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Nicky Romero chega ao Brasil para mais um ULTRA Music

DJ e produtor já tocou em todas as edições do festival de música eletrônica

O DJ e produtor Nicky Romero lançou a faixa “Toulouse” em dezembro de 2011. Na virada desse ano e em todo 2012, a música se firmou como o single de maior destaque da sua carreira – o clipe, inspirado no vídeo de um fã, ajudou a fixar a música no imaginário dos amantes da música eletrônica.

Com apenas 28 anos, Romero é um dos maiores nomes da EDM mundial e nome certeiro no lineup de diversos festivais – ele tocou em diversas edições do Ultra Music, por exemplo, e está presente também em muitas edições do TomorrowLand.

STEVE ANGELLO NO ULTRA E COM NOVO ÁLBUM AINDA EM 2017

A Billboard Brasil conversou com Nicky Romero sobre sua carreira, “Toulouse” e sua presença em festivais:

nicky-romero

Você tocou em várias edições do Ultra Music Festival! Alguma favorita?
É sempre um prazer tocar no Ultra e, com certeza, a do Rio está incluída. Todos são eventos muito diferentes, especiais e únicos, por isso não posso dar esse prêmio a nenhum deles. Os Ultras são realizados em alguns dos lugares mais bonitos do mundo e tocar em tantas edições tem sido um verdadeiro privilégio. Estou muito animado por outro energético ano no Rio!

O que você acha da cena musical no Brasil em geral?
O Brasil e o Rio se tornaram lugares exuberantes e prósperos nos últimos anos e tem sido incrível ver a apreciação pela música eletrônica tornar-se parte dessa evolução – artistas como Alok são testemunhas disso. Todos os shows que toquei no Brasil foram incríveis, sempre tive a sorte de ter uma recepção muito boa por aí. O país tornou-se conhecido entre DJs e produtores por ter uma enorme e enérgica cena eletrônica. Eu ainda não colaborei diretamente com nenhum músico brasileiro, mas estou ansioso para que isso ocorra no futuro.

Quando você decidiu incorporar a máscara como a marca de Nicky Romero?
A história é que a máscara apareceu em um vídeo da música “Toulouse” feito por um fã. Desde então, muitos fãs passaram a usar a máscara nos shows e eu também fiz isso por um tempo.

Na cena EDM, outros artistas como Marshmello e DeadMau5 também usam uma máscara como uma marca. Por que você acha que isso acontece com freqüência na cena EDM?
Máscaras distintas ou imagens únicas são formas em que os músicos e os DJs usam para se diferenciam de outros artistas. Isso tende a funcionar bem e mantém a imagem do músico nas mentes dos fãs.

Falando sobre a música “Toulouse”, a tatuagem que você tem em seu braço é a onda sonora da sua voz dizendo "Nothing Toulouse", certo? Como surgiu a ideia de fazer essa tatuagem?
Toulouse” foi uma das minhas músicas mais marcantes, uma das tracks das quais eu realmente me orgulho e que define minha carreira. Ter em mente que não há "nada a perder" tem me levado a me aventurar na vida, de modo que, isso combinado com o título da música, me deu a inspiração para fazer essa tatuagem.

Após a tragédia com Chester Bennington, me lembrei que você tocou um remix de “Heavy”, uma das músicas mais recentes do Linkin Park, no Ultra Miami deste ano. Você é fã?
A perda de Chester Bennington foi uma verdadeira tragédia para a comunidade musical. Tive a honra de ser escolhido para remixar um dos últimos singles deles. Ele e sua banda deixaram sua marca na história musical e ter tocado o remix no Ultra será sempre uma importante memória na minha carreira.

Serviço:
ULTRA Rio Brasil – Rio de Janeiro/RJ
12, 13 e 14/10
Sambódromo
Ingressos: de R$ 212 a R$ 1848 (válido para os três dias) no site.

