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Nelly é acusado novamente por assédio sexual

Pela terceira vez, rapper é denunciado por mulheres; episódios teriam acontecido depois de shows no Reino Unido

por Redação em 25/01/2018

Mais duas mulheres acusaram o rapper Nelly de assédio sexual em um processo contra o artista movido por Monique Greene, estudante universitária que acusa o artista de tê-la estuprado em um ônibus de turnê depois de um show em Washington, Estados Unidos, em outubro do ano passado. 

Uma nova acusadora afirma que Nelly colocou a mão por dentro do seu vestido em uma festa depois de uma apresentação em junho de 2016. A segunda mulher diz que o rapper se masturbou na frente dela, em um camarim, depois de um show em dezembro de 2017 e, de forma forçada, pegou a sua cabeça como forma de receber sexo oral.

As duas alegações foram incluídas no processo registrado na última segunda-feira (22/01) pela advogada de Monique, Karen Koehler. Ela processa o artista por difamação e trauma emocional. Segundo o documento, Nelly tem uma "conduta padrão" que demonstra que ele age como "predador com fãs selecionadas".

A primeira acusadora anônima é casada, mãe e integrante do Exército norte-americano. Ela e uma amiga conheceram o rapper na área VIP de um show no Reino Unido. Depois de duas horas de conversas, Nelly as teria levado para uma festa, onde ela afirma que aconteceu o assédio.

De acordo com o processo: "Nelly estava sentado em uma mesa, olhando para a mulher, quando disse: 'Deixe eu ver'. Ela ficou chocada e perguntou: 'O quê?'. Ela percebeu, então, que ele esperava ter relações sexuais. Ficou desapontada e enojada. Disse: 'Achei que éramos legais demais para isso'. Nelly perguntou se ela tinha namorado e ela mostrou a aliança de casamento. Eles conversaram sobre a vida no exército, família. E, mesmo sabendo que ela era casada, Nelly deixou a mesa e se aproximou. Colocou a mão em sua perna, acariciou o local e subiu a mão para dentro de seu vestido. Isso foi feito sem o consentimento da vítima.”

A segunda anônima é mãe de três filhos e está em um relacionamento sério. Ela afirma que foi abusada em 5 de dezembro de 2017, depois de um show em Essex, Inglaterra, quando pediu para tirar uma foto com o artista. O rapper então a teria convidado – junto com vários amigos – para conhecer o camarim. Em seguida, o artista, supostamente, convidou a mulher para um outro quarto, onde ela afirma que ele tirou as calças, começou a se masturbar e tentou tirar a camiseta dela. Ainda segundo ela, o rapper teria dito: "Você quer esse pênis, não é?". Ela protestou e se afastou. Ele subiu as calças, aproximou-se dela e voltou a se masturbar. A mulher diz, ainda, que ele tentou beijá-la duas vezes, disse que gostaria de ejacular em sua boca e colocou a mão da mulher em seu pênis. Ele também teria tentado forçar sexo oral.

A polícia de Washington prendeu Nelly depois que Monique o acusou de assédio em outubro. Os promotores conseguiram reverter o caso depois que a vítima parou de cooperar com a investigação. Ela atribuiu a decisão à humilhação pública. 

Nelly e seu advogado, Scott Rosenblum, negaram todas as alegações de Monique e ameaçaram processá-la também. "Esse tipo de falsa alegação não pode ser tolerada e é uma afronta às reais sobreviventes de abuso sexual", disse Rosenblum em dezembro do ano passado.

 

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Mais duas mulheres acusaram o rapper Nelly de assédio sexual em um processo contra o artista movido por Monique Greene, estudante universitária que acusa o artista de tê-la estuprado em um ônibus de turnê depois de um show em Washington, Estados Unidos, em outubro do ano passado. 

Uma nova acusadora afirma que Nelly colocou a mão por dentro do seu vestido em uma festa depois de uma apresentação em junho de 2016. A segunda mulher diz que o rapper se masturbou na frente dela, em um camarim, depois de um show em dezembro de 2017 e, de forma forçada, pegou a sua cabeça como forma de receber sexo oral.

As duas alegações foram incluídas no processo registrado na última segunda-feira (22/01) pela advogada de Monique, Karen Koehler. Ela processa o artista por difamação e trauma emocional. Segundo o documento, Nelly tem uma "conduta padrão" que demonstra que ele age como "predador com fãs selecionadas".

A primeira acusadora anônima é casada, mãe e integrante do Exército norte-americano. Ela e uma amiga conheceram o rapper na área VIP de um show no Reino Unido. Depois de duas horas de conversas, Nelly as teria levado para uma festa, onde ela afirma que aconteceu o assédio.

De acordo com o processo: "Nelly estava sentado em uma mesa, olhando para a mulher, quando disse: 'Deixe eu ver'. Ela ficou chocada e perguntou: 'O quê?'. Ela percebeu, então, que ele esperava ter relações sexuais. Ficou desapontada e enojada. Disse: 'Achei que éramos legais demais para isso'. Nelly perguntou se ela tinha namorado e ela mostrou a aliança de casamento. Eles conversaram sobre a vida no exército, família. E, mesmo sabendo que ela era casada, Nelly deixou a mesa e se aproximou. Colocou a mão em sua perna, acariciou o local e subiu a mão para dentro de seu vestido. Isso foi feito sem o consentimento da vítima.”

A segunda anônima é mãe de três filhos e está em um relacionamento sério. Ela afirma que foi abusada em 5 de dezembro de 2017, depois de um show em Essex, Inglaterra, quando pediu para tirar uma foto com o artista. O rapper então a teria convidado – junto com vários amigos – para conhecer o camarim. Em seguida, o artista, supostamente, convidou a mulher para um outro quarto, onde ela afirma que ele tirou as calças, começou a se masturbar e tentou tirar a camiseta dela. Ainda segundo ela, o rapper teria dito: "Você quer esse pênis, não é?". Ela protestou e se afastou. Ele subiu as calças, aproximou-se dela e voltou a se masturbar. A mulher diz, ainda, que ele tentou beijá-la duas vezes, disse que gostaria de ejacular em sua boca e colocou a mão da mulher em seu pênis. Ele também teria tentado forçar sexo oral.

A polícia de Washington prendeu Nelly depois que Monique o acusou de assédio em outubro. Os promotores conseguiram reverter o caso depois que a vítima parou de cooperar com a investigação. Ela atribuiu a decisão à humilhação pública. 

Nelly e seu advogado, Scott Rosenblum, negaram todas as alegações de Monique e ameaçaram processá-la também. "Esse tipo de falsa alegação não pode ser tolerada e é uma afronta às reais sobreviventes de abuso sexual", disse Rosenblum em dezembro do ano passado.