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Naná Vasconcelos emociona na abertura do Carnaval do Recife

por em 06/02/2016

(foto: Peu Hatz)

Por Rodrigo Amaral da Rocha

São 18h da sexta-feira (05/02) na quente cidade do Recife. O cortejo formado por 11 nações de maracatu e outras quatro de caboclinho se aquece na Rua da Moeda. O destino é o Marco Zero, a poucos metros dali, ao encontro de Naná Vasconcelos, um dos percurssionistas mais respeitados do globo e responsável há anos em dar o pontapé inicial do Carnaval da capital pernambucana. O horário ainda é comercial mas as pessoas já começam a se aglomerar.Enquanto as nações vão se aquecendo e a noite vai surgindo, blocos de rua vão se cruzando pelas ruas do bairro do Recife Antigo. O Carnaval começa a dar seus primeiros sinais de vida em 2016.Já passam das 19h45 e as nações se reúnem a frente do palco localizado no Marco Zero do Recife. A figura serena de Naná surge de branco e começa a maestrar as centenas de batuqueiros. Cada gesto do mestre é rapidamente refletido nos músicos populares.Uma por uma, as nações de maracatu vão entrando e dominando o palco em diversas manifestações artísticas de movimentos, cores e identidades. O grupo vocal feminino Voz Nago evoca os cânticos africanos enquanto isso. BILLBOARD BRASIL NO CARNAVAL DE RECIFE; VEJA NOSSA PROGRAMAÇÃO O batuque do maracatu dá lugar às manifestação indígenas do caboclinho, pela primeira vez no cortejo do Carnaval de Recife. Como noite inaugural da folia recifense, em 2016 a preocupação em revelar a identidade cultural brasileira aumentou. Como é Naná quem manda na primeira noite de Carnaval, ele convoca a cantora cabo-verdiana Sara Tavares. O outro convidado da noite é o conterrâneo Lenine. Celebrado, o pernambucano aumenta o coro dos cânticos de afoxé. Como uma verdadeira entidade, Naná encerra as apresentações e, como um grito de libertação, diz. "Está aberto o Carnaval do Recife".
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Naná Vasconcelos emociona na abertura do Carnaval do Recife

por em 06/02/2016

(foto: Peu Hatz)

Por Rodrigo Amaral da Rocha

São 18h da sexta-feira (05/02) na quente cidade do Recife. O cortejo formado por 11 nações de maracatu e outras quatro de caboclinho se aquece na Rua da Moeda. O destino é o Marco Zero, a poucos metros dali, ao encontro de Naná Vasconcelos, um dos percurssionistas mais respeitados do globo e responsável há anos em dar o pontapé inicial do Carnaval da capital pernambucana. O horário ainda é comercial mas as pessoas já começam a se aglomerar.Enquanto as nações vão se aquecendo e a noite vai surgindo, blocos de rua vão se cruzando pelas ruas do bairro do Recife Antigo. O Carnaval começa a dar seus primeiros sinais de vida em 2016.Já passam das 19h45 e as nações se reúnem a frente do palco localizado no Marco Zero do Recife. A figura serena de Naná surge de branco e começa a maestrar as centenas de batuqueiros. Cada gesto do mestre é rapidamente refletido nos músicos populares.Uma por uma, as nações de maracatu vão entrando e dominando o palco em diversas manifestações artísticas de movimentos, cores e identidades. O grupo vocal feminino Voz Nago evoca os cânticos africanos enquanto isso. BILLBOARD BRASIL NO CARNAVAL DE RECIFE; VEJA NOSSA PROGRAMAÇÃO O batuque do maracatu dá lugar às manifestação indígenas do caboclinho, pela primeira vez no cortejo do Carnaval de Recife. Como noite inaugural da folia recifense, em 2016 a preocupação em revelar a identidade cultural brasileira aumentou. Como é Naná quem manda na primeira noite de Carnaval, ele convoca a cantora cabo-verdiana Sara Tavares. O outro convidado da noite é o conterrâneo Lenine. Celebrado, o pernambucano aumenta o coro dos cânticos de afoxé. Como uma verdadeira entidade, Naná encerra as apresentações e, como um grito de libertação, diz. "Está aberto o Carnaval do Recife".