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Nicky Romero chega ao Brasil para mais um ULTRA Music

DJ e produtor já tocou em todas as edições do festival de música eletrônica

por Ana Carolina Nunes em 09/10/2017

O DJ e produtor Nicky Romero lançou a faixa “Toulouse” em dezembro de 2011. Na virada desse ano e em todo 2012, a música se firmou como o single de maior destaque da sua carreira – o clipe, inspirado no vídeo de um fã, ajudou a fixar a música no imaginário dos amantes da música eletrônica.

Com apenas 28 anos, Romero é um dos maiores nomes da EDM mundial e nome certeiro no lineup de diversos festivais – ele tocou em diversas edições do Ultra Music, por exemplo, e está presente também em muitas edições do TomorrowLand.

STEVE ANGELLO NO ULTRA E COM NOVO ÁLBUM AINDA EM 2017

A Billboard Brasil conversou com Nicky Romero sobre sua carreira, “Toulouse” e sua presença em festivais:

nicky-romero

Você tocou em várias edições do Ultra Music Festival! Alguma favorita?
É sempre um prazer tocar no Ultra e, com certeza, a do Rio está incluída. Todos são eventos muito diferentes, especiais e únicos, por isso não posso dar esse prêmio a nenhum deles. Os Ultras são realizados em alguns dos lugares mais bonitos do mundo e tocar em tantas edições tem sido um verdadeiro privilégio. Estou muito animado por outro energético ano no Rio!

O que você acha da cena musical no Brasil em geral?
O Brasil e o Rio se tornaram lugares exuberantes e prósperos nos últimos anos e tem sido incrível ver a apreciação pela música eletrônica tornar-se parte dessa evolução – artistas como Alok são testemunhas disso. Todos os shows que toquei no Brasil foram incríveis, sempre tive a sorte de ter uma recepção muito boa por aí. O país tornou-se conhecido entre DJs e produtores por ter uma enorme e enérgica cena eletrônica. Eu ainda não colaborei diretamente com nenhum músico brasileiro, mas estou ansioso para que isso ocorra no futuro.

Quando você decidiu incorporar a máscara como a marca de Nicky Romero?
A história é que a máscara apareceu em um vídeo da música “Toulouse” feito por um fã. Desde então, muitos fãs passaram a usar a máscara nos shows e eu também fiz isso por um tempo.

Na cena EDM, outros artistas como Marshmello e DeadMau5 também usam uma máscara como uma marca. Por que você acha que isso acontece com freqüência na cena EDM?
Máscaras distintas ou imagens únicas são formas em que os músicos e os DJs usam para se diferenciam de outros artistas. Isso tende a funcionar bem e mantém a imagem do músico nas mentes dos fãs.

Falando sobre a música “Toulouse”, a tatuagem que você tem em seu braço é a onda sonora da sua voz dizendo "Nothing Toulouse", certo? Como surgiu a ideia de fazer essa tatuagem?
Toulouse” foi uma das minhas músicas mais marcantes, uma das tracks das quais eu realmente me orgulho e que define minha carreira. Ter em mente que não há "nada a perder" tem me levado a me aventurar na vida, de modo que, isso combinado com o título da música, me deu a inspiração para fazer essa tatuagem.

Após a tragédia com Chester Bennington, me lembrei que você tocou um remix de “Heavy”, uma das músicas mais recentes do Linkin Park, no Ultra Miami deste ano. Você é fã?
A perda de Chester Bennington foi uma verdadeira tragédia para a comunidade musical. Tive a honra de ser escolhido para remixar um dos últimos singles deles. Ele e sua banda deixaram sua marca na história musical e ter tocado o remix no Ultra será sempre uma importante memória na minha carreira.

Serviço:
ULTRA Rio Brasil – Rio de Janeiro/RJ
12, 13 e 14/10
Sambódromo
Ingressos: de R$ 212 a R$ 1848 (válido para os três dias) no site.