty & The Heartbreakers, até bandas mais teatrais como Queen, que sempre nos influenciaram. E acho que isso vai aparecer durante o novo álbum.

 

Esse aspecto teatral transparece no palco?

Sim, isso é um fator que levamos muito em consideração. Crescendo em Las Vegas, não faltam performances grandiosas e espetaculares. Isso afetou as nossas performances e sempre tentamos fazer mais um espetáculo do que um show de rock.

 

E o que faz das apresentações tão teatrais?

Música, cenário, figurino... Sempre que podemos, fazemos do palco mais do que um monte de amplificadores empilhados. As vezes nos apresentamos com cantoras e coreógrafas, o que não conseguiremos levar dessa vez. Mas espero que na próxima consigamos fazer uma turnê pela América do Sul e levar um show maior.

 

O que você pretende fazer quando chegar aqui?

Pretendo conhecer o máximo da cidade que eu conseguir, talvez até outras cidades. Quando você vai para um lugar diferente, nunca sabe o tempo que vai ter para conseguir explorar. Espero que consiga dividir meu tempo inteligentemente e perguntar para as pessoas que lugares conhecer, onde comer... Sempre gostamos de comer nos lugares favoritos dos locais. Então, a ideia é se virar da melhor forma possível.